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Liberdade de expressão: Globo censura vídeo em que Luiza Trajano acabava com Mainardi

22 de janeiro de 2014

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Empresária agradece a fãs o apoio após discussão com jornalista do programa Manhattan Connection, que perguntou quando ela vai vender o Magazine Luiza para a Amazon.

Via Agência Estado

A empresária Luiza Trajano, dona do Magazine Luiza, cumpriu a promessa e encaminhou um e-mail ao jornalista (sic) Diogo Mainardi, do programa Manhattan Connection, da GloboNews, com dados que comprovam a queda da inadimplência no varejo brasileiro.

Os dados do Instituto do Desenvolvimento do Varejo (IDV) comprovam a afirmação da empresária de que a economia está melhorando no varejo. O jornalista perguntou à empresária quando ela vai vender o Magazine Luiza para a Amazon, ao criticar o desempenho do varejo nacional e os preços altos.

A empresária foi contestada no programa por dizer que a imprensa tende a mostrar “apenas a metade vazia do copo”, sem falar da parte que vai bem na economia.

Os dados apresentados pela empresária, no e-mail, mostram que o nível de inadimplência das pessoas físicas fechou o mês de novembro do ano passado em 4,5%, com queda de 1,2% em relação ao mesmo mês de 2012, quando o índice era de 5,7%.

Outra pesquisa, divulgada nesta terça pela Serasa Experian, mostra que a inadimplência do consumidor fechou 2013 com queda de 2%, o primeiro recuo em 14 anos.

Dados de novembro

A inadimplência para a pessoas jurídicas ficou em 1,9%, também em queda de 0,4% na comparação anual. No conjunto, a inadimplência geral apresentou queda e encerrou o mês em 3,1%, com redução de 0,7% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Em relação à inadimplência entre as modalidades de crédito, destaque positivo para cartão de crédito, que registrou queda de 0,5% em relação ao mês anterior e 3,5% em relação a novembro de 2012.

Já o cheque especial apresentou taxa de inadimplência de 8,1%, com queda de 0,6% em relação ao mês anterior e estabilidade na comparação anual.

Para o IDV, o mercado de trabalho ainda em ritmo forte e a renda em seu crescimento real, mostram a viabilidade de expansão da oferta de crédito.

Mas o instituto admite que já há um arrefecimento nas taxas de crescimento, tanto da oferta de postos de trabalho quanto no aumento da massa salarial, o que tem inspirado atenção por parte das instituições financeiras em relação ao cenário para o ano.

A Globo censurou vídeo no Youtube em que Luiza Trajano acabava com o jornalista (sic) Diogo Mainardi.

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Luiza Trajano vira hit no Twitter

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Leia também:

Com todo respeito: Dona Luiza, a do magazine, defecou na cabeça de Mainardi em programa da GloboNews

Vídeo: “Eu não vou viajar ao lado de um negro!”

20 de janeiro de 2014

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O comercial anti-racismo mais impactante que você já viu

Via Fato Curioso

Esse é um vídeo português que vem causando grande impacto pelo mundo! Feito há 14 anos em comemoração ao 50º aniversário da adoção da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela Organização das Nações Unidas. Na cena você vê uma mulher branca que senta ao lado de um homem negro. A mulher se incomoda e chama a aeromoça para que a troque de lugar e não tenha que ficar ao lado de um “negro”. O rapaz, aflito, ouve toda a conversa. A aeromoça volta com notícias boas e deixa a mulher feliz dizendo que há um lugar na primeira classe da aeronave. E algo surpreendente acontece!

Confira.

Vídeo de Glauber Rocha é o melhor documento sobre a destruição do Maranhão pelos Sarneys

16 de janeiro de 2014
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A posse, em 1966: Glauber Rocha explica o estado do Maranhão de Sarney.

Paulo Nogueira, via Diário do Centro do Mundo

Gosto de uma passagem de Montaigne em que ele discorre sobre as virtudes da simplicidade ao falar. Ele conta que, na Grécia antiga, um candidato fez um discurso longo para uma multidão, repleto de promessas e de truques retóricos.

Seu adversário disse apenas o seguinte: “O que ele prometeu eu vou fazer.”

A passagem cômica de Montaigne me ocorreu diante de uma situação trágica: o discurso de posse de Sarney quando ele estava assumindo o cargo de governador do Maranhão pela primeira vez, em 1966.

A cena foi imortalizada pela figura improvável de Glauber Rocha, que tinha sido convidado para registrar a posse de Sarney. São dez minutos de um vídeo que resume a história do Maranhão, objeto de meio século de predação pela dinastia que então se iniciava.

Enquanto Sarney promete mudar tudo no Maranhão, a câmara de Glauber capta o povo miserável, sofrido, espoliado. São imagens que transmitem uma imensa tristeza a quem as vê. Como a sociedade brasileira pode tolerar tanta miséria, tanta desigualdade?

O que o poder público federal fez pelos desvalidos maranhenses nestes anos todos? Deixou-os entregues aos Sarneys, essencialmente. O que a mídia fez? Nada. Rigorosamente nada.

A nobreza da mídia está em dar voz a quem não a tem. A nossa dá a quem já a tem em proporções colossais. No caso do Maranhão, a mídia deu voz sempre à família Sarney, e jamais às vítimas dela.

Passados quase 50 anos do documento de Glauber, a única mudança concreta no Maranhão foi o enriquecimento brutal da família Sarney e sua onipresença nos nomes de aeroportos, escolas, hospitais, ruas e o que mais deva ser batizado.

São tenebrosos os índices de desenvolvimento social do Maranhão. Basta dizer que é a pior expectativa de vida do Brasil, que já não é uma das maiores do mundo.

Lembremos Montaigne e a história dos candidatos gregos. Alguém transformador poderia pegar hoje o discurso de Sarney em 1966 e dizer: “O que ele prometeu eu vou fazer.”

Vídeo-documentário: Eu, um Amarildo

28 de setembro de 2013

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Eu, um Amarildo é um curta-metragem sobre o desaparecimento, em 14 de julho deste ano, do pedreiro Amarildo de Souza, morador da Rocinha, no Rio de Janeiro, após ser levado por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) instalada na comunidade para “averiguações”.

Direção e edição: Rômulo Cyríaco

Direção de fotografia: Rodrigo Alayete

Captação de som: Rodolfo Assis

Câmera (5D): Rodrigo Alayete

Câmera (VHS): José Abrahão Castillero e Rômulo Cyríaco.

Vídeo-documentário: Pinheirinho um ano depois do massacre da PM de Geraldo Alckmin

24 de setembro de 2013

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Via Outras Palavras

O documentário conta a história de algumas famílias que viviam no bairro do Pinheirinho, em São José dos Campos, antes e depois da ação feita da tropa de choque do governador Geraldo Alckmin, em janeiro de 2012.

Dilma sobre o Programa Mais Médicos: “Muita morte será evitada.”

9 de setembro de 2013

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Embalada por uma pesquisa do instituto Vox Populi, que já mostra a possibilidade de reeleição em primeiro turno, a presidente Dilma Rousseff afina seu discurso rumo a 2014. Em seu pronunciamento de 7 de Setembro, feito na noite de sexta-feira, dia 6, ela dedicou um capítulo especial ao Programa Mais Médicos, que enfrenta dura resistência das entidades de classe, e disse que a carência de profissionais é uma das principais queixas da população mais pobre. Além disso, ressaltou conquistas recentes da economia, como o crescimento de 1,5% no segundo trimestre (6% anualizados) e a geração de 4,5 milhões de empregos em seu mandato. “Não podemos deixar que uma capa de pessimismo cubra tudo”, disse ela.

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Dilma: Mais Médicos não é decisão contra profissionais brasileiros

Paulo Victor Chagas, via Agência Brasil

A presidenta da República, Dilma Roussseff, reforçou na sexta-feira, dia 6, a importância da vinda de médicos estrangeiros ao Brasil. Durante pronunciamento em cadeia nacional de rádio e tevê, Dilma disse que trazer médicos de outros países para atender em locais onde há carências na saúde é uma medida “a favor da saúde”. “A vinda de médicos estrangeiros, que estão ocupando apenas as vagas que não interessam e não são preenchidas por brasileiros, não é uma decisão contra os médicos nacionais”, defendeu.

A presidenta declarou que o país tem feito investimentos na estrutura da saúde e que pretende liberar mais recursos para hospitais e equipamentos. “A falta de médicos é a queixa mais forte da população pobre. Muita morte pode ser evitada, muita dor, diminuída, e muita fila reduzida nos hospitais apenas com a presença atenta e dedicada de um médico em um posto de saúde”, disse.

De acordo com Dilma, o “Pacto da Saúde vai produzir resultados rápidos e efetivos”. A presidenta frisou que o Programa Mais Médicos “está se tornando realidade” e disse que os brasileiros vão sentir, a cada dia, “os benefícios e entender melhor o grande significado deste programa”. A presidenta disse que o Brasil “ainda tem uma grande dívida com a saúde pública e essa dívida tem que ser resgatada o mais rápido possível”.

Além de defender o crescimento da economia brasileira, o pronunciamento também relembrou os cinco pactos nacionais anunciados por Dilma anteriormente. “Estamos aprofundando os cinco pactos para acelerar melhorias na saúde, na educação e no transporte e para aperfeiçoar a nossa política e a nossa economia”, explicou. Os pactos para melhorias no transporte público, na estabilidade fiscal e na educação foram lembrados pela presidenta. Sobre a reforma política, a presidenta celebrou a “proposta de decreto legislativo para o plebiscito”.

Quanto à educação, reforçou a importância da destinação de 75% dos royalties do petróleo e de 50% do Fundo Social. “Esse será um dos maiores legados do nosso governo às gerações presentes e futuras e vai trazer benefícios permanentes à população brasileira por um período mínimo de 50 anos”.

O discurso, veiculado na véspera de 7 de Setembro, começou às 20h30 de na sexta-feira, dia 6, e durou cerca de dez minutos. No mês de junho, em meio às manifestações populares que levaram milhares de brasileiros às ruas de centenas de cidades, a presidenta fez um pronunciamento em que prometia “trazer de imediato milhares de médicos do exterior para ampliar o atendimento do SUS”. Aprimorar a saúde pública foi um dos pontos do pacto firmado por Dilma em prol da melhoria dos serviços públicos, uma das principais reivindicações dos protestos. Três semanas depois, o governo lançava, por meio de medida provisória, o Mais Médicos.

A Medida Provisória (MP) 621, que cria o Programa Mais Médicos, é debatida pelos deputados. Na quarta-feira, dia 4, foi instalada a comissão geral na Câmara dos Deputados para apreciar o tema. Na sessão de instalação, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lembrou que os médicos estão mal distribuídos no território nacional, faltam especialistas e há poucas vagas nas escolas de medicina. “O jovem que entra na faculdade de medicina hoje é filho da realidade urbana que estudou em escola particular. Ou trazemos ao jovem do interior, ao jovem indígena, a oportunidade de ser médico ou não vamos resolver o problema”, disse.

A prática de celebrar o Dia da Independência com um pronunciamento à nação é comum entre os presidentes brasileiros. No ano passado, Dilma anunciou a redução dos preços da energia elétrica para residências e indústrias.

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Dilma: leilões do transporte e do pré-sal vão estimular a economia

Paulo Victor Chagas, via Agência Brasil

Durante pronunciamento de na sexta-feira, dia 6, em cadeia nacional de rádio e tevê, a presidenta Dilma Rousseff ressaltou o papel dos leilões para concessões do transporte de carga e passageiros e para a exploração do primeiro campo de petróleo da camada pré-sal. De acordo com Dilma, tais iniciativas vão estimular a economia brasileira, a cadeia produtiva e a produção de empregos.

Em outubro, está previsto o leilão do Campo de Libra, na camada pré-sal da Bacia de Santos (SP), “um imenso campo de petróleo do pré-sal”, conforme disse a presidenta no discurso. Ela também disse que o campo “tem um potencial de reserva entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris equivalentes de petróleo”. Segundo o anúncio, o país conseguirá, com a construção de 15 a 17 plataformas para a exploração de óleo, “estimular toda a cadeia produtiva e gerar milhares e milhares de empregos”.

Dilma disse também que, ainda em setembro, serão feitos novos leilões de portos, aeroportos, ferrovias e rodovias brasileiras. “Os leilões vão injetar bilhões e bilhões na economia, gerando centenas de milhares de empregos”, explicou. “Além disso, os royalties das áreas já em exploração e daquelas descobertas neste e em outros campos vão gerar recursos gigantescos para a educação”.

Em julho, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que há suficientes para compensar a queda no crescimento da arrecadação de tributos e disse que o leilão do Campo de Libra geraria um aporte financeiro de R$7,4 bilhões a mais que o previsto no início do ano.

Ao encerrar o pronunciamento, a presidenta reforçou a importância dos recursos para a educação. “Devemos transformar a riqueza finita do petróleo em uma conquista perene da nossa sociedade. A educação é a grande estrada da transformação, a rota mais ampla e segura para o Brasil seguir avançando e assegurando oportunidades para todos”, defendeu.

Ainda sobre a economia, a presidenta reforçou a queda da inflação e o crescimento da geração de empregos. “Os índices de julho [da inflação] foram baixos e a cesta básica ficou mais barata em todas as 18 capitais pesquisadas. Vamos fechar 2013 com uma inflação, mais uma vez, dentro da meta, o décimo ano consecutivo”, disse. “O emprego continua crescendo. Já geramos 900 mil vagas este ano e mais de 4,9 milhões desde o início do meu governo”.

A prática de celebrar o Dia da Independência com um pronunciamento à nação é comum entre os presidentes brasileiros. No ano passado, Dilma anunciou a redução dos preços da energia elétrica para residências e indústrias.


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