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Max Altman: Saiba por que a “grande mídia” parou de falar das eleições da Venezuela

17 de dezembro de 2013

Venezuela_Nicolas_Maduro24AO presidente Nicolas Maduro, do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e da Revolução Socialista Bolivariana, impôs contundente derrota a Henrique Capriles, da MUD, e a setores golpistas da oposição venezuelana. Agora, é continuar resolvendo os problemas da economia e avançar nas conquistas sociais.

Max Altman por e-mail

Notaram, meus caros amigos e amigas, que o noticiário sobre a Venezuela desapareceu da grande imprensa quando antes do 8 de dezembro enchiam suas páginas vaticinando a débâcle do governo Maduro pelos inúmeros enviados especiais e correspondentes?

Disseram que era um plebiscito e foram com tudo. Os oligarcas são sempre insolentes. Ainda mais se são apoiados pelos Estados Unidos. Contavam que o empurrão definitivo para derrocar Maduro viria com o 8 de dezembro. Estavam cuidando dessa tarefa fazia meses. Remarcação de preços de todos os produtos muito acima da inflação, provocando desespero na população, desabastecimento induzido, sabotagem elétrica, açambarcamento, insegurança. (E mais erros do próprio governo, que as manchetes gritantes dos jornais, rádios e televisão punham em evidência). O mesmo cenário que se havia preparado para Salvador Allende antes do golpe de 1973. Desde os Estados Unidos, Roger Noriega escreveu e descreveu a tese do colapso total, que seria arrematado oportunamente, quando a situação ficasse insustentável, pelo exército norte-americano. Que a Venezuela tem demasiado petróleo. Parte importante da oposição estava de pleno acordo com esse roteiro. Por fim, o chavismo aniquilado. Fim do pesadelo. Malditos vermelhos.

Disseram que as eleições eram um plebiscito. E estavam disso plenamente convencidos. E o repetiram El País, ABC, El Mundo, Clarín, The New York Times, Newsweek, a CNN, Fox News, RAI, Excelsior, Miami Herald, Folha de S.Paulo, O Globo, TV Globo, O Estado de S.Paulo… Todavia eram apenas eleições municipais, com suas características próprias, conhecidas em todo o mundo político. Apresentavam-se candidatos a prefeito, vereador que iriam dar conta da prestação de serviços, asfaltamento de ruas, tráfego, varrição de lixo …, coisas de município. Mas que importância tinha tudo isso? Para que perder a ocasião? Eram as primeiras eleições municipais sem Chávez. Disseram que era mais que urnas municipais, que o chavismo sem Chávez estava ferido de morte, que o ilegítimo e incompetente Maduro ganhara a presidencial por diferença mínima e por meio de fraude, e que agora sim, agora teria que abandonar o Palácio Miraflores, por bem ou expulso pela força. Ah, se resistisse por que não envolto num saco de lona.

Porém eis o que o povo falou:

Venezuela_Eleicoes2014_Resultados01

Comparecimento nacional de 58,92%. Recorde nacional em eleições similares. Na Venezuela o voto não é obrigatório.

1. As 335 prefeituras ficaram assim distribuídas: 242 (72,24%) para o PSUV e aliados; 75 (22,32%) para a MUD e aliados; 18 (5,44%) para independentes.

2. Das 40 cidades mais populosas, o PSUV ganhou em 30.

3. Das 25 capitais, o PSUV conquistou 15 e a MUD 10. Se a oposição venceu em Barinas, capital do estado Barinas, governado pelo irmão de Chávez, Adan Chávez – o que foi intensamente alardeado – a Revolução conquistou Los Teques, Guaicaipuro, estado Miranda, governado por Capriles – o que foi escondido.

4. PSUV e aliados obtiveram um total nacional de 5.277.491 votos; a MUD e aliados, 4.423.897. Diferença: 853.594 votos. (Cumpre lembrar que a diferença a favor de Maduro nas eleições presidenciais foi de cerca de 230 mil votos ou 1,6%.).

5. Se levarmos em conta apenas os votos da Revolução e da Oposição teremos, respectivamente, 54,40% e 46,60. (Vale destacar, por exemplo, que entre as agremiações políticas que concorreram independentemente está o Partido Comunista, firme aliado da Revolução, e que obteve 9 prefeituras, sendo 2 sem aliança, e cerca de 1,6% dos votos ou cerca de 175 mil votos. Se acrescentarmos somente esses votos à Revolução, a diferença ultrapassa os 10%.)

6. No Estado Miranda, governado pelo líder da oposição, Henrique Capriles, o PSUV e aliados obtiveram 560.826 votos (52,1%) contra 514.796 votos (47,9%) da MUD e aliados.

VOTAÇÃO NAS CAPITAIS

Município Libertador Distrito Capital (1.625.151 eleitores)

Jorge Rodríguez – PSUV – 54,55

Ismael Garcia – MUD – 43,34%

Município Bolívar, Estado Anzoategui (85.764)

Guillermo Martínez – PSUV – 84,63%

Olga Azuaje – MUD – 14,39%

Município San Fernando; Estado Apure (109.817)

Ofelia Padrón – PSUV – 65,27%

Yadala Abouhamud – MUD – 32,19%

Município Girardot, Estado Aragua (341.979)

Pedro Bastidas – PSUV – 51,55%

Tonny Real – MUD – 45,89%

Município Barinas, Estado Barinas (224.115)

Machin – MUD – 50,44%

Edgardo Ramirez – PSUV – 48,58%

Município Heres, Estado Bolívar (224.297)

Sergio Hernández – PSUV – 47,25%

Victor Fuenmayor – MUD – 40,92%

Município Valencia, Estado Carabobo (578.193)

Michele Cochiola – MUD – 54,24%

Miguel Flores – PSUV – 44,28%

Município Ezequiel Zamora, Estado Cojedes (71.330)

Pablo Rodríguez – PSUV – 54,68%

Ramon Moncada – MUD – 36,62%

Município Tucupita, Estado Delta Amacuro (63.649)

Alexis Gonzalez – PSUV – 54,38%

Maria Mercano – MUD – 33,30%

Município Iribarren, Estado Lara (682.682)

Alfredo Ramos – MUD – 52,41%

Luis Bohorquez – PSUV – 46,04%

Município Libertador, Estado Mérida (168.040)

Carlos García – MUD – 63,82%

Maria Castillo – PSUV – 33,49%

Município Guaicaipuro, Estado Miranda (191.070)

Francisco Garcés – PSUV – 52,21%

Romulo Harrera – MUD – 45,89%

Município Arismendi, Estado Nueva Esparta (21.262)

Richard Fermín – MUD – 48,20%

Luiz Dias – PSUV – 44,38%

Município Guanare, Estado Portuguesa (124.094)

Rafael Calles – PSUV – 70,76

Francisco Mora – MUD – 23,97%

Município Sucre, Estado Sucre (241.194)

David Velásquez – PSUV – 54,71%

Robert Alcalá – MUD – 42,35%

Município San Cristóbal, Estado Tachira (208.183)

Daniel Ceballos – MUD – 67,67%

Jose Zambrano – PSUV – 29,42%

Município Trujillo, Estado Trujillo (43.027)

Luz Castillo – PSUV – 53,16%

Luis Briceño – MUD – 40,18%

Município San Felipe, Estado Yaracuy (69.258)

Alex Sánchez – PSUV – 49,68%

Jose Reyes – MUD – 46,79%

Município Vargas, Estado Vargas (265.837)

Carlos Alcalá Cordones – PSUV – 53,92%

Fabiola Colmenares – MUD – 37,99%

Município Maracaibo, Estado Zulia (944.129)

Eveling de Rosales – MUD – 51,74%

Perez Pirela – PSUV – 46,64%

Município Metropolitano, Alcaldia Metropolitana (2.474.833)

Antonio Ledezma – MUD – 51,28%

Ernesto Villegas – PSUV – 47,22%

Município Atures, Estado Amazonas (72.005)

Adriano Gonzalex – MUD – 49,57%

Delmis Bastidas – PSUV – 46,78%

Município Maturin, Estado Monagas (338.694)

Warner Jimenez – MUD – 38,63

Jose Maicovares – PSUV – 37,26%

Município Miranda, Estado Falcón (138.895)

Pablo Acosta – PSUV – 47,97%

Victor Jurado – MUD – 46,87%

Município Roscio, Estado Guarico (86.493)

Gustavo Mendes – PSUV – 49,88%

Douglas Gonzalez – MUD – 48,22%

Dados do Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela

***

Venezuela_Sandra_Oblitas01

Sandra Oblitas, vice-presidenta do Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela.

Apuração final das eleições municipais da Venezuela de 8 de dezembro

O último boletim do CNE sobre as eleições de 8 de dezembro confirmou que o PSUV e aliados ganharam 76,12 % das prefeituras.

A Revolução conquistou 255 municipalidades, das quais 242, inclusive o município Libertador de Caracas, sob o signo do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) e dos partidos agrupados no Grande Polo Patriótico (GPP). As outras 13 foram conquistadas pelos partidos chavistas ligados à Revolução Bolivariana.

Das 13 prefeituras, 3 correspondem ao partido Juan Bimba, 2 ao Partido Comunista de Venezuela (PCV), 2 à Vanguarda Bicentenária Republicana, 1 ao Movimento Eleitoral do Povo (MEP), 1 aos Tupamaros, 2 ao Movimento Pluriétnico Intercultural de Venezuela (Mopivene), 1 ao partido Juventude Organizada da Venezuela (Jovem) e 1 ao Partido Socialista Organizado da Venezuela (PSOEV).

Estes 76,12 % das prefeituras se traduzem em 5.833.942 de votos para o chavismo. Desta cifra, 5.277.491 correspondem ao PSUV/GPP e o restante, 556.451, às 13 prefeituras dos partidos aliados.

O boletim, divulgado na segunda-feira, 16, pela vice-presidenta do CNE, Sandra Oblitas, em coletiva de imprensa, registra que o partido de direita Mesa da Unidade Democrática (MUD) obteve 75 prefeituras, 74 municipais e 1metropolitana.

A este dado se somam outras 6 prefeituras ganhas por partidos aliados à MUD: 2 ao Movimento ao Socialismo (MAS), 1 ao partido regional Progressistas Meridenhos Independientes, 1 ao Poder Laboral, 1 a Unidos pelo Estado de Monagas (Upem) e 1 à Vontade Popular, perfazendo um total de 23,88% das prefeituras.

O total de votos para este grupo político soma 4.841.149, dos quais 4.423.897 foram obtidos pela MUD e 417.252 pelos aliados.

Com esses dados a diferença entre o chavismo e a oposição se situa em 11,14%, margem que aumentou cerca de 10% desde as eleições presidenciais de 14 de abril.

Resumo geral do resultado das eleições municipais de 2012

27 de novembro de 2012

A tabela elaborada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) com dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sistematiza o resultado das eleições municipais de 2012, reunindo num só lugar o número de prefeitos e vereadores eleitos por cada partido, tudo organizado por estado e região, além do resultado nacional.

Cada leitor poderá tirar suas próprias conclusões a partir da tabela. Entretanto, o Diap, num esforço de interpretação, fez um recorte do resultado da eleição, classificando os partidos em quatro grupos: 1) os grandes, 2) os médios, 3) os pequenos, e 4) os micro ou nanicos.

Grandes

Na categoria de grandes estão os partidos que elegeram mais de 500 prefeitos e mais de 5.000 vereadores.

Prefeitos: o PMDB elegeu 1.022; o PSDB, 700; e o PT, 635.

Vereadores: o PMDB elegeu 7.947; o PSDB, 5.250; e o PT. 5.184.

Médios

Na categoria de médios estão os partidos que elegeram entre 250 e 500 prefeito e entre 3.000 e 5.000 vereadores.

Prefeitos: o PSD elegeu 494; o PP, 468; o PSB, 442; o PDT, 309; o PTB, 295; o DEM, 277; e o PR, 274.

Vereadores: o PP elegeu 4.923; o PSD, 4.653; o PDT, 3.652; o PTB, 3.570; o PSB, 3.548; o DEM, 3.270; e o PR, 3.176.

Pequenos

Na categoria de pequenos estão os partidos que elegeram entre 50 e 250 prefeitos e entre 800 e 2.000 vereadores.

Prefeitos: o PPS elegeu 123; o PV, 97; o PSC, 83; o PRB, 78; e o PCdoB, 56.

Vereadores: o PPS elegeu 1.856; o PV, 1.585; o PSC, 1.463; o PRB, 1.202; e o PCdoB, 973.

Micro ou nanico

Na categoria de micro ou nanico estão os partidos que elegeram menos de 50 prefeitos e menos de 800 vereadores.

Prefeitos: o PMN elegeu 42; o PTdoB, 26; o PRP, 24; o PSL, 23; o PTC, 19; o PHS, 17; o PRTB, 15; o PTN, 12; o PPL, 12; o PSDC, 9 e o PSol, 2.

Vereadores: o PSL elegeu 759; o PMN, 603; o PRP, 579; o PHS, 544; o PTdoB, 534; o PTC, 483; o PTN, 426; o PSDC, 444; o PRTB, 416; o PPL, 177; o PSol, 49; o PCB, 5; e o PSTU, 2.

Radiografia do voto

Levantamento do Diap reuniu, numa única tabela, o desempenho dos partidos na eleição de 2012. Nela, o leitor encontrará o número de votos para prefeito e vereador de cada partido, organizado por estado e por região, além de total de votos de cada agremiação em todo o país, num verdadeiro raio “x” dos partidos políticos no Brasil.

Com esta tabela, é possível identificar as concentrações eleitorais dos partidos e identificar os que têm dimensão nacional e os que só têm força eleitoral em alguns estados ou regiões. O PT foi o capital em número de votos para prefeito e PMDB para vereadores.

Essa tabela é parte de um dossiê sobre a eleição municipal que será disponibilizado na página do Diap neste final de outubro de 2012, no qual iremos tratar, entre outras coisas, da efetividade de cada partidos (candidaturas convertidas em mandatos), do número de brasileiros governados por partido, do número de vice-prefeito por partido, da comparação entre o desempenho partidário das eleições de 2008 e 2012 (número de votos, de prefeitos e vereadores eleitos), o desempenho dos partidos nas cidades com mais de 200 mil eleitores.

Acesse a radiografia do voto nas eleições municipais

Deputados e senadores candidatos e eleitos no pleito municipal de 2012

O Diap também fez um balanço das candidaturas de deputados e senadores. Foram candidatos 92 parlamentares ou 15,48% dos congressistas que disputaram os cargos de prefeito e vice-prefeito nas eleições municipais de 2012.

São 87 deputados federais, sendo 81 candidatos a prefeito e seis a vice-prefeito, além de cinco senadores, todos candidatos a prefeito. Concorreram à prefeitura de capital cinco senadores, 41 deputados e cinco candidatos a vice-prefeito.

Eleitos

Dos deputados candidatos foram eleitos 25, sendo 15 no 1º turno e dez no 2º turno. Em relação à eleição de 2008 houve um crescimento 38,88%.

Já entre os senadores, três não foram eleitos no 1º turno e dois que disputaram o 2º turno: a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB), em Manaus (AM), e o senador Cícero Lucena (PSDB), em João Pessoa (PB) não lograram êxito nas urnas.

Veja o levantamento completo, tabelas e a estatística dos resultados de eleição em anos anteriores

Texto enviado por Jansen M. Cavalcanti

“Mensalão” é a esperança de Merval para Serra vencer

8 de outubro de 2012

Fernando Haddad larga na frente nas simulações de 2º turno contra José Serra em São Paulo, mas a guerra será acirrada e a estratégia foi antecipada pelo colunista Merval Pereira, da Globo, que falou da conexão entre a possível condenação de José Dirceu na terça-feira, dia 9, e o resultado final da disputa na maior metrópole do País.

Via Brasil 247

Com a definição do 2º turno em São Paulo entre José Serra, do PSDB, e Fernando Haddad, do PT, uma coisa é certa: nada será capaz de deter o engajamento de grandes veículos de comunicação e de seus colunistas para tentar vincular o julgamento da Ação Penal 470 ao resultado da disputa na maior metrópole do País. A estratégia foi antecipada pelo colunista Merval Pereira, da Globonews, há poucos instantes. “Um ponto determinante em São Paulo pode ser o julgamento do mensalão e na próxima terça-feira deve acontecer a provável condenação de José Dirceu e José Genoíno, duas lideranças importantes do PT”, disse ele.

Até agora, no entanto, o resultado das eleições municipais para o PT foi extremamente positivo, apesar do massacre midiático ao qual o partido foi submetido. Fernando Haddad larga na frente em São Paulo (tem 45% contra 39% de José Serra nas simulações de 2º turno do Datafolha), assim como Nelson Pelegrino, em Salvador, Luciano Cartaxo, em João Pessoa, e Elmano de Freitas, em Fortaleza. O partido também elegeu Paulo Garcia, no 1º turno, em Goiânia, e conquistou cidades médias importantes, como Uberlândia (MG), com Gilmar Machado, e Maringá (PR), com Enio Verri.

Nada, no entanto, é tão relevante quanto a disputa em São Paulo, onde a conquista da prefeitura, pelo PT, enfraqueceria brutalmente a máquina política alternativa que existe no País, comandada pelo PSDB. Uma máquina poderosa, rica e com influência clara nos grandes meios de comunicação. Na transmissão ao vivo pela Globonews, era nítida a má vontade da equipe comandada por Merval em relação ao PT. O desejo de enfatizar derrotas do partido, como as de Recife e Belo Horizonte, gerou gafes desnecessárias, como a análise sobre Curitiba. Durante boa parte da transmissão, os jornalistas da Globonews falaram sobre a derrota de Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo, casal paranaense que apoiou Gustavo Fruet, sem se dar conta de que o pedetista passava para o 2º turno.

Em relação a Haddad, a Globonews só reconheceu o 2º turno às 20h11 quando o cenário já era claro desde a boca de urna, às 17 horas. Ao introduzir o “mensalão”, Merval foi até interrompido por Renata Lo Preto, que o lembrou de um detalhe importante: o efeito do julgamento na urna não foi exatamente aquele previsto pelos colunistas de corte mais conservador.

***

1º TURNO – RESULTADO FINAL NA CIDADE DE SÃO PAULO

1º O privateiro e fujão – 1.884.849 votos – 30,75%

2º FERNANDO HADDAD – 1.776.317 votos – 28,98%

3º Celso Tá russo com o Edir – 1.324.021 votos – 21,60%

4º Gabriel Chalita – 833.855 votos – 13,60%

5º Soninha #SussaComSerra – 162.384 votos – 2,65%

6º Carlos Gianazzi – 62431 votos – 1,02%

Os outros candidatos tiveram menos de 1% dos votos

Abstenções: 1.592.722 eleitores (18,48%)

Brancos: 381.407 votos (5,43%)

Nulos: 516.384 votos (7,35%)


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