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Vídeo: Soninha fala o que quer para Haddad e ouve o que não quer

8 de setembro de 2012

Via YouTube

No debate de segunda-feira, dia 3, na RedeTV, Soninha Francine fez uma pergunta um tanto capciosa ao candidato Fernando Haddad. Porém, parece que a tchurminha da Soninha cortou “acidentalmente” a resposta de Haddad num vídeo que circula nas redes sociais. No final do vídeo abaixo, a Nina se revela como Rita, uma moça com passado obscuro que vive uma vida dupla. Aliás, o Jorginho dessa Nina, na verdade, tem cara de Leleco (clique aqui).

Ficha nepótica da candidata

Soninha Francine Gaspar Marmo

Superintendente da Sutaco, autarquia vinculada a uma Secretaria do Governo do Estado de São Paulo (PSDB).

Neide Francine Gaspar

Parentesco: mãe da Soninha

Trabalha como “assistente técnico” em gabinete da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (PSDB) sem concurso público ganhando R$3.380,00.

Sarah Marmo Azzari

Parentesco: filha da Soninha

Também trabalha em cargo comissionado na Secretaria de Cultura de do Estado de São Paulo (PSDB) ganhando R$3.061,90.

Rachel Marmo Azzari Domenichelli

Parentesco: filha da Soninha

Ocupa o cargo de “Diretor 1” na Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo (PSDB) sem concurso público e ganhando R$5.570,77.

Clique aqui para saber mais sobre o teto de vidro da madame Soninha e sua relação com o governo tucano.

Melhores momentos: Serra tem participação deprimente no debate da RedeTV

5 de setembro de 2012

Renato Rovai em seu blog

O debate realizado na noite de segunda-feira, dia 3, pela RedeTV e pelo jornal Folha de S.Paulo teve uma audiência pífia, marcou apenas 3 pontos no Ibope. A média que a RedeTV possui aos domingos, no mesmo horário, é de 10 pontos. A emissora ficou apenas em quarto lugar, com menos de um terço da audiência do terceiro lugar, o SBT (10 pontos). Ou seja, poucas pessoas o assistiram e dificilmente ele vai impactar nos futuros resultados das pesquisas eleitorais.

Porém, do ponto de vista psicológico eleitoral, ele teve um grande significado. O candidato do PSDB, José Serra, se comportou e foi tratado como um “nanicão”. O que é o “nanicão”.

O “nanicão” é um candidato um pouco maior que o candidato nanico. Quais são os candidatos nanicos? Levy Fidélix e Eymael são dois exemplos. Sempre disputam todas as eleições e sabem que suas chances são inexistentes. Porém, cumprem um papel de coadjuvantes no processo eleitoral e mantêm a legenda partidária, que lhes garantem tempo de TV para acordos políticos em diversas cidades brasileiras.

No caso de Serra, seu papel não é esse e por isso ele não pode ser chamado só de nanico. Entretanto, durante o debate, ficou claro que seus principais concorrentes não o tratavam como o principal adversário. Por exemplo, no bloco de perguntas entre candidatos, vários preferiram perguntar a outros do que a Serra. Em outros tempos ele seria o primeiro escolhido para o enfrentamento. Seria o alvo preferencial de todos. Não foi isso que aconteceu no debate.

Russomano e Haddad não o trataram como o adversário a ser batido. Além disso, nos únicos confrontos que teve, com Chalita e Giannazi, o tucano saiu derrotado.

No embate com o candidato do PMDB, Serra tentou insinuar que o peemedebista era mentiroso. Quando Chalita teve direito à palavra lançou logo um Paulo Preto e um Aref na testa do tucano, deixando-o completamente grogue. Gianazzi também não perdeu a oportunidade de mandar o livro A Privataria Tucana no pescoço de Serra.

Quanto aos outros candidatos, a situação deve permanecer inalterada.

Russomano cometeu algumas gafes que podem ser utilizadas na internet e em outros momentos da campanha. Por exemplo, o candidato do PRB afirmou que seu partido “aceita até candidatos homossexuais”, veja bem, “ATÉ”. Ato falho que permite um grande debate sobre o posicionamento de Russomano nessa seara da orientação sexual.

O candidato do PRB também afirmou que a Igreja Universal não é a dona do PRB. Quando até as quase inexistentes esquinas de Brasília sabem que isso é mentira. Hoje a Universal controla o PRB da mesma forma que controla a Rede Record e o jornal Folha Universal. Ou seja, faz de conta que é algo mais amplo, mas tudo precisa passar pelo crivo da igreja.

Enfim, o debate da RedeTV não muda a situação eleitoral na cidade de São Paulo, mas pode ter sido a pá de cal que faltava para enterrar as pretensões de Serra chegar ao segundo turno.

A constatação óbvia do debate é que o tucano está sem pegada, sem discurso e sem condições de se reabilitar.

Em debate, Haddad muda estratégia e Chalita bate forte em Serra

4 de setembro de 2012

Marina Dias, via Terra Magazine

O segundo debate das eleições para a Prefeitura de São Paulo, realizado na noite de segunda-feira, dia 3, na RedeTV! em parceria com o jornal Folha de S.Paulo, marcou a mudança de estratégia do candidato petista, Fernando Haddad, nos embates públicos com seus adversários.

Depois da divulgação das últimas pesquisas Ibope e Datafolha, que mostraram o crescimento de Haddad e a queda de José Serra, candidato do PSDB à sucessão do prefeito Gilberto Kassab (PSD), a coordenação da campanha do PT protocolou a ordem: Haddad deve polarizar o debate com Celso Russomano (PRB), que lidera as pesquisas com mais de 30% das intenções de voto, e não mais com o tucano.

O petista seguiu para os estúdios da RedeTV! sabendo que, como segundo a fazer perguntas, seu alvo deveria ser Russomano, e não Serra. Dessa forma, o terceiro a perguntar, o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB), poderia mirar no tucano. E assim foi feito.

Haddad questionou por que Russomano era contra sua proposta do Bilhete Único mensal. O candidato do PRB respondeu que não achava a proposta viável em termos de verbas públicas. Para ele, a conta “não fecha”.

Quando o mediador do debate, o jornalista Kennedy Alencar, pediu que Chalita fizesse sua pergunta a um adversário e o peemedebista escolheu Serra, petistas da plateia vibraram. “Era exatamente isso que a gente esperava. Era exatamente isso”, comentou um deles após o embate.

O candidato do PMDB atacou seu ex-companheiro de partido, alegando que ele havia fechado escolas em tempo integral, projeto iniciado quando Chalita era secretário estadual de Educação. O tucano se defendeu e disse que não fechou as escolas. Mas, em sua réplica, Chalita leu números que, segundo ele, traziam quantas escolas Serra havia fechado e em que período isso tinha ocorrido.

Chalita chegou a chamar Serra de “mentiroso” e o tucano devolveu o ataque. “Fico assombrado com a facilidade que o candidato tem para faltar com a verdade. Está mentindo para os telespectadores porque não tem praticamente nada para apresentar de currículo”.

A campanha do PMDB se preparou para isso. Chalita, em quarto lugar nas pesquisas de intenção de votos, acredita que pode crescer em cima dos votos de Serra. O deputado já foi filiado ao PSDB, é amigo próximo do governador Geraldo Alckmin e ainda dialoga com diversos setores tucanos.

Já a campanha de Serra orientou o candidato a não responder provocações e a debater propostas destacando sua experiência como gestor e sua biografia. Resta saber se o próximo debate trará novas estratégias para os candidatos, ou se os embates se manterão os mesmos.

***

Chalita cita Paulo Preto ao rebater crítica de Serra em debate

O candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo, Gabriel Chalita, iniciou o debate de segunda-feira, dia 3, promovido pela Folha e pela RedeTV!, com críticas à gestão de José Serra (PSDB) na prefeitura e no governo do Estado.

Ex-filiado do PSDB e ex-secretário estadual de Educação, Chalita questionou o tucano sobre ter fechado escolas de tempo integral na cidade, o que o tucano negou, acusando o peemedebista de mentir.

“Eu não posso ser chamado de mentiroso, não tenho histórico”, rebateu Chalita. “Quem disse que não conhecia o Paulo Preto não fui eu. Quem disse que não nomeou o Aref não fui eu. Quem disse que não sairia da prefeitura não fui eu”, disse o peemedebista, que deixou o PSDB após desavenças com Serra, então governador.

Ao citar Paulo Preto, ele se referiu o ex-diretor da Dersa Paulo Souza, que foi acusado de sumir com dinheiro da campanha do tucano em 2010. Na época, em um primeiro momento, ao ser questionado sobre o episódio Serra afirmou desconhecer o ex-diretor da estatal.

O debate também esquentou no primeiro bloco quando Soninha Francine (PPS) questionou o petista Fernando Haddad sobre o apoio de Paulo Maluf (PP). “Haddad, e o Maluf?”, questionou diretamente a candidata do PPS sobre o aliado incômodo do petista.

Em sua resposta, Haddad disse que não é possível “fulanizar” a política. “Eu não vejo a política dessa maneira”, disse. “Eu faço aliança com partidos políticos”, completou o petista, citando o apoio de Roberto Jefferson, do PTB, a Celso Russomano, e de Valdemar Costa Neto, do PR, a Serra. Em comum, Jefferson e Costa Neto são réus no processo do “mensalão”.

Luta contra o câncer vai encerrar o livro de Fernando Morais sobre Lula

12 de junho de 2012

Jacqueline Patrocínio, via Comunique-se

O jornalista e escritor Fernando Morais foi o entrevistado da madrugada de segunda-feira, dia 11, do programa “É notícia”, apresentado por Kennedy Alencar na RedeTV. Durante o encontro, Morais falou sobre a carreira, obras publicadas e o envolvimento com a política.

Morais está preparando um livro sobre a vida do ex-presidente Lula. Inicialmente, a obra retrataria apenas um recorte de sua vida, dos anos de 1980, quando deixa a prisão, até a passagem de governo para Dilma Rousseff em 2010. Entretanto, com a doença de Lula, se estenderá e falará da luta do petista contra o câncer. O jornalista vem acompanhando Lula desde 2002 e o lançamento do livro está previsto para 2013.

Morais também recordou o início da infância em Mariana, Minas Gerais, quando pensava em ser arquiteto ou piloto. Aos 19 anos, mudou-se para São Paulo, e com outros jovens foi convidado por Mino Carta para colaborar com o Jornal da Tarde. Já atuou nas redações da Veja, Folha de S.Paulo e TV Cultura. Na política já atuou como deputado (1978–1986), secretário da Cultura (1988–1991) e da Educação (1991–1993) do Estado de São Paulo. Seu início no jornalismo foi lembrado durante a entrevista.


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