Posts Tagged ‘Polícia’

Instituto de FHC na mira da polícia devido aos boatos contra Lulinha

21 de outubro de 2013
FHC_Instituto_Lulinha01A

Mídia golpista: Já pensou se fosse o Instituto Lula que estivesse sendo investigado?

Site Observador Político tem grupo de discussão criado desde 19 de abril sobre falsa compra de fazenda de R$47 milhões por Fabio Luís Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula. A página virtual com 31,1 mil seguidores no Facebook pertence ao Instituto Fernando Henrique Cardoso. A coordenação é atribuída a Daniel Graziano, diretor da ONG que tem como figura central o ex-presidente tucano. A polícia quer saber motivação para propagação da injúria e difamação.

Marco Damiani, via Brasil 247

Vai dizer que não é notícia? Só se não for para a mídia tradicional. Na vida real, como 247 noticiou na semana passada, um inquérito policial está em andamento na 78ª DP, no bairro do Jardim Paulista, em São Paulo, para apurar as origens e as fontes de propagação nas redes sociais, em sites e blogs de informações falsas sobre Fábio Luís Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula. Ele vem sendo vítima de injúria e difamação, por meio da atribuição de compras de um jatinho e uma fazenda e associação com um grande frigorífico.

Agora, o caso acaba de ganhar mais um elemento explosivo. A polícia já sabe que um dos endereços eletrônicos de disseminação das mentiras contra Lulinha, como Fábio é conhecido, é o site Observador Político: http://www.observadorpolitico.org.br.

No registro.com, órgão que armazena informações sobre a titularidade das páginas virtuais, a propriedade do Observador Político é dada ao iFHC, o elegante Instituto Fernando Henrique Cardoso, no centro de São Paulo.

Entre móveis de época que contrastam com amplos salões pelos quais desfila a nata da social-democracia mundial, em debates de alto nível intelectual, claro, o iFHC também possui o site que estimula discussões sobre diferentes temas, sempre propostos por internautas devidamente cadastrados em suas páginas de triagem.

Desde 19 de abril deste ano – e no ar ao menos até 18h30 desta sexta-feira 18 –, um dos temas publicados para o debate tem o seguinte título:

Enquanto o DESgoverno do PT distribui migalhas para os pobres Lulinha compra fazenda de 47 mi.

Lançada na rede com a assinatura “Deleted User” – usuário deletado –, a nota que se soma a muitas outras, em outros endereços eletrônicos, de ataque ao filho de Lula, é aberta assim:

Novo Mega Campeão do Brasil de enriquecimento súbito é o proprietário desta Fazenda. Fazenda Fortaleza comprada e certificada em Cartório de Registro de Imóveis.

Proprietário: Fábio Luis Lula da Silva (isso mesmo)

Propriedade: Fazenda na região de Valparaíso/SP

Preço: 47 milhões de reais

Ao lado da publicação, a pergunta feita pelo Observador Político é: o que você tem a dizer? Entre os dez comentaristas que entraram nesse debate, o que assina “mario jota” demarcou, no mesmo dia da postagem, que “cabe ao filho do Lula desmentir”.

No entendimento do advogado de Fábio Lula, Cristiano Zanin Martins, não é tão simples assim. O Código Penal pode punir com o mesmo rigor os que originam uma injúria e difamação e os que a multiplicam.

“Não há diferença entre quem cria um boato, uma mentira, e quem os passa adiante”, disse Martins ao 247. “Os dois polos que divulgam informações manifestamente falsas podem ser punidos igualmente”.

O advogado esclarece que, no caso das falsas notícias veiculadas contra Lulinha, o problema não está em qualquer tipo de opinião contra a figura dele. “Não queremos censurar nada, mas sim repor a verdade e barrar a mentira. A honra dele foi atacada por esse continuado bullying eletrônico”.

247 procurou, no Instituto FHC, o dirigente Daniel Graziano, mas a atendente Valéria informou que ele não estava. O recado com o número de telefone da reportagem ficou lá.

É certo que responsáveis pelo Observador Político serão ouvidos pela polícia paulista. Caso a investigação caminhe para cima, no ponto mais alto da hierarquia do instituto está o próprio ex-presidente Fernando Henrique, sem dúvida o maior contrário político ao ex-presidente Lula.

Isso pode mesmo acontecer?

“Talvez, mas nós preferimos não trabalhar com a teoria do domínio do fato”, ressalvou o advogado Martins. “A polícia, que já tem as provas da materialidade do crime, saberá como agir”, confia ele.

Para julgar melhor a dimensão do fato em investigação, imagine, por um momento, uma troca de personagens: o site do Instituto Lula alimentando debates com uma notícia falsa sobre o filho do ex-presidente FHC, Paulo Henrique Cardoso. Algo como a compra, por ele, de uma fazenda de R$47 milhões.

Daria manchete?

Abaixo, reprodução de página do site de propriedade do iFHC capturada por 247 nesta sexta-feira 18:

FHC_Instituto_Lulinha02

Leia também:
Lulinha entra no STF com queixa-crime contra tucano mineiro por calúnia
A lição de democracia da loja que desmentiu o boato de que é “do filho de Lula”
Friboi contrata agência para desmentir o boato que a empresa é de Lulinha
Lulinha processa prefeito de São Carlos após postagem no Facebook
Família do ex-presidente Lula vai pra cima de tucano que mentiu sobre Lulinha
Caluniador de filho de Lula na internet é executivo do instituto FHC
Empresário é condenado a pagar multa por causar danos morais ao filho de Lula
Advogados de filho de Lula denunciam seis pessoas por ataques via internet
Veja acusou o filho de Lula. E agora?
Para encerrar o assunto: As fazendas não são do Lulinha
A cobra vai fumar: Lula entra com queixa-crime contra o Ronaldo Caiado

Boston: O atentado pode ter sido realizado por mercenários contratados para o evento

22 de abril de 2013
EUA_Boston_Atentado02

Militares terceirizados, vulgo mercenários, contratados para trabalhar na Maratona de Boston, com mochilas pretas, detectores de radiação e equipamentos táticos.

As histórias dos “atentados” ocorridos nos Estados Unidos sempre parecem extraídas dos filmes de Hollywood. Na de Boston: Swat, helicópteros, FBI, holofotes, metralhadoras, bombas, gás e dois jovens quase adolescentes presos, mas que, de acordo com testemunhos de colegas e parentes, eles são pacíficos e estudantes exemplares. Em 2001, meia dúzia de árabes com poucas horas de aula de voo em teco-tecos e comandados de dentro das cavernas do Afeganistão jogam dois Boings no World Trade Center. Isso é possível? Agora, circulam mais suspeitas sobre o atentado na maratona de Boston.

Mike Adams, via Natural News e lido no Brasilianas

O Natural News acabou de confirmar que ao menos cinco militares terceirizados, vulgo mercenários, estavam operando na cena do crime na maratona de Boston. Todos carregavam mochilas pretas semelhantes às usadas para carregar as panelas de pressão com bombas.

A mídia tradicional está censurando completamente qualquer menção a esses mercenários da Craft (empresa de “segurança” militar semelhante a Black Water), fazendo de conta que não existem. Só a mídia alternativa está conduzindo uma investigação verdadeiramente jornalística desses ataques. A mídia tradicional não está interessada na verdade, só querem distorcer os fatos até virar uma forma de culpar os suspeitos de sempre – árabes e norte-americanos extremistas – por algo em que eles não participaram.

Graças à ajuda de pesquisadores, que postaram textos e fotos no 4Chan e de alguns de nossos analistas, conseguimos trazer luz às novas suspeitas sobre o atentado na maratona de Boston.

Na foto abaixo, quem é esse cara e que objeto tem nas suas mãos? A foto seguinte foi tirada poucos momentos da detonação da primeira bomba. Muitas pessoas estão se perguntando: Quem é esse cara? Por que ele está com botas e calças de combate? E o mais importante: o que ele leva em suas mãos?

EUA_Boston_Atentado03

Foi possível dar um close em suas mãos. Com um pouco de pesquisa, fomos capazes de descobrir que esse aparelho é um “detector de alerta de radiação”, aparelho usado para situações de “bomba suja” ou ataque nuclear.

EUA_Boston_Atentado04

Isso imediatamente suscita questões do tipo: Quem contratou esse cara? De que lado ele está? Por que ele teria adivinhado a necessidade de um detector de radioatividade? Que tipo de mercenários carrega rotineiramente um equipamento desses, tão caro?

Existem mais quatro mercenários com o mesmo uniforme. Quando analisamos as fotos, foi possível localizar mais quatro mercenários com os mesmos uniformes: botas e calças de combate caqui, jaquetas pretas, mochilas pretas e equipamento de comunicação tática.

A seguir, uma foto de três desses mercenários, o do meio é o mesmo da foto acima.

EUA_Boston_Atentado05

Por meio dessas fotos, é possível perceber algumas situações:

1. Os três parecem surpresos pelos acontecimentos. Isso pode significar que eles não esperavam o ocorrido naquele momento.

2. O objeto na mão do homem do meio pode parecer uma arma de mão, mas tenho certeza que não é. Por quê? Porque nenhum mercenário bem treinado iria carregar uma arma com dedo no gatilho. A maneira correta de carregar uma arma enquanto se corre é firmemente na palma da mão. Esse objeto é provavelmente um detector de radioatividade como o da foto acima.

3) O homem à esquerda parece carregar um aparelho que aciona com o polegar: um rádio ou um celular?

4) O homem da direita revela em sua camiseta o logo da “The Craft”, visível porque sua jaqueta se abriu no momento da foto.

Abaixo a foto comparativa do logo da Craft.

EUA_Boston_Atentado06

Mais dois mercenários na cena do crime com o mesmo uniforme. No boné de um deles, o logo da Craft.

EUA_Boston_Atentado07

EUA_Boston_Atentado08

O fuzileiro naval e franco-atirador Chris Kyle também era membro da Craft. Ele foi assassinado por um de seus mais próximos amigos alguns meses atrás. A aparência dos mercenários da Craft na Maratona de Boston levanta questões a respeito da morte de Chris Kyle.

Nas fotos abaixo, Chris Kyle usa o boné da Craft.

EUA_Boston_Atentado09.jpg

A seguir, o logotipo e slogan da Craft: “Apesar do que sua mãe lhe disse, a violência resolve problemas.”

EUA_Boston_Atentado10

Se você ainda tem dúvidas a respeito dos mercenários da Craft, entre nesse site The Craft website, onde o logo, uniformes e equipamentos são mais visíveis. As mochilas-bomba são similares às usadas pelos mercenários Craft. Na foto abaixo é que a coisa fica realmente assustadora: as mochilas que levavam as panelas de pressão parecem incrivelmente semelhantes às usadas pelos mercenários da Craft.

EUA_Boston_Atentado11

Outra foto com o logo da caveira da Craft extraída de seu website.

EUA_Boston_Atentado12

A foto a seguir mostra funcionários da Craft num feira de negócios. Todos usam as mesmas botas e calças de combate.

EUA_Boston_Atentado13

O que significa tudo isso? Inicialmente, temos de ignorar as baboseiras dos trolls que dizem que isso é teoria de conspiração. Como podem fotos de pessoas reais serem confundidas com fotomontagens para induzir à teoria de conspiração?

As fotos mostram o verdadeiro trabalho de investigação policial e as pessoas que aparecem nelas deveriam ser ouvidas. Mas elas não serão. Toda a mídia conservadora e o aparato policial dos EUA estão fazendo de conta que elas não existem. (Agora essa é a teoria de conspiração DELES.)

Sabemos, entretanto, que os funcionários da Craft não trabalham de graça. Eles não são um grupo de voluntários. Isso significa que alguém os pagou para estarem ali. Quem pagou a Craft para “trabalhar” na maratona? E qual era sua missão? Por que sua presença na Maratona de Boston está sendo ignorada? Por que essas pessoas das fotos não estão sob investigação? Por que eles carregam detectores de radiação? O que há em suas mochilas? Sanduíches de presunto?

O fato de a mídia conservadora se recusar a reconhecer a existência desses mercenários é evidente e causa estranheza.

Recordar é viver: A festa dos 500 anos do Brasil de FHC dá prejuízo de R$10 milhões ao estado da Bahia

2 de abril de 2013
A nau Espírito Santo não saiu do lugar e, com o tempo, naufragou levando o dinheiro do contribuinte.

Na festa dos 500 anos, a nau Espírito Santo não saiu do lugar e, com o tempo, naufragou levando o dinheiro do contribuinte.

Com informações do Portal do Ministério Público Federal da Bahia

A Justiça Federal acolheu pedido de uma ação civil pública do Ministério Público Federal na Bahia e condenou o Estado da Bahia a pagar indenização por impedir uma manifestação pacífica nas comemorações pelos 500 anos do Brasil, há 12 anos

O estado da Bahia terá de pagar R$10 milhões de indenização por dano moral coletivo por impedir o direito constitucional de reunião e de liberdade de expressão de índios, negros e cidadãos comuns durante o 5º Centenário do Descobrimento do Brasil, em 22 de abril de 2000, em Porto Seguro (BA). A indenização deve ser paga com juros e correção monetária e revertida ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, conforme prevê o art. 13 da Lei nº 7347/85.

Na ação, o MPF argumentou que a Polícia Militar baiana reprimiu uma manifestação pacífica de diversos índios, integrantes do movimento negro, estudantes e outros cidadãos, que seguiam da enseada de Coroa Vermelha, há cerca de 20 quilômetros de Porto Seguro, para o Centro Histórico da cidade a fim de expor a visão do grupo sobre o significado dos 500 anos de descobrimento do País.

O episódio, que repercutiu nacional e internacionalmente na mídia, marcou as comemorações pelos 500 anos do Brasil não só pelo fato de o governo baiano impedir o direito constitucional de reunião e de liberdade de expressão, como também pela forma violenta e desproporcional que a Polícia Militar dissolveu a passeata. Apesar de não portarem armas e carregarem apenas faixas, bandeiras e panfletos, bem antes do local dos festejos oficiais os manifestantes, os manifestantes foram surpreendidos por uma barreira policial que impediu o prosseguimento da marcha com uso de bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha.

Os 500 Anos de Descobrimento do Brasil

Para comemorar a data, o governo e a Presidência da República prepararam uma superprodução em Porto Seguro com direito a missa e a uma réplica da nau que Cabral usou para chegar ao Brasil. Além da nau não ter funcionado, o evento foi marcado por protestos. O fato gerou preocupação ao governo e à Presidência da República quanto à manutenção da segurança pública na cidade durante os festejos. Índios de diversas regiões do País, por sua vez, aproveitaram o momento histórico para realizar uma conferência e uma passeata na cidade a fim de fazer uma reflexão sobre o real significado daquela data.

Para o Judiciário, em vez de frustrar a comemoração realizada pelo governo, a manifestação pretendia simplesmente conferir pluralidade ao evento, por isso, cabia ao Estado, em vez de impedir os índios de se reunirem pacificamente e exporem seu ponto de vista, adotar todas as providências para que eles exercitassem esse direito integralmente. “Não se justifica a atuação repressiva da Polícia Militar em relação aos manifestantes, não sendo possível reconhecer que os agentes estatais agiram no estrito cumprimento do dever legal”, afirma a sentença.

***

Leia também:

Por que a reeleição de FHC nunca chegou ao STF

Para a reeleição de FHC, Cacciola doou R$50 mil

Proer, a cesta básica dos banqueiros

FHC só lançou programas sociais a quatro meses da eleição de 2002

A Folha noticiou a compra de votos por FHC para a reeleição, mas depois se “esqueceu”

Histórico catastrófico da era FHC

O que Dilma deve a FHC para ser chamada de ingrata?

Vídeo: Entenda como e por que FHC quebrou o Brasil três vezes

Celso Lafer descalço em aeroporto exemplifica submissão de FHC aos EUA

Em vídeo, Itamar Franco esclarece que o Plano Real não é obra de FHC

Salário mínimo: As diferenças entre os governos FHC e Lula/Dilma

Vídeo: Já pensou se fosse o Lula? FHC embriagado na Marquês de Sapucaí

FHC, o reacionário

Conheça o apartamento de FHC em Paris. Ele tem renda pra isso?

Vídeo: FHC tenta mentir em programa da BBC, mas entrevistador não cai nas mentiras

Adib Jatene: “FHC é um homem sem palavra e Serra, um homem sem princípios.”

FHC compra o Congresso: Fita liga Sérgio Motta à compra de votos para reeleição

FHC comprou o Congresso. O STF não vai fazer nada?

FHC disse muitas vezes: “Não levem a sério o que digo.”

FHC e a reeleição comprada: Por que a Veja não consulta seus arquivos?

O retrato do desgoverno de FHC

Governo FHC: O recheio da pasta rosa e o caso do Banco Econômico

Os crimes de FHC serão punidos?

O Brasil não esquecerá os 45 escândalos que marcaram o governo FHC

FHC ao FMI: “CEF, Banco do Brasil e Petrobras estão à venda.”

As viagens de FHC, de Lula e a escandalização seletiva

Como a Globo deu o golpe da barriga em FHC e enviou Miriam para Portugal


%d blogueiros gostam disto: