Posts Tagged ‘Piada’

Daniela Mercury: O hotel ensinou boas maneiras a Rafinha Bastos

7 de abril de 2013

Rafinha_Bastos02Da série como a homofobia está em baixa fora do Congresso.

Lido no Advivo

Rafinha Bastos leva fora após fazer piada com Daniela, Freddie e hotel

Via F5

O humorista Rafinha Bastos, 36, bem que tentou fazer graça com o assunto da semana – a divulgação de que Daniela Mercury está casada com uma mulher –, mas se deu mal.

“Daniela Mercury e Fred Mercury (sic) tinham algo em comum”, escreveu no Twitter, em referência ao cantor, morto em 1991, que era gay. “Aê, funcionários do hotel Mercure… estamos de olho!”

Pouco depois da postagem, o Twitter oficial da rede de hotéis se manifestou sobre o assunto: “Rafinha Bastos, aqui respeitamos a diversidade”, respondeu a conta, antes de mandar uma piscadinha de olho em forma de emoticon.

“Hotéis Mercure 1 x 0 Rafinha Bastos”, constatou uma seguidora.

A postagem acabou repercutindo também em outras redes sociais.

Gripe de Celso de Mello vira chacota no Twitter

16 de dezembro de 2012

Celso_Mello04_STF_ZeAbreu_Pereio

Os atores José de Abreu e Paulo César Pereio puxam piadas na rede social envolvendo a doença do ministro do STF, que faltou às sessões de quarta e quinta-feira da semana passada, adiando o fim da votação sobre cassação de mandatos. Pereio recomenda “receita tiro-e-queda” de sua avó a Mello, enquanto Zé de Abreu menciona a ausência de vacina contra a gripe no Supremo.

Via Brasil 247

Depois de ter passado uma temporada fora do Twitter, o ator José de Abreu voltou com a corda toda. O popular ativista político tem hoje quase 70 mil seguidores em sua conta no microblog, cuja dose crítica das publicações é bastante elevada. Abreu tem como foco principal, nos últimos meses, o julgamento da Ação Penal 470, o “mensalão”, assunto que lhe fez criticar, por diversas vezes, atitudes tomadas pelos ministros do Supremo Tribunal Federal.

Na polêmica mais recente, sobre a cassação de mandatos de parlamentares, o ator defende com veemência que o Congresso tome as rédeas da causa, seguindo o artigo 55 da Constituição e votando sobre a perda de mandato dos réus condenados na ação. “O Supremo está querendo abusar de um poder que ele não tem”, protestou Abreu na quinta-feira, dia 13, ao 247.

A respeito da gripe que tomou o ministro Celso de Mello na semana passada, ele também não deixou escapar. “Vamos combinar que é inacreditável um ministro do STF não tomar vacina antigripe. E gripe dura dias, não horas… Vejamos”, postou o ator na quarta-feira, dia 12, depois do anúncio de que o ministro não poderia comparecer à sessão no tribunal, atrasando a conclusão dos votos sobre o tema.

Na quinta-feira, dia 13, o estado de saúde de Mello piorou e o ministro precisou ser internado, adiando novamente seu voto, decisivo para o fim da discussão na corte. “Será que é gripe ou pneumonia?, do decano vai emendar com o recesso do Supremo? Quando começa?”, voltou a provocar Zé de Abreu. A vacina antigripe também foi mais uma vez insumo para as brincadeiras na tarde do mesmo dia: “Algum jornalista pode perguntar ao ministro sobre vacina pra gripe?”, perguntou o ator.

Ele não está sozinho. Além de dezenas de seguidores que provocam a ausência do ministro, o ator Paulo César Pereio não fica atrás. Na quinta-feira, dia 13, ele chegou até a recomendar uma “receita tiro-e-queda” ao membro do STF, com um tom de provocação, insinuando que o ministro estaria sendo covarde por não comparecer à sessão. “Para o jurista de Tatuí a receita tiro-e-queda da minha velha avó, lá no Alegrete: chá de limão, alho e gengibre. Cura gripe, covardia não”, publicou Pereio.

O ministro decano do STF precisou ser internado na noite de quarta-feira, dia 12, num hospital de Brasília, depois que a gripe ficou mais forte e ele passou a apresentar febre. A hipótese de pneumonia não está descartada. Nas duas sessões em que ele esteve ausente, os ministros do Supremo discutiram temas que não têm a ver com o julgamento da Ação Penal 470. Se for liberado pelos médicos, Celso de Mello pode participar da sessão de segunda-feira, dia 17, quando finalmente seria concluída a questão da perda de mandato parlamentar.

A piada do Gurgel

5 de agosto de 2012

Carlos Motta em seu blog de crônicas

E então, eis que meus olhos cansados se deparam com o seguinte parágrafo em uma notícia da Agência Brasil:

“Gurgel concordou que há provas pouco robustas contra quem chamou de ‘principal figura de tudo que apuramos’ e ‘o grande protagonista’ do “mensalão”, mas atribuiu o fato ao papel de liderança que Dirceu exercia. ‘Como quase sempre ocorre com chefes de quadrilha, o acusado não aparece nos atos de execução do esquema’, justificou.”

Só para esclarecer: Gurgel é o procurador-geral da República, Roberto Gurgel; Dirceu é José Dirceu, ex-ministro-chefe da Casa Civil do governo Lula.

Posto isso, o distinto público há de reparar que existe uma certa semelhança física entre o nosso Gurgel e o apresentador de televisão Jô Soares, que já foi, muito tempo atrás, um celebrado comediante.

Está certo, também, que o julgamento do tal “mensalão” pelo Supremo Tribunal Federal está mais para um show televisivo do que para uma sessão tradicional da mais alta corte judiciária do país.

Nem por isso, creio, nosso distinto Gurgel deveria, como se diz, “entrar no clima”, e tentar transformar algo que se supõe sério numa pantomina descarada.

Uma coisa é parecer com Jô Soares; outra, bem diversa, é agir como ele.

Pois não há como não encarar como uma piada o seu argumento de que ele, procurador-geral, acusador-mór, não conseguiu reunir provas robustas contra quem denomina “principal figura de tudo que apuramos” e “grande protagonista” do tal “mensalão” pelo simples fato de que tal personagem é o “chefe da quadrilha”.

Se uma lógica dessas, fico pensando, fosse aplicada pelos tantos procuradores que existem por aí, as prisões estariam vazias.

Afinal, como na piada de Gurgel, seria impossível reunir provas contra os chefões dos crimes porque eles não gostam de se expor publicamente, preferem o anonimato, não vivem dando entrevistas sobre as suas atividades, não andam por aí distribuindo cartões de visita com seus nomes e funções no bando destacados em letras gravadas a ouro.

Pela lógica do nosso Gurgel, só é possível reunir provas contra os chefões do crime se eles não forem os chefões.

É de morrer de rir.


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