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Para especialistas, fuga espetacular do PCC foi jogada eleitoral e arriscada

18 de março de 2014

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Estudiosos de segurança pública e mídia avaliam que noticiário fortalece “marca” da facção e que governo tucano faz “jogo de cena”. Para sociólogo, tema é “calcanhar de aquiles” do PSDB.

Gisele Brito, via RBA

Desde o dia 27 de fevereiro, parte da imprensa dá detalhes de um plano de fuga de quatro líderes da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Entre eles Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola. Bandidos treinados para pilotar helicópteros iriam fazer o resgate. A história veio a público graças ao vazamento de uma investigação das polícias Civil e Militar e do Ministério Público de São Paulo. Após a revelação, o governo estadual pediu a transferência dos nomes investigados para o Regime de Detenção Diferenciado (RDD), onde os presos ficam 22 horas diárias em solitárias durante 60 dias. Para especialistas em segurança pública e comunicação ouvidos pela RBA, o estardalhaço em torno da suposta fuga fortalece a “marca” do PCC e é motivado pelo ano eleitoral.

Antes de se tornar público o plano, nenhum planejamento preventivo havia sido feito para impedir a execução. Houve apenas o deslocamento de homens do Comando de Operações Especiais (COE) da PM – com armamento capaz de derrubar helicópteros – para o entorno da Penitenciária 2, em Presidente Venceslau, no interior paulista.

Além da transferência de Marcola e de mais três membros do PCC para o RDD, ninguém foi preso. Pelo contrário. Segundo notícia da Folha de S.Paulo do dia 12 de março, Márcio Geraldo Alves Ferreira, o Buda, um dos principais articuladores do plano, foi, no dia 12 de janeiro, levado para a 73º DP, no Jaçanã, zona norte da capital, por estar com documentos falsos. Na época já se investigava a fuga e a sua participação, mas ele foi liberado.

Ainda assim, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) repetiu o discurso de que “São Paulo não se intimida”, minimizou a força do PCC e enfatizou a qualidade da polícia. E setores da mídia potencializaram tanto o espetacular plano de fuga quanto a inteligência dos órgãos de segurança pública do estado.

A coordenadora do curso de jornalismo da Universidade Mackenzie, Denise Paieiro, que pesquisa a relação entre mídia e discurso do terror, destaca que a cobertura dedicada ao assunto fortalece a imagem da organização criminosa. “Os veículos de comunicação perderam um pouco a mão em vários momentos. Deram detalhes da operação. Entrevistaram especialistas que ampliaram esses detalhes, o que aumenta o medo potencial de terror. Tem notícia? Tem. Mas é uma informação realmente relevante ou estamos fortalecendo a imagem da organização?”

Sobre a atuação do governo, mais do que o discurso, a postura da gestão tucana aponta uma tentativa de conciliação com o PCC, o que se explicita com o episódio da fuga. “Tem toda uma sensação de combate efetiva, mas, do outro lado, tem uma ação de manter o acordo feito em 2006, de manter a acomodação para que não ocorra uma ruptura generalizada em todo o sistema”, avalia a socióloga Camila Nunes Dias, autora do livro A história secreta do PCC.

A maior demonstração de força do PCC ocorreu em maio de 2006, quando policiais foram assassinados em emboscadas e ônibus foram queimados, levando pânico à capital paulista. A ação foi coordenada de dentro de presídios e executada por dezenas de pessoas nas ruas. Depois de dois dias de terror, os ataques só cessaram depois do governo negociar com Marcola.

O grupo atingiu tal capacidade de articulação depois de crescer à margem das preocupações do governo estadual, responsável pelos presídios e que, como agora, manteve o discurso de minimizar o poder da facção.

Camila Nunes aponta que a resposta ao suposto plano de fuga era previsível e que, na realidade, o governo Alckmin manobraria a situação para se beneficiar dela. “Considerando o perfil do Marcola, não acho razoável que ele fosse armar algo tão mirabolante. E, se fosse verdadeiro esse plano, você pediria uma internação em RDD por apenas 60 dias? A leitura que eu tenho feito é que é um jogo de cena para mostrar ação.”

A socióloga entende que a divulgação do plano se trata de estratégia política de grupos que fazem parte do governo do PSDB. “Tem gente pensando nos debates das eleições que vem aí. Tudo isso é parte desse cenário pré-eleitoral. O PCC é um dos calcanhares de aquiles desse governo”, prossegue.

O presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Lima, vê no reconhecimento do poderio de uma organização criminosa a peça fundamental para seu enfrentamento. “Isso aconteceu, por exemplo, no caso da máfia italiana, quando os poderes Judiciário, Legislativo e Executivo se uniram para criar mecanismos de contenção. Mas não no enfrentamento com tiro. Isso, no caso brasileiro, é ainda mais complexo, pois nós não temos a cultura da transversalidade, das secretarias que se conversam, interação entre as polícias e outros órgãos do sistema de justiça”, comenta.

Enquanto o enfrentamento não vem, o PCC se fortalece. O doutor em Ciências Sociais Guaracy Mingardi, ex-secretário nacional de Segurança Pública, diz que a transferência dos líderes da facção para o RDD, odiado pelos detentos, pode ser o estopim para uma nova rodada de rebeliões ou terror, como a de 2006. “Para isso acontecer, só depende de clima. Mas se não houver esse clima, não é por enfraquecimento do PCC ou ação do Estado. Desde 2006, o PCC só se fortaleceu”, analisa.

Mingardi lembra que, em anos eleitorais, o Estado fica mais frágil, submetido a interesses obscuros, e as organizações criminosas ganham mais poder de barganha para pressionar os governantes e não serem incomodados. “Por isso, a tendência é tentar apaziguar com medidas pouco efetivas, como o RDD de 60 dias”, conclui.

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Luciano Martins Costa: A reportagem que nunca foi escrita

6 de março de 2014

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Luciano Martins Costa, via Observatório da Imprensa

O noticiário policial dos jornais paulistas tem registrado, nos últimos dias, uma frequência preocupante de episódios de depredações e ataques em cidades do interior. Os incidentes têm sido vinculados, ainda que indiretamente, à decisão de colocar sob regime de isolamento os líderes da facção criminosa chamada Primeiro Comando da Capital, que cumprem penas em presídios de segurança máxima.

Nos quatro dias de Carnaval, foram dezenas de ataques com coquetéis molotov contra veículos, principalmente ônibus, e prédios públicos e particulares em cinco cidades, com grande concentração no oeste e noroeste do Estado. Em algumas das ocorrências, chama atenção a presença de adolescentes, com idades entre 13 e 16 anos.

Com cautela, porta-vozes da Secretaria da Segurança Pública evitam afirmar que se trata de uma retaliação por conta do cerco ao chamado PCC. Somente em Campinas, catorze ônibus do sistema municipal de transporte foram depredados na madrugada de terça-feira, dia 4/3. Durante o período de Carnaval, chegou a 22 o total de veículos vandalizados.

No Carnaval do ano passado, registraram-se apenas seis ocorrências desse tipo, mas em 2011 a cidade havia sofrido nada menos do que 66 ataques a ônibus, o que complica a análise das causas.

Na cidade de Promissão, a 451 quilômetros de São Paulo, além de sete veículos também foi atacada a casa de um policial rodoviário. As outras cidades com ocorrências semelhantes foram Assis, Ourinhos e Santa Cruz do Rio Pardo.

Policiais ouvidos pela imprensa acham que a ação foi uma resposta a uma operação que resultou na apreensão de grande quantidade de drogas e na prisão de 199 suspeitos na região. Em outra reportagem, O Estado de S.Paulo divulga relatório do Conselho Internacional de Controle de Narcóticos, órgão da ONU, no qual se revela que o consumo de cocaína no Brasil mais do que dobrou em dez anos. Além de fundamental na rota da droga produzida nos países andinos, nosso país se tornou um dos maiores consumidores, com um volume quatro vezes superior à média mundial.

Quem financia?

Há uma relação direta entre os incidentes no interior paulista e indicadores de consumo de drogas, embora não explicitada nas reportagens: o lucro dos traficantes é tão elevado e seus negócios tão consolidados que toda ação policial de grande escala produz um efeito semelhante ao das crises que abalam as bolsas de valores.

Em alguns casos, a apreensão de grandes quantidades, como ocorreu na véspera do Carnaval, quando a polícia recolheu 300 quilos de drogas na sede da Torcida Uniformizada do Palmeiras, em São Paulo, provoca um rearranjo no sistema de distribuição e o imediato aumento de preços.

As reportagens sempre remetem a dificuldades do governo paulista com o sistema do crime organizado, principalmente em relação ao chamado PCC. Mas o noticiário fragmentado dissimula o principal eixo da questão: falta uma política nacional capaz de controlar o fluxo de drogas através do país, e não há como escapar à responsabilidade da aliança política liderada pelo PT, que domina o poder Executivo desde 2003: os dados da ONU sobre a expansão do mercado das drogas no Brasil, em índices superiores aos do consumo mundial, nesse período, não deixam margem para desculpas.

O desembargador aposentado Walter Maierovitch, certamente o brasileiro mais familiarizado com a questão do crime organizado e ex-titular da Secretaria Nacional Antidrogas, costuma dizer que as operações policiais espetaculares são apenas isso: espetáculos. Na sua opinião, os anúncios de grandes apreensões de substâncias ilícitas apenas sinalizam para o mercado do crime que é hora de aumentar preços. O grande desafio, observa, é atacar as finanças das quadrilhas.

De fato, o leitor nunca encontra respondida nos jornais, a pergunta: a quem pertencem as drogas apreendidas? Por exemplo, quem era o dono dos 445 quilos de pasta-base de cocaína que foram apreendidos num helicóptero que pertence ao deputado mineiro Gustavo Perrella, do partido Solidariedade?

Mas há uma questão ainda mais importante: quem financia o narcotráfico? Repórteres investigativos que foram atrás dessa pauta nos últimos 30 anos esbarraram em delegados de polícia, políticos, empreendedores imobiliários, oficiais da Polícia Militar, donos de casas de prostituição, bicheiros e exploradores de jogos clandestinos – chegaram perto até mesmo de um empresário do setor de educação.

Mas essa segue sendo a reportagem que nunca foi escrita.

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Alckmin e Marcola: A volta dos que não foram ou a fuga dos que não fugiram

3 de março de 2014

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Alguém está sendo feito de bobo na história da fuga espetacular que não houve de chefes do PCC.

Kiko Nogueira, via DCM em 3/3/2014

A história do suposto plano de fuga de chefes do PCC teve, provavelmente, a cobertura mais ampla jamais dada a um evento que não aconteceu e que tem mais furos do que um queijo emmental.

Há dias, uma matéria “exclusiva” estava na CartaCapital, no SBT Brasil e no Estadão, repercutindo em seguida em todo lugar. Um relatório do setor de inteligência do Gaeco, Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público, dava conta de um esquema para tirar Marcola e outros três líderes do PCC da penitenciária de Presidente Venceslau, interior do estado.

O plano, segundo a polícia, estava sendo arquitetado há oito meses. Os criminosos estariam serrando as grades das janelas de suas celas, colocando-as de volta em seguida, devidamente pintadas. Eles sairiam dali para uma área do presídio sem cobertura de cabos de aço, onde seriam içados por um helicóptero com adesivos da Polícia Militar. Uma segunda aeronave, blindada e com armamento pesado, daria cobertura.

Membros da facção teriam tido aulas de pilotagem no Campo de Marte com um dos sujeitos que foram detidos carregando cocaína no helicóptero dos Perrellas. O destino do bando seria Loanda, no Paraná, distante 240 quilômetros. Ali haveria uma chácara e um avião para levá-los ao Paraguai.

O tal vazamento criou situações surreais. O Estadão dava matérias em tempo real sobre policiais de tocaia aguardando os criminosos em Venceslau. A Globo foi até lá. No Jornal Nacional, um repórter de tevê perguntava, sussurrando, a um franco atirador como funcionava a arma dele. Diante da falta de ação, era o jeito.

O governador Geraldo Alckmin confirmou a existência do ardil e elogiou a corporação na rádio Jovem Pan. “Primeiro, o empenho da polícia de São Paulo, 24 horas, permanentemente, contra qualquer tipo de organização criminosa, tenha a sigla que tiver. São Paulo não retroage, não se intimida. É a maior polícia do Brasil, mais preparada. Segundo, em relação a esse caso, a polícia investigou e, lamentavelmente, isso acabou vazando. Mas a polícia está toda preparada e nós temos um esforço grande nesse trabalho”.

Tudo bem que não temos um FBI ou uma Scotland Yard – talvez a Sûreté do Inspetor Clouseau –, mas, se a inteligência policial é tão preparada, como é que um relatório desses é divulgado dessa maneira? E, se a coisa era tão perigosa, com dois helicópteros cheios de homens com fuzis e metralhadoras, o que explica a presença de toda a imprensa no local?

Por fim, se o PCC é capaz de elaborar uma escapada nesse nível de complexidade, como alguém suporia que algum de seus capangas fosse fazer qualquer coisa depois que a notícia estava no jornal, na tevê, na internet etc.?

O plano é digno de um filme de Bruce Willis. Pode ser real? Sim. O PCC é rico e organizado. Mas a socióloga Camila Dias Nunes, autora do livro PCC – Hegemonia nas prisões e monopólio da violência, duvida. Em entrevista ao site SpressoSP, ela afirma que considera tudo mirabolante demais. “Ao que tudo indica, o Marcola, por exemplo, possui uma capacidade muito grande de fazer ações bem planejadas. Então, eu acho que ele não seria burro de pôr em prática um plano como esse”, declarou. “Todos esses presos estão cansados de saber que suas ligações telefônicas são monitoradas, tanto pelo Ministério Público como pela polícia. É um amadorismo que não está de acordo com o perfil do Marcola”.

Tudo teria partido da interceptação de uma ligação entre o bandido Claudio Barbará da Silva, o Bin Laden, que está em Venceslau, e sua mulher, realizada pela Secretaria da Administração Penitenciária, comandada por Lourival Gomes. Por causa do vazamento, estaria havendo uma briga nos bastidores com a Secretaria de Segurança Pública, cujo titular é Fernando Grella.

Uma explicação para essa incrível batalha campal que nunca aconteceu são as eleições. Sem dar um único tiro, Alckmin saiu vitorioso. Os quatro fugitivos que nunca foram vão para outro regime prisional mais rigoroso. Mas a sensação que resta, de fato, é que estão tentando fazer muita gente de boba. Você, inclusive.

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Geraldo Alckmin usou ameaça do PCC para se promover

31 de outubro de 2013
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Alckmin se sujou com a história do PCC.

Via Correio do Brasil

Depois de revelado um diálogo entre membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) que demonstrava a insatisfação da facção criminosa com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o ameaçava de morte, alguns comentários na imprensa foram na linha de que as críticas dos criminosos serviram como uma “condecoração” para o tucano – essa palavra em especial foi usada pelo colunista de Veja, Ricardo Setti.

Se estavam insatisfeitos com Alckmin, é porque ele combatia a criminalidade. Esse seria o raciocínio. A principal resposta do governador, então, foi: “Não vamos nos intimidar”, o que colocaria ainda mais força e credibilidade à sua imagem. O governador anunciou, dias depois, uma força-tarefa para investigar as ações do PCC e a agilidade para cortar sinais de telefone de presídios – algo que já deveria ter sido feito há muito tempo.

Uma declaração crucial do ex-secretário estadual de Segurança Pública Antônio Ferreira Pinto, no entanto, desconstrói essa recente suposta boa imagem adquirida pelo chefe de governo. Em sua primeira entrevista desde que deixou o cargo e foi substituído por Fernando Grella Vieira, há um ano, Ferreira Pinto afirma, ao jornal Valor Econômico, que “Alckmin está aproveitando para colher dividendos políticos com a ameaça do PCC”.

Segundo ele, a escuta de um dos membros do PCC que falava em “decretar” o governador era de conhecimento da cúpula da Segurança desde 2011 e não tem credibilidade alguma. “Esse fato não tinha credibilidade nenhuma. A informação é importante desde que você analise e veja se ela tem ou não consistência. Essas gravações não tinham. Tanto que o promotor passou ao largo delas. Eu não vejo uma coerência aí de alguém que exerce um cargo público da relevância que é a segurança de São Paulo”, declarou.

Para Ferreira Pinto, a mesma “fanfarronice” atribuída à declaração de Marcola, líder do PCC, de que a facção havia diminuído a taxa de homicídios no Estado – o termo foi usado pelo próprio governador, e Ferreira Pinto concorda – serve para a fala do outro, que disse que ia “decretar” – na gíria, matar – Alckmin. “Foi no mesmo contexto, em 2011. Aí vem o governo e diz ‘Não vou me intimidar’. Ele está aproveitando para colher dividendos políticos”, conclui.

O ex-secretário também afirmou que “tinha plena ciência” dessas gravações e que o governador não sabia da existência delas justamente porque o fato “não tinha credibilidade”. “Lamentável. [O governador] deve ter suas razões. Eu acho que é mais pelo viés político. Porque na hora que diz ‘Não vou me intimidar’, ele está também dando um upgrade para a facção. Está admitindo que há credibilidade numa conversa isolada”.

Segundo ele, a resposta de Geraldo Alckmin seria válida se o Ministério Público tivesse alguma gravação “em que realmente o governador estivesse sendo ameaçado de morte”. Mas o MP não usou da interceptação “porque analisou”, segundo Ferreira Pinto, “e viu que era uma declaração irresponsável”. “É como alguém dizer aqui, ‘Ah, vou matar o Obama’”, exemplifica.

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Recordar é viver: Em 2010, Alckmin pediu voto para chefão do PCC

18 de outubro de 2013
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Alckmin prestigiou evento do candidato Ney Santos.

Os políticos não podem ser crucificados por aparecer ao lado de suspeitos ou foras da lei durante campanhas eleitorais: ok. Mas, em 2010, o tucano Geraldo Alckmin caprichou. Em declaração entusiasmada (vídeo abaixo), ele pediu votos para o candidato a deputado estadual do PSC Claudiney Alves dos Santos, vulgo Ney Santos. Após as eleições, Santos foi detido sob acusação de ser o maior receptador no Estado de bens comprados com dinheiro do PCC. Ele tinha em seu nome Ferrari, Porsche e fortuna de R$50 milhões. Santos ainda é apenas um suspeito, pode ser um bom rapaz, mas a dúvida se instala: Alckmin o apoiou por gosto, orientação de assessores ou foi sem querer, ingenuamente, que pediu votos para um homem visto como chefão do PCC paulista, a mesma organização que jurou o mesmo Alckmin de morte?

Via Brasil 247 em 18/10/2013

O governador Geraldo Alckmin talvez ainda não saiba, mas bomba nas redes sociais um vídeo composto por duas cenas, em tempos e situações diferentes, com um personagem em comum, mas das quais Alckmin só está presente apenas em uma delas.

Cena 1. Durante a campanha eleitoral para o governo de São Paulo, em 2010, o então candidato tucano é visto num recinto fechado, em torno de pessoas que parecem fazer parte de uma das torcidas organizadas do Santos Futebol Clube, do qual ele notoriamente é torcedor. Gravado por pelo menos duas câmeras, o futuro governador profere um enfático, entusiasmado e irretorquível pedido de votos ao candidato a deputado estadual Ney Santos, do PSC, um jovem com ar de brucutu e camiseta de campanha ao seu lado.

Cena 2. No vídeo seguinte, no mesmo anexo, assiste-se a uma notícia completa exibida no Jornal da Record, que registra a detenção provisória, após as eleições, do mesmo Ney Santos. Ele fora investigado pela polícia por um súbito enriquecimento pessoal, que o levara a sair da cadeia e, nos cinco anos seguintes, acumular uma fortuna que proporcionava ao nome dele a propriedade de uma Ferrari avaliada em R$1,2 milhão, uma Porsche igualmente cara, imóveis e bens de alto valor. Fortuna pessoal estimada em R$50 milhões, com direito a propriedade de vários postos de gasolina. Suspeitava-se que Santos havia se tornado o maior receptador de dinheiro obtido pelas atividades criminosas do PCC – Primeiro Comando da Capital.

Em 2011, presidiários que a polícia considera como integrantes do PCC foram grampeados num telefonema em que informavam um ao outro sobre a “decretação” da morte de Alckmin e outros políticos do governo estadual pela cúpula da organização criminosa.

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Em outro evento da campanha de Alckmin, Santos comparece com seus correligionários.

Tolinho – Por qualquer ângulo que se olhe, a situação é politicamente singular, porém familiar. O tempo em que políticos eram crucificados por aparecerem, em suas campanhas eleitorais, ao lado de personagens suspeitos ou envolvidos em crimes já passou. Compreende-se que as escolhas são, na grande maioria das vezes, involuntárias. O político é procurado e, normalmente, já sai falando a favor de quem o procura, especialmente se for de partido coligado, como era o caso do PSDB com o PSC.

Mas para quem agora tem a redobrada obrigação de enfrentar o continuado crescimento do PCC, Alckmin, no mínimo, se mostrou um grande ingênuo no passado recente. Certamente ele não se sentiria ofendido em ser chamado de tolo por isso. Melhor do que ser apontado, ou aparecer e reconhecer, que sabia exatamente para quem estava pedindo os votos do povo, no caso da impressionantemente forte declaração de apoio a Nei Santos. Certo ou não?

Desse episódio que, para o vídeo que você assistirá abaixo, já despertou quase 100 mil visitas no YouTube, o que se retira é: mais cuidado, governador, na próxima campanha. E, pede-se, esclareça o que ocorreu nesse episódio de apoio ao suspeitíssimo Ney Santos em 2010.

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