Posts Tagged ‘Operação’

Cristina Kirchner recebe alta e inicia repouso por um mês

14 de outubro de 2013

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Dezenas de simpatizantes esperavam a governante nas portas do hospital com cantos e aplausos.

Via Agência Brasil

A presidente argentina, Cristina Kirchner, deixou no domingo, dia 13, o hospital Fundação Favaloro de Buenos Aires, onde passou por uma intervenção cirúrgica para tratar um hematoma cerebral.

A dirigente deve continuar em recuperação na residência oficial de Olivos. O boletim divulgado pela equipe médica informa que ela fará “repouso estrito” durante 30 dias, e não poderá viajar de avião até fazer novos exames. Os pontos na cabeça serão retirados daqui a cinco dias.

Dezenas de simpatizantes esperavam a governante nas portas do hospital com cantos e aplausos. Muitos deles estiveram acompanhando o estado de saúde de Cristina no centro médico desde a segunda-feira, dia 07. Cristina Kirchner sofreu um traumatismo craniano, em circunstâncias que ainda não foram esclarecidas.

O porta-voz presidencial, Alfredo Scoccimarro, informou que a presidência cumprimentava a todos e lhes agradecia por suas orações.

Força presidenta: Cristina Kirchner passa bem após cirurgia

8 de outubro de 2013

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Monica Yanakiew, via Agência Brasil

A operação da presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, foi bem-sucedida. Ela passou por uma cirurgia no Hospital Universitário para tratar um hematoma subdural, que é o acúmulo de sangue na cabeça. O primeiro boletim médico informa que houve drenagem de sangue entre a meninge e o crânio. O coágulo foi formado depois de uma batida na cabeça no dia 12 de agosto.

Os médicos dizem que foi afastado risco cardiovascular. Ela foi submetida também a exames de coração, porque foi internada na segunda-feira, após sentir formigamento no braço esquerdo.

O neurocirurgião José Maria Otero, do Hospital Alemão, disse, em entrevista à Agência Brasil, que a presidenta não deverá sofrer problemas na fala. “Foi uma sorte que o hematoma tenha sido do lado direito. Se fosse à esquerda poderia provocar dificuldade, porque é a área esquerda do cérebro que controla a fala”, informou o médico.

Cristina Kirchner ficará entre 24 e 48 horas na unidade de tratamento intensivo e, em seguida, permanecerá em repouso por, pelo menos, um mês.

MPF pede afastamento de Tourinho Neto, amigo de Cachoeira, de processo da Operação Trem Pagador

8 de março de 2013

Tourinho_Neto04Tourinho, que também gosta de aparecer na “grande mídia”, emitiu opinião sobre o processo em revista nacional antes do julgamento do recurso.

Via Portal do Ministério Público Federal

O Ministério Público Federal (MPF) pediu o afastamento do desembargador Tourinho Neto do julgamento da apelação em que José Francisco das Neves, conhecido como “Juquinha”, ex-presidente da empresa Valec e sua mulher, Marivone Ferreira das Neves, além dos filhos Jader, Jales e Karen pedem o desbloqueio de suas contas bancárias, realizado durante a Operação Trem Pagador.

Segundo o procurador regional da República, Alexandre Espinosa, Tourinho Neto, relator do processo, teria violado o art. 36 da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) ao manifestar sua opinião sobre o processo, ainda pendente de julgamento, em uma revista semanal de circulação nacional.

Em uma pergunta feita pela revista IstoÉ sobre a anulação de provas da Operação Trem Pagador, o desembargador respondeu que se tratava da operação com mais erros que ele já tinha visto, além de afirmar que a “polícia e o MP trabalham muito mal”.

“Sem mesmo ter tido acesso à integralidade do inquérito policial, o desembargador Tourinho Neto adiantou seu juízo a respeito dos fatos que pendem de julgamento pautado, o fazendo nas páginas da revista IstoÉ, afirmando com todas as letras que “você anula a interceptação telefônica e não resta nada” . Dessa forma, fica caracterizada a suspeição por prejulgamento, mediante a antecipação do juízo sobre o mérito da causa em veículo de imprensa nacional”, argumenta Espinosa.

Entenda o caso

A Operação Trem Pagador, deflagrada em julho de 2012, pelo MPF/GO e pela Polícia Federal, teve origem em um levantamento do patrimônio de Juquinha feito pelo MPF, com a finalidade ajuizar ação cautelar de indisponibilidade de bens, para assegurar o ressarcimento dos danos decorrentes do superfaturamento das obras da Ferrovia Norte-Sul (trecho Anápolis-Uruaçu).

Ao analisar as contas do ex-presidente da Valec, o MPF se deparou com o fato de que ele e, principalmente, sua mulher e seus três filhos adquiriam vasto patrimônio imobiliário, tais como fazendas, lotes e casas em condomínios fechados, apartamentos, bem como constituíram empresas destinadas a, sobretudo, administrar e/ou explorar os referidos bens imóveis, o que é absolutamente incompatível com a sua condição de empregado público. Quando candidato a deputado federal, em 1998, Juquinha declarou à Justiça Eleitoral ter patrimônio inferior a R$560 mil. No entanto, estima-se que o total de bens apreendidos durante a operação supere R$60 milhões.

Leandro Fortes: Petralha usa o SUS para fazer operação cardíaca

7 de fevereiro de 2013

Marco_Aurelio_Garcia02Leandro Fortes, via Facebook

Ainda bem que existe a Folha de S.Paulo [leia a notícia abaixo] para denunciar esses petralhas fracos do coração! Marco Aurélio Garcia, assessor especial da Presidência da República, teve a pachorra de utilizar os serviços do SUS para fazer uma cirurgia cardíaca. Um escândalo!

Isso é que é jornalismo investigativo: pegaram um cidadão usando um serviço criado para os cidadãos. E de graça!

Por isso que tinha de privatizar era tudo mesmo, para acabar com essa farra.

Cadê o STF que não faz nada? E o Instituto Millenium? Olha aí, Merval, esse absurdo!

Médico diz que operação de Marco Aurélio Garcia foi paga pelo SUS

O assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, 71, fez duas pontes de safena e dois enxertos no coração em procedimento pago pelo SUS (Sistema Único de Saúde), informou nesta quinta-feira (7) o médico João Gabbardo dos Reis.

“O atendimento está sendo feito pelo Sistema Único de Saúde, como se fosse qualquer outro cidadão do Distrito Federal”, disse o médico.

Gabbardo dos Reis disse ainda que existe um acordo com o governo do DF para que todos os pacientes enfartados sejam atendidos inicialmente no Instituto de Cardiologia do DF.

O assessor foi operado na manhã de ontem e agora se recupera na UTI do instituto. Hoje, ele recebeu a visita de uma médica da Presidência.

Garcia deve ir para o quarto na sexta-feira. Alta, contudo, somente depois do Carnaval. A previsão é que o assessor deixe o hospital em uma semana e volte ao trabalho no início de março.

Antes da cirurgia, de acordo com os médicos que o atenderam, Garcia recebeu telefonema da presidente Dilma Rousseff. Depois da operação, Dilma ligou para o filho do assessor.

“Ele está bem, lúcido, sentado na cadeira, já se alimentando, estável e com previsão de alta da UTI para amanhã”, disse a médica Núbia Vieira, lembrando que as visitas continuam restritas aos familiares.

A médica explicou que no último sábado o assessor fez exames preventivos porque faria viagens longas antes e depois do Carnaval.

Como foram detectadas múltiplas lesões no coração do paciente, optou-se pela cirurgia. Núbia Vieira garantiu que Garcia não teve infarto.

O bicheiro Cachoeira, chefe de Policarpo Jr. da Veja, é preso novamente

8 de dezembro de 2012

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Daniela Novais, via Brasília em Pauta

O bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira foi preso novamente na tarde de sexta-feira, dia 7, em Goiânia. A Polícia Federal foi até a casa de Cachoeira para cumprir mandado de prisão expedido pelo juiz da 11ª Vara Federal, Alderico Rocha Santos, que divulgou a sentença de condenação do contraventor, que foi condenado a 39 anos e 8 meses de prisão pelos crimes de peculato, corrupção, violação de sigilo e formação de quadrilha.

Após nove meses preso, Cachoeira havia sido solto dia 20 de novembro em razão de uma decisão da 5ª Vara Criminal em Brasília. A juíza Ana Cláudia Costa Barreto condenou o bicheiro a cinco anos de prisão em regime semiaberto. Em função disso, na mesma sentença, a juíza havia expedido um alvará de soltura para o bicheiro, que estava preso preventivamente.

Alderico é responsável pelo processo da Operação Monte Carlo, que culminou na prisão do contraventor em fevereiro deste ano e afirmou que reavaliou a necessidade da prisão preventiva do contraventor. O pedido de prisão faz parte da sentença de quase 500 páginas referente ao processo principal da operação Monte Carlo, que saiu na sexta-feira, dia 7.

A sentença teve origem nas acusações elaboradas pelos policiais federais que participaram da Operação Monte Carlo. Até então, Cachoeira encontrava-se em liberdade provisória, esperando a sentença, pois um habeas corpus havia revogado a prisão preventiva que o manteve atrás das grades por 266 dias entre fevereiro e novembro deste ano. Ele é apontado como cabeça de um esquema baseado no jogo ilegal que, mais tarde, se expandiu para desvio de recursos públicos e ligações obscuras com setores da imprensa e da política nacional, a revista Veja e o ex-senador do DEM Demóstenes Torres, que acabou sendo cassado.

O processo em curso na 11ª Vara Federal é o principal dentre as acusações contra o bicheiro e apura as acusações de formação de quadrilha armada, corrupção ativa e passiva, peculato e violação de sigilo, crimes apontados pela PF e pelo Ministério Público Federal (MPF) em decorrência da Operação Monte Carlo. Ainda na 11ª vara, o bicheiro responde a outro processo por contrabando e descaminho de peças para máquinas caça-níquel.

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A eterna busca da mídia pela “bala de prata” contra Lula

29 de novembro de 2012

Helena Sthephanowitz, via Rede Brasil Atual

Como vocês já sabem, a nova “bala prata” da oposição, da Veja e da Globo é a operação Porto Seguro da Polícia Federal.

A operação é sobre funcionários do terceiro escalão do governo federal que montaram um esquema de suposta venda de pareceres técnicos na burocracia estatal. Equivale às dezenas de operações que a Polícia Federal faz por ano sobre fraudes em órgãos públicos, e nem teria grande relevância política, não fosse um mandado de busca e apreensão no escritório da Presidência da República em São Paulo.

A responsável pelo escritório, Rosemary Noronha (já exonerada por Dilma), seria ligada a dois irmãos, Paulo Rodrigues Vieira e Rubens Vieira, e teria recebido presentes dos dois por ajudar a marcar reuniões e coisas do gênero. O gosto de sangue escorreu pelo canto da boca do jornalismo demotucano pelo fato de Rosemary Noronha ter sido nomeada por Lula para o gabinete da Presidência em 2003, e por ela ter sido assessora de José Dirceu, antes.

O que existe de informação oficial publicada sobre a operação é a entrevista coletiva concedida pela Polícia Federal na tarde de sexta-feira, dia 23. Clique aqui e ouça o áudio.

Os delegados da PF falaram sobre as características gerais dos delitos, mas sem falar nomes, por estarem sob sigilo de justiça. A imprensa chegou a noticiar que Rosemary Noronha teria sido presa na sexta, depois corrigiram dizendo que teria sido indiciada. Porém, a entrevista da PF fala sobre órgãos que tiveram gente indiciada e não citou o gabinete da Presidência. O noticiário esteve tão sensacionalista, que jornais e revistas chegaram a “informar” que os acusados de serem membros da organização criminosa teriam pago uma operação plástica para Rosemary – para depois dizer que ela tinha passado por uma cirurgia de ouvido.

Jornais e tevês disseram ter tido acesso a relatórios e diálogos sigilosos da operação. O relatório ainda não vazou para a internet, por isso é difícil tirar conclusões com base no noticiário, pelo histórico de mentiras, seletivismo e descontextualização com fins de fazer política oposicionista. E o vazamento, seletivo ou não, quando usado com fins políticos, prejudica a imagem da PF e do Ministério Público.

Vamos aos fatos

O presidente Lula deve ter nomeado e exonerado mais de uma centena de assessores do chamado Gabinete Pessoal da Presidência da República, em seus oito anos de mandato (assim como fez FHC e está fazendo Dilma). São funcionários que cuidam do cerimonial, correspondência, arquivos, audiências, reuniões, programação de viagens, eventos oficiais etc. Rosemary Noronha é uma entre tantos funcionários que conheceram e conviveram pessoalmente com o presidente.

Aliás, um funcionário que chefie o gabinete em São Paulo fica bem mais afastado do presidente do que se ficasse em Brasília, mesmo em um cargo mais baixo. O escritório de São Paulo só é frequentado pelo presidente ou presidenta eventualmente, quando tem agenda de trabalho na capital paulista. Não seria uma boa opção para quem desejasse usar seu cargo para traficar influência junto ao Presidente ficar distante de Brasília.

Outra coisa estranha no noticiário é atribuir a Rosemary Noronha poderes para nomear diretores de Agência Reguladoras. Ela pode ter feito pedidos, “torcida”, ajudado a aproximar pessoas, mas cargos como esses, que são aprovados pelo Senado, precisam de apoio pelo menos de outros partidos da base governista.

No caso de Paulo Rodrigues Vieira, ele tinha o apoio do ex-ministro dos transportes, Alfredo Nascimento (PR), para a Antaq, mas acabou na ANA (Agência Nacional de Águas) sob oposição de um petista, o ex-ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc (RJ), por considerá-lo com perfil mais jurídico do que ecológico. Por isso essa história parece mal contada pela imprensa. Agora, no noticiário, já aparece o nome do deputado Valdemar Costa Neto (PR/SP) como próximo ao referido diretor.

Em 2003, se não havia nada contra José Dirceu para ser ministro, porque haveria motivos para barrar uma ex-assessora dele? Para secretariar, assessorar o ministro, onde Lula deveria procurar pessoas? Entre os tucanos?

E se, até ontem [26/11], não havia nenhuma conduta visível que a desabonasse, se ela não tinha nem mesmo sinais exteriores de riqueza suspeitos (pelo noticiário, ela mora em apartamento modesto, de classe média, em São Paulo), se Dilma já conhecia o trabalho dela por usar o escritório de São Paulo, ainda como ministra, por que ela não deveria continuar no cargo, até ontem?

Só agora apareceram motivos para ela perder a confiança – e com ela, o cargo. Imediatamente, frise-se. Aliás, é até importante acompanhar o resultado final destas investigações, para saber se não estão exagerando nas acusações como fizeram com Erenice Guerra, que acabou inocentada, após vasculharem as contas e a vida bancária, fiscal, telefônica e telemática dela.

O cargo de Rosemary era apenas de apoio administrativo. Não tinha poder de decisão nenhum, nem sobre orçamento, nem sobre pareceres. Ela apenas conhecia muita gente pelas características de seu trabalho. Cabe à Polícia Federal e ao Ministério Público esclarecer (sem vazamentos seletivos, nem perseguições políticas) se ela utilizou mal o seu cargo e os seus contatos, ou se apenas andou em más companhias.

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