Posts Tagged ‘Nota oficial’

Humor: Presidente do maior país católico, Dilma silenciou diante da renúncia do papa

13 de fevereiro de 2013

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Nota do Limpinho: A palavra “humor” foi colocada pelo blog, pois a notícia foi publicada como séria, apesar de o texto ter semelhanças aos escritos pelo professor Hariovaldo Almeida Prado, em sua lousa virtual de homens de Benz. A opinião deste blog é que, mesmo o Ratzinger sendo um estadista, por chefiar um país de cerca de 400 metros quadrados e uma população de pouco mais de 800 pessoas, uma renúncia de um “presidente” não é o caso de se lançar uma nota oficial. Caso fosse de sua morte, sim. A grande maioria das pessoas esquece – ou não quer lembrar – que governo brasileiro, como instituição, é laico. Caso contrário, teria de lançar uma nota oficial a cada renúncia em um país islâmico, budista etc. etc. Sem contar que desrespeitaria também os ateus. Leia, como já falei parece texto do professor Hariovaldo, é bem divertido.

Via Ucho.Info

Boca fechada – O silêncio da presidente Dilma Rousseff diante do anúncio da renúncia de Joseph Ratzinger, o papa Bento 16, a seu pontificado não causa qualquer estranheza. Dilma jamais exalou qualquer dose de intimidade com a Igreja e ainda guarda mágoa da mensagem enviada por Bento 16, à época da eleição presidencial, contra o aborto, assunto que colocou a então candidata em situação de dificuldade com o eleitorado.

Considerando que o Brasil é o maior país católico do planeta, Dilma Rousseff, que é presidente de todos os brasileiros, deveria ter-se pronunciado, uma vez que nessa tresloucada Terra de Macunaíma o fato dividiu o noticiário com os desfiles de Carnaval, sem contar que foi notícia em todo o mundo.

Essa atitude bisonha de Dilma, que nem ao menos ordenou a algum de seus estafetas que redigisse e divulgasse uma nota oficial, mostra que, em 2010, sua ida à Basílica de Aparecida foi uma farsa que fazia parte do script da campanha eleitoral.

Dilma é presidente de uma nação, não de um partido político, e omitir-se por questões ideológicas ou pessoais mostra a sua mente tacanha em relação a determinados. Querendo ou não, apesar de todos os escândalos, o Vaticano é um estado e Ratzinger é o seu chefe até o próximo dia 28 de fevereiro.

Até o falastrão Luiz Inácio da Silva, o fujão, que sempre aproveita todas as oportunidades para mostrar que está em franca atividade política, se calou. Foi capaz de lamber as botas de Fidel Castro e procurar notícias de um delinquente político como Hugo Chavez, mas nem mesmo enviou uma mensagem ao Vaticano, onde já circulou por interesses políticos.

O PT palaciano continua agarrado à soberba, algo que desaparecerá quando a CNBB, na próxima eleição, se posicionar contra a reeleição de Dilma Rousseff. Pode ser que em tal momento Dilma volte à encenação.

Transposição do Rio São Francisco: Fantástico mente novamente

21 de janeiro de 2013

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Via Portal do Ministério da Integração Nacional

Nota de Esclarecimento – Projeto de Integração do Rio São Francisco

Em relação à reportagem veiculada no Fantástico, no domingo, dia 20 o Ministério da Integração Nacional informa que:

O governo federal trabalha em diversas frentes para ampliar o acesso à água a toda população que vive no semiárido. Cerca de R$5 bilhões foram investidos pelo Ministério da Integração Nacional, apenas em 2012, para mitigar os efeitos da seca. Desse valor, mais de R$1,3 bilhão foram direcionados para ações emergenciais, como Operação Carro-Pipa, Bolsa Estiagem, Garantia-Safra e transferências de recursos para assistência à população. Além do socorro na urgência, o governo trabalha em ações estruturantes, como perfuração e recuperação de poços, recuperação de barragens, ampliação do sistema de abastecimento, construção de adutoras, além de abertura de linhas de crédito em condições especiais, para dar suporte aos agricultores familiares e pequenos e médios empreendedores.

Para cada R$1,00 investido no Projeto de Integração do Rio São Francisco, outros R$2,00 são destinados a outras obras hídricas, como barragens, adutoras, poços, sistemas de abastecimento de água simplificado, que já estão sendo entregues à população e beneficiando milhares de pessoas em todo o Nordeste.

Em relação à ruptura da obra do túnel Cuncas I, em 2011, o Ministério da Integração Nacional informa que tomou todas as providências técnicas necessárias e as soluções apresentadas garantiram o cronograma de execução da obra sem atrasos. A apuração das causas do acidente deverá ser conduzida pelo IPT no sentido de apurar as causas e responsabilidades do incidente. Tão logo o laudo seja concluído, o Ministério tomará todas as providências cabíveis.

Sobre as Vilas Produtivas Rurais, que estão sendo construídas pelo Exército Brasileiro, o Ministério fez um levantamento completo da situação e está tomando providências para correção dos imóveis.

O Ministério da Integração Nacional informa, ainda, que o Poder Público não arcará com eventuais gastos em decorrência de reparações nas obras já executadas. As empresas prestadoras devem entregar os serviços executados em perfeito estado e sem ônus para os cofres públicos. O Ministério da Integração Nacional adotará todas as sanções que devem ser aplicadas às empresas que não honrarem com os compromissos firmados.

PT rebate acusações feitas por Marcos Valério

11 de dezembro de 2012

PT_Brasil_FitaEm nota à imprensa, presidente nacional do PT defende o partido e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Via Portal do PT

Nota à imprensa

A Direção Nacional do PT lamenta o espaço dado pela imprensa para as supostas denúncias assacadas pelo empresário Marcos Valério contra o partido e contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Caso essas declarações efetivamente tenham sido feitas em uma tentativa de “delação premiada”, deveriam ser tratadas com a cautela que se exige nesse tipo de caso. Infelizmente, isso não aconteceu.

As supostas afirmações desse senhor ao Ministério Público Federal, vazadas de modo inexplicável por quem teria a responsabilidade legal de resguardá-las, refletem apenas uma tentativa desesperada de tentar diminuir a pena de prisão que Valério recebeu do STF.

Trata-se de uma sucessão de mentiras envelhecidas, todas elas já claramente desmentidas. É lamentável que denúncias sem nenhuma base na realidade sejam tratadas com seriedade. Valério ataca pessoas honradas e cria situações que nunca existiram, pondo-se a serviço do processo de criminalização movido por setores da mídia e do Ministério Público contra o PT e seus dirigentes.

Prestes a completar dez anos à frente do governo federal, período em que o Brasil viveu um processo de desenvolvimento histórico e em que as classes populares passaram pela primeira vez a ter protagonismo no nosso país, o PT é alvo constante de setores da sociedade que perderam privilégios.

A campanha difamatória que estamos sofrendo nos últimos meses não impediu nossa vitória nas eleições de outubro e nem conseguirá manchar o trabalho que nosso partido tem realizado em defesa do país, da democracia e, principalmente, da população mais pobre.

Rui Falcão

Presidente Nacional do Partido dos Trabalhadores

Dilma responde ao ministro Joaquim Barbosa

22 de setembro de 2012

Via Correio do Brasil

A presidenta Dilma Rousseff determinou a divulgação de uma nota, na sexta-feira, dia 21, em resposta às declarações do ministro relator da Ação Penal (AP) 470, após ser citada no voto do relator, ministro Joaquim Barbosa. No processo conhecido como “mensalão”, Barbosa afirmou que Dilma teria ficado “surpresa” com a rapidez com que uma medida para o setor elétrico foi aprovada no início do governo Lula. Em uma nova ilação, ele sugeriu – por considerar óbvio – que a aparente desconfiança da então ministra das Minas e Energia seria uma desconfiança quanto ao uso de possíveis meios heterodoxos no convencimento dos congressistas.

Longe das suspeitas expressas com base na interpretação do relator, a presidenta apressou-se em eliminar “qualquer sombra de dúvidas” quanto às declarações que prestou nos autos. Dilma reafirmou ter ficado, sim, “surpresa, conforme afirmei no depoimento de 2009 e repito hoje, por termos conseguido uma rápida aprovação por parte de todas as forças políticas que compreenderam a gravidade do tema”. Assim, o argumento usado pelo ministro para condenar os réus não passou de uma conjectura.

Leia a íntegra da nota presidencial:

Presidência da República

Secretaria de Comunicação Social

Secretaria de Imprensa

Nota oficial

Na leitura do voto, na sessão de ontem [20/9] do Supremo Tribunal Federal, o senhor ministro Joaquim Barbosa se referiu a depoimento que fiz à Justiça, em outubro de 2009. Creio ser necessário alguns esclarecimentos que eliminem qualquer sombra de dúvidas acerca das minhas declarações, dentro dos princípios do absoluto respeito que marcam as relações entre os Poderes Executivo e Judiciário.

Entre junho de 2001 e fevereiro de 2002, o Brasil atravessou uma histórica crise na geração e transmissão de energia elétrica, conhecida como “apagão”.

Em dezembro de 2003, o presidente Lula enviou ao Congresso as Medidas Provisórias 144 e 145, criando um marco regulatório para o setor de energia, com o objetivo de garantir segurança do abastecimento de energia elétrica e modicidade tarifária. Estas MPs foram votadas e aprovadas na Câmara dos Deputados, onde receberam 797 emendas, sendo 128 acatadas pelos relatores, deputados Fernando Ferro e Salvador Zimbaldi.

No Senado, as MPs foram aprovadas em março, sendo que o relator, senador Delcídio Amaral, construiu um histórico acordo entre os líderes de partidos, inclusive os da oposição. Por este acordo, o Marco Regulatório do setor de Energia Elétrica foi aprovado pelo Senado em votação simbólica, com apoio dos líderes de todos os partidos da Casa.

Na sessão do STF, o senhor ministro Joaquim Barbosa destacou a ‘surpresa’ que manifestei no meu depoimento judicial com a agilidade do processo legislativo sobre as MPs. Surpresa, conforme afirmei no depoimento de 2009 e repito hoje, por termos conseguido uma rápida aprovação por parte de todas as forças políticas que compreenderam a gravidade do tema. Como disse no meu depoimento, em função do funcionamento equivocado do setor até então, “ou se reformava ou o setor quebrava. E quando se está em situações limites como esta, as coisas ficam muito urgentes e claras”.

Dilma Rousseff

Presidenta da República Federativa do Brasil

Resposta de Dilma ao privatista FHC: A herança bendita de Lula

3 de setembro de 2012

“Recebi do ex-presidente Lula uma herança bendita”, afirma Dilma Rousseff em nota oficial.

Lido em O Esquerdopata

A presidenta Dilma Rousseff disse na segunda-feira, dia 3, em nota oficial, ter recebido uma herança bendita do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dilma afirmou ter recebido um país com economia sólida, crescimento robusto e inflação sob controle. Leia abaixo a íntegra da nota:

Nota oficial da Presidência da República

Citada de modo incorreto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em artigo publicado neste domingo [2/9], nos jornais O Globo e O Estado de S.Paulo, creio ser necessário recolocar os fatos em seus devidos lugares.

Recebi do ex-presidente Lula uma herança bendita. Não recebi um país sob intervenção do FMI ou sob a ameaça de apagão.

Recebi uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura e reservas cambiais recordes.

Recebi um país mais justo e menos desigual, com 40 milhões de pessoas ascendendo à classe média, pleno emprego e oportunidade de acesso à universidade a centenas de milhares de estudantes.

Recebi um Brasil mais respeitado lá fora graças às posições firmes do ex-presidente Lula no cenário internacional. Um democrata que não caiu na tentação de uma mudança constitucional que o beneficiasse. O ex-presidente Lula é um exemplo de estadista.

Não reconhecer os avanços que o país obteve nos últimos dez anos é uma tentativa menor de reescrever a história. O passado deve nos servir de contraponto, de lição, de visão crítica, não de ressentimento. Aprendi com os erros e, principalmente, com os acertos de todas as administrações que me antecederam. Mas governo com os olhos no futuro.

Dilma Rousseff

Presidenta da República Federativa do Brasil

Leia também:

Emir Sader: A herança maldita de FHC


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