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O preço da gasolina no mundo

6 de janeiro de 2014

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Miguel do Rosário, via Tijolaço

O gráfico acima traz o preço da gasolina no mundo. Vem em galão (em inglês, gallons), que corresponde a 3,78 litros. Observe que a gasolina, no Brasil, graças à Petrobras, permanece estável num patamar bastante baixo para os padrões internacionais.

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Mapa da desigualdade em 2013: 0,7% da população detém 41% da riqueza mundial

18 de outubro de 2013
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A Índia está entre os países de mais baixa renda no mundo, mas a má distribuição do dinheiro é geral.

Nova pesquisa revela que PIB mundial atinge maior valor da história, mas divisão segue extremamente desigual.

Dodô Calixto, via Opera Mundi

Cinco anos depois do início da crise econômica mundial, marcada pela quebra do banco norte-americano Lehman Brothers, os indicadores financeiros seguem apontando para uma concentração da riqueza ao redor do globo. De acordo com o relatório “Credit Suisse 2013 Wealth Report”, um dos mapeamentos mais completos sobre o assunto divulgados recentemente, 0,7% da população concentra 41% da riqueza mundial.

Em valor acumulado, a riqueza mundial atingiu em 2013 o recorde de todos os tempos: US$241 trilhões. Se este número fosse dividido proporcionalmente pela população mundial, a média da riqueza seria de US$51.600,00 por pessoa. No entanto, não é o que acontece. Confira abaixo o gráfico da projeção de cada país se o PIB fosse dividido pela população:

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A Austrália é o país com a média de riqueza melhor distribuída pela população entre as nações mais ricas do planeta. De acordo com o estudo, os australianos têm média de riqueza nacional de US$219 mil.

Apesar de serem o país mais rico do mundo em termos de Produto Interno Bruto (PIB) e capital produzido, os EUA têm um dos maiores índices de pobreza e desigualdade do mundo. Se dividida, a riqueza dos EUA seria, em média, de mais de US$110 mil. No entanto, é atualmente de apenas US$45 mil – menos da metade.

Entre os países com patrimônio médio de US$25 mil a US$100 mil, se destacam emergentes como Chile, Uruguai, Portugal e Turquia. No Oriente, Arábia Saudita, Malásia e Coreia do Sul. A Líbia é o único país do continente africano neste grupo. A África, aliás, continua com o posto de continente com a menor riqueza acumulada.

Mesmo com o crescimento da riqueza mundial, a desigualdade social continua com índices elevados. Os 10% mais ricos do planos detêm atualmente 86% da riqueza mundial. Destes 0,7% tem posse de 41% da riqueza mundial.

Os pesquisadores da Credit Suisse também fizeram uma projeção sobre o crescimento dos milionários ao redor do mundo nos próximos cinco anos. Polônia e Brasil, com 89% e 84% respectivamente, são os países que mais vão multiplicar seus milionários até 2013. No mesmo período, os Estados Unidos terão um aumento de 41% do número de milionários, o que representa cerca de 18.618 de pessoas com o patrimônio acima de US$1 milhão.

Em meados deste ano, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgou um estudo sobre o crescimento da desigualdade social nos países desenvolvidos, como consequência da crise financeira. A organização diz que o número de pobres cresceu entre 2010 e 2011 em 14 das 26 economias desenvolvidas, incluindo EUA, França, Espanha e Dinamarca. Nos mesmos países, houve forte aumento do desemprego de longa duração e a deterioração das condições de trabalho. Atualmente, o número de desempregados no mundo supera os 200 milhões.

Em contrapartida, entre os países do G20, o lucro das empresas aumentou 3,4% entre 2007 e 2012, enquanto os salários subiram apenas 2,2%.

Segundo informações da imprensa europeia, na Alemanha e em Hong Kong, os salários dos presidentes das grandes empresas chegaram a aumentar 25% de 2007 a 2011, chegando a ser de 150 e 190 vezes maiores que o salário médio dos trabalhadores do país. Nos Estados Unidos, essa proporção é de 508 vezes.

Na contramão das grandes potências, a situação econômica e social da América Latina melhorou. Entre 2010 e 2011, 57,1% da população dos países da região estava empregada, um ponto percentual a mais que em 2007, último levantamento antes da crise financeira internacional.

Em alguns países, como Colômbia e Chile, o aumento superou quatro pontos percentuais. Com o aumento do trabalho assalariado, cresceu também a classe média. Na comparação entre 1999 e 2010, a população dentro do grupo social cresceu 15,6% no Brasil e 14,6% no Equador.

No entanto, a OIT destaca que a região ainda enfrenta como desafios a desigualdade social, maior que a média internacional, e o emprego informal. A média da região é de 50%, sendo que em países mais pobres, como Bolívia, Peru e Honduras, supera os 70%. Em todo o mundo, a organização afirma que há mais de 200 milhões de desempregados. A expectativa é que, ao final de 2015, esse número chegue a 208 milhões.

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Número de atrasos de voos nos aeroportos de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro está entre os mais baixos do mundo

23 de setembro de 2013
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No Brasil, o aeroporto carioca Santos Dumont é o que tem menos voos atrasados.

Essa notícia não irá agradar os que torcem para o caos nos aeroportos do Brasil durante a Copa do Mundo de 2014. Segundo informações do FlightStats On-Time Performance Report, de junho de 2013, e o relatório do Procon sobre dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), de setembro de 2012 – último disponível –, os atrasos dos voos nos aeroportos em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro estão muito, mais muito mesmo, abaixo da média mundial, que é de 18,6%. Os aviões que não saem no horário atingem a marca de 8,5%, no Distrito Federal; 8,7% em Guarulhos, e 7,9% em Congonhas, na capital paulista; e 6,3% no Santos Dumont, no Rio.

Por sua vez, o aeroporto em que os voos mais saem no horário é o Haneda, em Tóquio, com 1,27%; e o de Pequim, na China, com 58,5%, é o que menos respeita a hora marcada.

Dentre as companhias aéreas, a média mundial de atrasos em voos é de 9%. A KLM (4,4%) e a WebJet (5%) são as mais pontuais; e a British Airways (17,4%) e a TAP (20,6%) estão no final da fila. Já as brasileiras Azul (5%) e TAM (9%) ficam dentro da média; e a Gol/Varig (11%) precisa cumprir mais seus horários.

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Mauro Santayana: Como os bancos lucram com a fome do mundo

16 de maio de 2013

Bancos02Mauro Santayana, lido no Esquedopata

A insuspeita Fundação Gates divulgou interessante estudo sobre o controle dos preços dos alimentos pelos bancos, por intermédio dos fundos especulativos (hedge). Da mesma forma que os bancos atuam no mercado de derivativos com as primes do mercado imobiliário, fazem-no com os estoques de alimentos, o que aumenta espantosamente os preços da comida, sem que os produtores se beneficiem. Um exemplo, citado pelo estudo, que tem o título sugestivo de People die from hunger while banks make a killing on food (As pessoas morrem de fome, enquanto os bancos se enriquecem de repente, especulando com os alimentos).

Como exemplo, o estudo cita o Fundo Armajaro, da Grã-Bretanha, que comprou 240 mil toneladas de cacau (7% da produção mundial) e as reteve até obter o maior preço da mercadoria nos últimos 33 anos. “Os preços do trigo, do milho e do arroz têm subido significativamente, mas isso nada tem a ver com os níveis de estoque ou das colheitas e, sim, com os traders, que controlam as informações e especulam no mercado”, segundo Olivier de Schutter, relator das Nações Unidas sobre o Direito à Alimentação. Os neoliberais sempre usam o argumento canalha de que o único caminho rumo ao enriquecimento geral e à igualdade é a do mercado sem nenhum controle do Estado, dentro da fórmula de madame Thatcher: o pobre que quiser viver melhor, que se vire. A senhora Francine Mestrum, em seu estudo, contradiz a falácia: “Em primeiro lugar, a transferência direta de recursos, que Lula iniciou no Brasil, provou ser efetiva ajuda direta aos extremamente pobres para irem adiante, em busca de empregos; ou para criarem seu próprio emprego; para melhorarem os padrões de saúde e reduzir o trabalho infantil. Este é o principal argumento para o desenvolvimento desses sistemas, e o próprio Banco Mundial os endossa.”

Como sabemos, são vários os países em desenvolvimento que adotaram iniciativas semelhantes. Enquanto a Alemanha obriga os países europeus a cortarem até o osso seus orçamentos sociais – deixando como saldo o aumento espantoso do número de suicídios ou das pessoas mortas por falta de assistência médica do Estado e, a cada dia, mais trabalhadores obrigados a buscar, na lata de lixo, o que comer – os bancos continuam acumulando, e de forma criminosa, dinheiro e poder como nunca. O HSBC mundial, que ganhou do governo FHC o Banco Bamerindus e que tem no Brasil seu terceiro mercado mais lucrativo do mundo, teve de pagar quase US$2 bilhões de multa, em acordo feito com o governo norte-americano, por ter, comprovadamente, lavado dinheiro do tráfico de drogas. Como se sabe, mesmo depois de ter pedido desculpas públicas pelo crime, o HSBC foi acusado, em março deste ano, de lavagem de dinheiro, evasão fiscal e remessa ilegal de recursos ao exterior pelas autoridades do governo argentino. Enquanto menos de 1% dos seres humanos controlar, mediante sua riqueza, toda a população do mundo, a igualdade irá sendo empurrada cada vez mais para o futuro, e serão considerados nutridos os que ganharem R$5,00 ao dia.

Em 1973, quando o Muro de Berlim ainda dividia o mundo em dois blocos econômicos e políticos, o então presidente do Banco Mundial, Robert McNamara, disse que todas as nações deviam esforçar-se para acabar com a pobreza absoluta – que só existia nos países subdesenvolvidos – antes do novo milênio. Naquele momento os países ocidentais ainda davam alguma importância à política de bem-estar social, não só como um alento à esperança de paz dos povos mas, também, como uma espécie de dique de contenção contra o avanço do socialismo nos países do Terceiro Mundo. A Guerra do Vietnã, com seu resultado desastroso para os Estados Unidos, levou Washington a simular sua boa vontade para com os povos pobres. Daí o pronunciamento de McNamara.

O novo milênio não trouxe o fim da miséria absoluta, embora tivesse havido sensível redução – mais em consequência do desenvolvimento tecnológico, com o aumento da produtividade de alimentos e bens de consumo primário, do que pela vontade política dos governos.

Na passagem do século, marcada pelo desabamento das Torres Gêmeas, o FMI, o Banco Mundial e a própria ONU reduziram suas expectativas, prevendo, para 2015, a redução da pobreza absoluta à metade dos índices registrados em 1990. Em termos gerais, essa meta foi atingida cinco anos antes, em 2010. A extrema pobreza, que atingia 41,7% da população mundial em 1990, caiu para 22% em 2008, graças à fantástica contribuição da China e da Índia, conforme adverte Francine Mestrum, socióloga belga, em recente estudo sobre o tema.

Por outro lado, o número absoluto de pobres na África Negra dobrou no mesmo período. A China que, pelo número dos beneficiados, puxou o trem contra a desigualdade, já chegou a um ponto de saturação. Com seu crescimento reduzido, como se espera, a China levará muitos decênios para baixar o número de seus pobres absolutos à metade.

Considera-se alguém absolutamente pobre quando tem a renda per capita inferior a US$1,25 por dia: mais ou menos R$2,50, ou seja, R$75,00 ao mês. Esse critério é, no mínimo, cínico. É possível viver com esse dinheiro? Há quem possa: os trabalhadores das multinacionais nas tecelagens e confecções de Bangladesh e de outros países da Ásia do Sul não chegam a ganhar R$5,00 ao dia.

O governo de Bangladesh, em seu portal, declara ser o país “de portas abertas” (open door), com todas as garantias e vantagens legais aos investidores, principalmente nas zonas especiais de produção para exportação (export processing zones). Em Bangladesh, a privatização de empresas públicas chegou à perfeição, e a miséria dos trabalhadores, também, conforme a meta do neoliberalismo.

Só há uma saída para o impasse: a mobilização política dos cidadãos de cada país do mundo, em uma organização partidária e ideológica nítida em seus princípios e objetivos e em sua ação coerente, a fim de colocar coleiras nos banqueiros. E será sempre salutar ver um banqueiro na cadeia, como está ocorrendo, menos do que é necessário, nos Estados Unidos.

Saiba quem são os magnatas que controlam a mídia mundial

8 de março de 2013

Midia_Donos01Conheça a lista dos magnatas que controlam toda a mídia na face do planeta. Inclusive no Brasil, com conhecidas famílias e seus conglomerados imensos ditando as normas das linhas que quase todos nós temos de seguir.

Mhario Lincoln, via Portal Aqui Brasil

Entre, a casa é sua. Vamos conversar e discutir sobre alguns temas fora da grande mídia. São temas que não aparecem, ou se são divulgados de forma rápida e imprecisa. Afinal, para quem realmente trabalha a grande mídia? Uma incógnita ou simplesmente “para eles mesmos”, como afirma antiga reportagem de um jornal independente ao divulgar o fato de que o bilionário australiano Rupert Murdoch consegue continuar, há mais de 40 anos, no comando de boa parte do que se publica na Inglaterra e parte da Europa. É considerado o “midas da mídia”.

Mas, em todo o mundo, poucos magnatas, donos de grandes fortunas, são donos da mídia e, por isso, exercem uma influência significativa por meio de seus veículos impressos ou de telecomunicações.

Aqui no Brasil, o mercado é dominado por gente bem conhecida, cujo patrimônio financeiro não é lá essas coisas comparados a um Murdoch, por exemplo, mas com alta capacidade de manipulação a favor ou contra nossos governos. Na área de tevê, salta aos olhos a família Marinho (dona da Rede Globo, que tem 38,7% do mercado), o bispo da Igreja Universal do Reino de Deus Edir Macedo (maior acionista da Rede Record, que detém 16,2% do mercado) e Sílvio Santos (dono do SBT, 13,4% do mercado).

Os Marinho concorrem com Roberto Civita, controlador do Grupo Abril (ambos detêm cerca de 60% do mercado editorial). Já com relação a impressos, surgem de imediato nomes como os das famílias Frias (Folha de S.Paulo) e os Mesquita (O Estado de S. Paulo). No Rio Grande do Sul, os Sirotsky (Grupo RBS controlador do jornal Zero Hora, tevês, rádios e outros diários regionais). Outras famílias também ligadas a famílias de políticos tradicionais comandam parte da grande mídia: os Magalhães, na Bahia; os Sarney, no Maranhão; e os Collor de Mello, em Alagoas.

América Latina

No México, o grupo Televisa tem três canais de tevês nacionais, duas operadoras de tevê a cabo e um ramo editorial, além de ser dono de três clubes de futebol. O grupo ainda tem 5% das ações da Univisión, o maior canal hispânico dos Estados Unidos. Os programas da Televisa concentram 70% do mercado publicitário televisivo mexicano. Na América Central, o mais importante magnata da mídia é o mexicano Angel González, baseado em Miami e que controla 26 canais de tevê e 82 estações de rádio em 12 países.

Na Colômbia, o milionário Júlio Mário Santo Domingo participa de negócios diversos, inclusive, é dono da TV Caracol (com mais de 58% da audiência e mais de 52% do mercado publicitário). É controlador igualmente do segundo maior jornal do país, o El Espectador.

Europa Ocidental

Nesta região, o ex-primeiro-ministro italiano, Sílvio Berlusconi, é o proprietário do conglomerado de mídia Mediaset, criado por Berlusconi na década de 1970, que, juntamente com a RAI (a empresa de tevê estatal italiana), forma um duopólio de mídia na Itália.

O conglomerado conta com quatro emissoras de tevê e com uma fatia do mercado equivalente a 41,3%. A RAI conta com um montante relativo a 36,9% do mercado. Berlusconi também tem negócios em tevê por assinatura, dois canais na Espanha e investimentos em companhias de tevê e de publicidade. Ele conta ainda com ações da Endemol, uma companhia que produz conteúdo para mais de 20 países.

Na Alemanha reina o Axel Springer, que conta com filiais em mais de 30 países. A empresa possui 230 jornais e revistas e também está presente nos setores de rádio e tevês. Possui também o tabloide Bild. Em números de 2010, tirava 3,5 milhões de exemplares por dia, a maior em toda a Europa. Outro importante conglomerado de mídia é o grupo espanhol Prisa, que tem diversos investidores entre seus proprietários. Entre os acionistas majoritários estão o grupo norte-americano Liberty e a família Polanco, que fundou o conglomerado. Entre as posses do Prisa estão também o jornal El País, o canal de televisão Canal+ e rádio Cadena Ser.

Rússia

O governo russo, neste caso em especial, é o maior controlador da mídia local com três únicas tevês de cobertura nacional, além de canais a cabo e dezenas de emissoras locais. Atualmente, o Kremlin controla todas as principais tevês russas. Já o principal jornal, o Kommersant, é propriedade do magnata Alisher Usmanov, um dos donos do time inglês Arsenal.

Outro magnata, o ex-espião da KGB Alexander Lebedev, é dono do principal jornal de oposição, o Novaya Gazeta. Ele também tem negócios no Reino Unido, onde controla os jornais The Independent e The Evening Standard.

África

A Nation Media Group (NMG) é a maior empresa de mídia do leste da África, com braços de mídia eletrônica e impressa. Aga Khan – o líder espiritual da comunidade ismaelita, um ramo do islamismo xiita – é o maior acionista da empresa, com 49% das ações.

No Quênia, o grupo é dono do jornal diário de maior circulação, o Daily Nation, além de outras duas publicações diárias e uma semanal, duas estações de rádio e uma emissora de tevê.

Em Uganda, o NMG tem um jornal, o Daily Monitor, uma estação de rádio e uma emissora de tevê. Na Tanzânia, Aga Khan se diz proprietário de duas publicações diárias.

Estados Unidos

Com números de 2011, ainda, consta que a norte-americana Anne Cox Chambers, 91 anos, controla o maior grupo de mídia do país, chamado Cox Enterprises, fundado por seu pai em 1898.

O império controla jornais, emissoras de rádio e tevê e canais a cabo em diversos estados norte-americanos. Segundo a revista Forbes, o patrimônio de Anne (em 2010) estava em US$12,4 bilhões, duas vezes maior que o de Rupert Murdoch, dono da News Corporation, que controla, entre outros veículos, o jornal Wall Street Journal e a rede de TV Fox.

Sudeste asiático

Homem mais rico da Malásia, o empresário de origem chinesa Tiong Hiew King controla cinco jornais diários e 30 revistas nas comunidades de língua chinesa na Malásia, Hong Kong, Estados Unidos e Canadá. O grupo também é dono do quarto maior jornal de Hong Kong e pretende agora ampliar seus negócios para o Camboja.

Agora, se você tem coragem, durma com um barulhaço desses.

Os piores aeroportos do mundo: Nenhum é brasileiro, para tristeza do Xexéo

17 de janeiro de 2013
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Aeroporto JFK, em Nova Iorque: um dos piores do mundo.

Via Portal R7 e lido no Advivo

Se você acha que os aeroportos brasileiros não têm infraestrutura adequada, saiba que nenhum deles está entre os dez piores do mundo. No ranking divulgado pelo site de turismo Frommer’s, quatro ficam nos Estados Unidos, sendo que três deles são porta de entrada para muitos turistas que visitam Nova Iorque. JKF (John F. Kennedy) e La Guardia ficam na cidade e Newark, na vizinha Nova Jersey.

A lista, que também tem dois aeroportos franceses, um no Quênia e outro nas Filipinas, foi feita baseada na experiência própria do jornalista do portal. Ele também diz que consultou os amigos, pesquisas sobre o assunto e analisou praças de alimentação e acesso ao local. Confira o resultado e observe se ele não está precisando viajar um pouco mais.

● Midway (Chicago, EUA)

● Beauvais (Paris, França)

● Newark (Nova Jersey, EUA)

● La Guardia (Nova Iorque, EUA)

● Queen Alia (Amã, Jordânia)

● Charles de Gaulle (França)

● Jomo Kenyatta (Nairobi, Quênia)

● Sheremtyevo (Moscou, Rússia)

● Manila (Filipinas)

● JFK (Nova Iorque, EUA)

Leia também:

Resposta do presidente da Infraero ao jornalista Artur Xexéo, de O Globo


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