Posts Tagged ‘Marina Silva’

Marina deixa claro que aliança com PSB tem prazo de validade

23 de janeiro de 2014

Marina_Validade01

Via Brasil 247

A ex-senadora Marina Silva tem deixado claro, em diferentes atitudes, que sua passagem pelo PSB é transitória. Na prática, agora, ela continua a colher, em sua página no Facebook, adesões e assinaturas para o Rede – e não para o PSB.

“Muitas pessoas têm me perguntado sobre o processo de filiação da Rede. Neste link, vocês encontram todas as informações sobre a filiação ao partido, que ainda não obteve o registro do TSE, mas que já é um partido de fato”, escreveu Marina na quarta-feira, dia 22, na rede social.

Em outra publicação, ela comemora o alcance de 400 mil fãs na página da Rede, também no Facebook. Lá, Marina convida, com sua assinatura: “Traga mais amigos para esta rede.”

O comportamento é bem diferente do de Campos, que mais de uma vez por dia publica fotos ao lado de Marina e destaca frases da ex-ministra.

Nas redes sociais, nem sempre os textos e imagens postados por Marina em suas páginas têm atrelada a marca do partido do presidenciável Eduardo Campos. Por outro lado, ela estimula e promove a filiação de aliados ao seu grupamento, o Rede Sustentabilidade, que, como diz ela própria, “já é um partido de fato”, apesar de não ter sido registrado pelo TSE a tempo das eleições de 2014.

Campos age de maneira bem mais disciplinada e responsável com a aliança feita. Nas entrevistas do presidenciável, também é frequente ele destacar a importância, na história da política, da aliança entre o PSB e o Rede. Isso sem contar o fato de o PSB já ter cedido – mais de uma vez – aos vetos da provável futura vice na chapa de Campos contra aliados que já haviam acertado apoio à campanha dele à Presidência da República.

A pergunta que cabe neste cenário é: faz sentido para Eduardo Campos se submeter a todas as vontades de Marina num casamento que, já se vê, é apenas transitório?

Em São Paulo, por exemplo, uma aliança sólida do PSB com o governador Geraldo Alckmin, do PSDB, está sendo desmanchada. Por vontade de Marina, que Campos parece estar atendendo, o PSB busca lançar candidato próprio no Estado.

Houve também afastamento da legenda com os ruralistas, depois que a ex-senadora criticou duramente o deputado Ronaldo Caiado (DEM/GO), aliado de Campos.

Justamente para tentar sanar as divergências entre PSB e Rede, ou mesmo tentar convencer Marina da importância de algumas alianças estaduais, a cúpula dos socialistas, depois de seis horas de reunião na terça-feira, dia 21, decidiu adiar para o final de março o início das discussões sobre as instâncias estaduais.

Tudo para não contrariar a “noiva” Marina, que, aliás, ainda não deu garantias plenas de subirá mesmo no altar para ser vice de Campos.

***

Leia também:

Para agradar Marina, PSB vai lançar candidato de faz-de-conta

O PS[d]B de Campos e Marina

Luiz Erundina afirma que alianças do PSB não têm coerência

Marina e Campos falharam como “terceira via” e torcem por protestos nas ruas

Aliança PSB/PSDB: Afinal, o que é essa tal de “nova política”?

Quanto pior melhor: Marina Silva pede novos protestos de rua em 2014

O sistema financeiro em busca de candidata?

Censura ao vice-presidente do PSB mostra a face autoritária de Marina

O pragmático marido da programática Marina

Paulo Moreira Leite: Guru de Marina disse que é preciso aumentar o preço da carne e do leite

A promiscuidade da(s) rede(s) Itaú-Marina

Já que a Rede de Marina furou, Banco Itaú cria sua própria rede

Com o apoio da mídia golpista, Marina Silva cultua o blasfemo “deus mercado”

Campos/Marina: O papel da coalizão do ódio

Para André Singer, programa de Eduardo Campos/Marina não existe

Luciano Martins Costa: A mídia está atirando para todos os lados

O mal-estar de Marina Silva

Janio de Freitas: O não dito pelo dito

Como fatos são maiores que desejos, Marina devastou a oposição

Aliado histórico de Marina abandona Rede e diz ter feito “papel de bobo”

Os neossocialistas Heráclito Fortes, Bornhausen e Caiado apoiam Eduardo Campos/Marina

Por que no te callas, Marina Silva?

Paulo Moreira Leite: Marina/Campos, bola de cristal em 5 pontos

Janio de Freitas: Presente e futuro

Dez consequências da decisão de Marina

Vice do PSB diz que partido de Marina é “fundamentalista, preconceituoso e sem caráter”

Problemas para Campos: Marina já critica alianças do PSB

Todos contra o chavismo

Marina/Campos: De madrugada, choro e ataque ao “chavismo do PT”

Marina Silva e o chavismo

Malabarismo de Marina Silva desorientou a mídia golpista

Estão faltando ideias e sobrando frases feitas para Marina

A Rede de Marina: Uma nova política ou uma nova direita?

Marina perdeu antes de o jogo começar?

Marina Silva é o atraso do Brasil financiado por banqueiros

Mexeu com o Itaú, mexeu com a Marina: Banco é autuado por sonegar R$18,7 milhões

Para agradar Marina, PSB vai lançar candidato de faz-de-conta

22 de janeiro de 2014

Marina_Espectro01

Antonio Lassance, lido no Correio do Brasil

Para engolir a vice de Eduardo Campos, Marina Silva terá que se contentar com uma candidatura de araque na emblemática disputa pelo Governo de São Paulo.

Marina Silva cobrou de Eduardo Campos um preço para ser sua vice na chapa presidencial: que o PSB lance candidato a governador em São Paulo, abortando o apoio que já estava acertado à reeleição de Geraldo Alckmin (PSDB).

Ganhou, mas não levou. O PSB de São Paulo, sobre o qual Marina e sua Rede não têm qualquer peso, pretende lançar um candidato de araque.

Alckmin foi comunicado dessa decisão por um emissário do PSB cujo nome não foi revelado. Mas sabe-se que o emissário fez serviço completo, explicando ao governador qual é o plano. O partido não se coligará ao tucano no primeiro turno, mas já sinalizará que, em um eventual segundo turno, apoiará Alckmin.

O PSB se prepara para lançar uma candidatura que se confessa totalmente fajuta.

De pronto se admite fora de um eventual segundo turno e ansioso por apoiar o atual governador, assim que puder. Não se sabe ao certo, mas Alckmin só pode ter encerrado a conversa com um “muito obrigado”.

A intenção do PSB é arranjar um candidato a governador que não deve fazer sua própria campanha. Será um anticandidato. Tentará não roubar votos de Alckmin para também tentar contribuir ao máximo para diminuir as chances de segundo turno.

O episódio, até o momento, foi o que mais atritou a combinação entre o PSB de Eduardo Campos e a Rede, grupo de Marina Silva. De uma só vez, o PSB vai satisfazer e desmoralizar a Rede.

O PSB paulista é dominado pelos alckimistas e já tinha planos de ocupar a vice com o deputado federal Márcio França. Intenção frustrada, a ideia agora é ajudar Alckmin de outra maneira.

A primeira opção da Rede, Luiza Erundina, está praticamente descartada. A própria Erundina não quer. A alternativa de Ricardo Young, do PPS, deve ser barrada pelo próprio PPS de S. Paulo, dominado por Roberto Freire, devoto fervoroso do PSDB paulista.

De forma velada, há um veto do PSB à opção por Walter Feldman, ex-PSDB, obviamente não por sua relação com seu partido de origem – que mora no coração do PSB paulista –, e sim pela condição de Feldman como fiel escudeiro de Marina.

Se a convenção estadual do PSB, que deve ocorrer no período de 10 a 30 de junho, escolher o nome do deputado Márcio França ao governo de São Paulo, o PSB estará brincando que tem candidato.

França atuará como um pseudocandidato, mas será tratado pelos adversários como um candidato de mentirinha. Será uma enganação que jogará uma pá de cal na já ridicularizada pregação que Eduardo Campos e Marina Silva fazem por uma “nova política”.

Ainda é possível que consigam demover Márcio França dessa intenção e que apareça uma solução alternativa. Nem Márcio, nem Erundina, nem Young, nem Feldman. Alguém provavelmente menos conhecido que qualquer um dos quatro. Alckmin, mais uma vez, dirá “muito obrigado”.

Marina Silva deve saborear sua vitória antes que ela se evapore. Porém, como uma vitória de Pirro, vai lhe custar o alto preço de fazer sua Rede engolir a vice de Campos e de ter que fingir que tem candidato na emblemática disputa pelo Governo de São Paulo. Será então a hora, como dizia o poeta, de “fingir que é dor a dor que deveras sente”.

Antonio Lassance é doutor em Ciência Política.

***

Leia também:

O PS[d]B de Campos e Marina

Luiz Erundina afirma que alianças do PSB não têm coerência

Marina e Campos falharam como “terceira via” e torcem por protestos nas ruas

Aliança PSB/PSDB: Afinal, o que é essa tal de “nova política”?

Quanto pior melhor: Marina Silva pede novos protestos de rua em 2014

O sistema financeiro em busca de candidata?

Censura ao vice-presidente do PSB mostra a face autoritária de Marina

O pragmático marido da programática Marina

Paulo Moreira Leite: Guru de Marina disse que é preciso aumentar o preço da carne e do leite

A promiscuidade da(s) rede(s) Itaú-Marina

Já que a Rede de Marina furou, Banco Itaú cria sua própria rede

Com o apoio da mídia golpista, Marina Silva cultua o blasfemo “deus mercado”

Campos/Marina: O papel da coalizão do ódio

Para André Singer, programa de Eduardo Campos/Marina não existe

Luciano Martins Costa: A mídia está atirando para todos os lados

O mal-estar de Marina Silva

Janio de Freitas: O não dito pelo dito

Como fatos são maiores que desejos, Marina devastou a oposição

Aliado histórico de Marina abandona Rede e diz ter feito “papel de bobo”

Os neossocialistas Heráclito Fortes, Bornhausen e Caiado apoiam Eduardo Campos/Marina

Por que no te callas, Marina Silva?

Paulo Moreira Leite: Marina/Campos, bola de cristal em 5 pontos

Janio de Freitas: Presente e futuro

Dez consequências da decisão de Marina

Vice do PSB diz que partido de Marina é “fundamentalista, preconceituoso e sem caráter”

Problemas para Campos: Marina já critica alianças do PSB

Todos contra o chavismo

Marina/Campos: De madrugada, choro e ataque ao “chavismo do PT”

Marina Silva e o chavismo

Malabarismo de Marina Silva desorientou a mídia golpista

Estão faltando ideias e sobrando frases feitas para Marina

A Rede de Marina: Uma nova política ou uma nova direita?

Marina perdeu antes de o jogo começar?

Marina Silva é o atraso do Brasil financiado por banqueiros

Mexeu com o Itaú, mexeu com a Marina: Banco é autuado por sonegar R$18,7 milhões

O PS[d]B de Campos e Marina

7 de janeiro de 2014
Eduardo_Campos07_Serra_Aecio

Governador pernambucano cravou sua opção pela velha política, levando junto com ele a ex-ministra.

Ricardo Melo

Aconteceu em 3 de janeiro, no Recife, o enterro de mais uma suposta tentativa de criar algo novo na política brasileira. Com pompa e circunstância adequadas, a data marcou o embarque dos tucanos do PSDB no governo de Eduardo Campos, do PSB. O discurso do anfitrião mais parecia um obituário envergonhado.

“Aprendi com meu avô, o ex-governador Miguel Arraes, o valor das alianças políticas. Mas não alianças feitas para interesse de políticos ou de partidos. Temos sempre de saber fazer alianças colocando os interesses do povo no centro do que está sendo feito. Esta é a distinção entre a velha e a nova política”, comemorou o governador, no melhor estilo me engana que eu gosto.

Todos sabemos a que “povo” interessa a cerimônia realizada no Centro de Convenções, sede provisória do governo estadual. Pergunte a algum cidadão comum pernambucano que grande diferença fará a entrada de um tucano na secretaria estadual do Trabalho e na presidência do Detran local ““cargos assumidos pelo PSDB.

A resposta é óbvia. Ou alguém sinceramente acha que o emprego no Estado vai disparar ou ao menos a carteira de habilitação local sairá mais rápido com tais mudanças? A própria (pouca) importância dos postos aceitos pelo PSDB escancara o sentido da barganha. O fato é que a cerimônia serviu para mostrar que, entre a velha e a nova política, o governador cravou sua opção: escolheu a velha, levando junto a ex-ministra Marina Silva.

Que fique claro: ninguém pode contestar o direito de Campos aliar-se com quem quiser. Se há alguma coisa em que o Brasil é insuperável é na, vamos dizer, elasticidade das composições partidárias. Do governo federal às administrações locais, é possível encontrar misturas que desafiam tanto a coerência de programas quanto os limites da análise combinatória. Alianças sempre, evidentemente, “em nome do interesse do povo”.

O que se discute mais uma vez é a propaganda enganosa. Pouco tempo atrás, Campos e Marina firmaram um acordo para o ingresso da ex-ministra no PSB. No evento, anunciado como a aurora de um novo modo de fazer política, as duas figuras discorreram sobre a importância daquele momento. Lideranças da Rede usaram e abusaram do repertório sonhático para dourar o enlace.

Mas na prática a teoria é sempre outra. Como se viu, nem foi preciso muito tempo para sentir o cheiro de mofo na própria casa do anfitrião. Em mais um rasgo de sinceridade, a deputada Luiza Erundina, do PSB de Campos e Marina, foi direto ao ponto. “A lógica eleitoral se superpõe a tudo. Somos vítimas desta lógica”, disse em entrevista publicada na Folha de domingo, dia 5.

E a lógica eleitoral do momento, para Campos e cia., é impedir a reeleição de Dilma e ponto final. Nada de errado nisso: faz parte do jogo e é seu direito. Pede-se apenas ao pessoal que chame as coisas pelo nome, sem tentar vender como novidade as práticas mais gastas e requentadas da política brasileira.

***

Leia também:

Luiz Erundina afirma que alianças do PSB não têm coerência

Marina e Campos falharam como “terceira via” e torcem por protestos nas ruas

Aliança PSB/PSDB: Afinal, o que é essa tal de “nova política”?

Quanto pior melhor: Marina Silva pede novos protestos de rua em 2014

O sistema financeiro em busca de candidata?

Censura ao vice-presidente do PSB mostra a face autoritária de Marina

O pragmático marido da programática Marina

Paulo Moreira Leite: Guru de Marina disse que é preciso aumentar o preço da carne e do leite

A promiscuidade da(s) rede(s) Itaú-Marina

Já que a Rede de Marina furou, Banco Itaú cria sua própria rede

Com o apoio da mídia golpista, Marina Silva cultua o blasfemo “deus mercado”

Campos/Marina: O papel da coalizão do ódio

Para André Singer, programa de Eduardo Campos/Marina não existe

Luciano Martins Costa: A mídia está atirando para todos os lados

O mal-estar de Marina Silva

Janio de Freitas: O não dito pelo dito

Como fatos são maiores que desejos, Marina devastou a oposição

Aliado histórico de Marina abandona Rede e diz ter feito “papel de bobo”

Os neossocialistas Heráclito Fortes, Bornhausen e Caiado apoiam Eduardo Campos/Marina

Por que no te callas, Marina Silva?

Paulo Moreira Leite: Marina/Campos, bola de cristal em 5 pontos

Janio de Freitas: Presente e futuro

Dez consequências da decisão de Marina

Vice do PSB diz que partido de Marina é “fundamentalista, preconceituoso e sem caráter”

Problemas para Campos: Marina já critica alianças do PSB

Todos contra o chavismo

Marina/Campos: De madrugada, choro e ataque ao “chavismo do PT”

Marina Silva e o chavismo

Malabarismo de Marina Silva desorientou a mídia golpista

Estão faltando ideias e sobrando frases feitas para Marina

A Rede de Marina: Uma nova política ou uma nova direita?

Marina perdeu antes de o jogo começar?

Marina Silva é o atraso do Brasil financiado por banqueiros

Mexeu com o Itaú, mexeu com a Marina: Banco é autuado por sonegar R$18,7 milhões

Luiza Erundina afirma que alianças do PSB não têm coerência

6 de janeiro de 2014

Luiza_Erundina07

Para deputada, falta sentido político nos acordos regionais de seu partido. Semana passada, PSB anunciou a entrada do PSDB no governo de PE, o que desagradou aliados de Campos.

Marina Dias

A deputada federal Luiza Erundina (PSB/SP) diz que não existe “coerência política” nas alianças regionais que seu partido tem fechado para fortalecer a pré-candidatura do governador Eduardo Campos à Presidência.

“A certeza que tenho é que não há coerência política a ponto de se conseguir dar unidade a alianças que podem ser reproduzidas no resto do país”, disse à Folha.

Na semana passada, o PSDB de Pernambuco aderiu ao governo de Campos. Erundina critica a natureza das decisões e afirma que elas não passaram pela Executiva Nacional do PSB. Apesar das ressalvas, ela diz que Campos “tem o desejo de fazer as coisas de maneira diferente”.

Folha – Em que medida a entrada do PSDB no governo de Eduardo Campos altera o acordo entre PSB e Rede?

Luiza Erundina – Cada caso é fruto do sistema político exaurido, esgotado em responder às demandas da sociedade. Mantemos regras, normas e sistemas partidários e eleitorais defasados, sem identidade, e isso explica esse caos que existe nas políticas de alianças locais. A certeza que tenho é que não há coerência política a ponto de se conseguir dar unidade a alianças que podem ser reproduzidas no resto do país.

PSDB e PSB acordaram possíveis alianças em Pernambuco, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Sul e São Paulo. Qual é o limite para esses acordos acontecerem?

Isso já está dado. O processo já andou tanto, as conversas já se deram com tanta frequência e não passaram pelas direções partidárias. Marina Silva insiste em encaminhar as coisas de outra forma, mas é uma tentativa muito recente. A junção entre PSB e Rede é salutar, é a construção coletiva de um processo novo e vamos acumular para, se não for nessa eleição, introduzir algo novo num futuro que espero ser próximo.

O presidente estadual do PSB/SP, Márcio França, articula há meses um acordo para ser vice na chapa de Geraldo Alckmin. Mas interlocutores dizem que Marina e Campos conversaram e que essa possibilidade agora “tende a zero”.

A partir da aliança PSB-Rede esse quadro se encontra mais complicado.

É mais importante o PSB ter um candidato próprio ou se aliar ao PSDB de Alckmin?

Defendo candidatura própria junto com a Rede para construir uma nova força política e quebrar a polarização PT-PSDB, que é artificial, já que os dois partidos têm muita identidade do ponto de vista de alianças e propostas políticas. Precisamos introduzir novos elementos para renovar a política brasileira. Essa história de palanque duplo, palanque triplo, é um absurdo, é contribuir para esse quadro político caótico.

A senhora está disposta a ser candidata ao governo de São Paulo?

É um processo complexo, e não podemos colocar as coisas nesses termos, para não quebrar a unidade PSB-Rede.

As posturas de Marina e Campos frente à política de alianças não são contraditórias?

Não. Há uma intenção de Campos em contribuir para que as coisas se deem de maneira diferente, mas a lógica eleitoral se superpõe a tudo. Somos vítimas dessa lógica.

***

Leia também:

Marina e Campos falharam como “terceira via” e torcem por protestos nas ruas

Aliança PSB/PSDB: Afinal, o que é essa tal de “nova política”?

Quanto pior melhor: Marina Silva pede novos protestos de rua em 2014

O sistema financeiro em busca de candidata?

Censura ao vice-presidente do PSB mostra a face autoritária de Marina

O pragmático marido da programática Marina

Paulo Moreira Leite: Guru de Marina disse que é preciso aumentar o preço da carne e do leite

A promiscuidade da(s) rede(s) Itaú-Marina

Já que a Rede de Marina furou, Banco Itaú cria sua própria rede

Com o apoio da mídia golpista, Marina Silva cultua o blasfemo “deus mercado”

Campos/Marina: O papel da coalizão do ódio

Para André Singer, programa de Eduardo Campos/Marina não existe

Luciano Martins Costa: A mídia está atirando para todos os lados

O mal-estar de Marina Silva

Janio de Freitas: O não dito pelo dito

Como fatos são maiores que desejos, Marina devastou a oposição

Aliado histórico de Marina abandona Rede e diz ter feito “papel de bobo”

Os neossocialistas Heráclito Fortes, Bornhausen e Caiado apoiam Eduardo Campos/Marina

Por que no te callas, Marina Silva?

Paulo Moreira Leite: Marina/Campos, bola de cristal em 5 pontos

Janio de Freitas: Presente e futuro

Dez consequências da decisão de Marina

Vice do PSB diz que partido de Marina é “fundamentalista, preconceituoso e sem caráter”

Problemas para Campos: Marina já critica alianças do PSB

Todos contra o chavismo

Marina/Campos: De madrugada, choro e ataque ao “chavismo do PT”

Marina Silva e o chavismo

Malabarismo de Marina Silva desorientou a mídia golpista

Estão faltando ideias e sobrando frases feitas para Marina

A Rede de Marina: Uma nova política ou uma nova direita?

Marina perdeu antes de o jogo começar?

Marina Silva é o atraso do Brasil financiado por banqueiros

Mexeu com o Itaú, mexeu com a Marina: Banco é autuado por sonegar R$18,7 milhões

Marina e Campos falharam como “terceira via” e torcem por protestos nas ruas

4 de janeiro de 2014

Marina_Eduardo_Campos18

Via Blog do Zé Dirceu

A mídia noticia que crescem as pressões da ex-senadora Marina Silva e que ela não vai desistir das investidas, agora sobre a deputada Luiza Erundina (PSB/SP), para que esta saia candidata a governadora este ano pelo PSB. Antes o deputado Walter Feldman, tucano que deixou o PSDB, aliando-se à Marina e à sua Rede, queria ser o candidato socialista a governador. Agora Marina aposta suas fichas em Erundina.

Pressões e investidas da ex-senadora são parte – registra o Painel político da Folha – da movimentação política dela e de seu partido, a Rede (ela está filiada ao PSB) para conseguir o afastamento da sigla de uma aliança com o governador tucano Geraldo Alckmin para ajudá-lo na reeleição. Esta coligação PSB-PSDB em São Paulo é capitaneada pelo deputado Márcio França (PSB/SP), que batalha para ser o candidato a vice-governador na chapa de Alckmin.

Nos debates internos com a cúpula parceira do PSB, Marina argumenta que o apoio a Alckmin é inadmissível porque o governo tucano tem desempenho ruim na educação e porque a mensagem de renovação política da Rede e de sua aliança com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, é incompatível com o PSDB paulista que governa o Estado há 20 anos.

É Marina enredada em seu labirinto. Ela fundou a Rede e filiou-se ao PSB para ser oposição, esquecendo-se que o partido tem história e vocação governista em todo o País, sempre aliado a governos estaduais, principalmente aos do PSDB – em São Paulo, Minas, Paraná… Pior para Marina é que o governador Eduardo Campos, também presidente nacional do PSB, já avisou que não tem poder nem vontade de intervir e levar ao rompimento dessas alianças nos Estados.

Dupla torce pelo quanto pior, melhor

Rogério Gentile, articulista, registrou na quinta-feira, dia 2, na Folha de S.Paulo: Eduardo Campos e Marina Silva torcem por mais manifestações de rua e protestos em 2014, principalmente na época da Copa do Mundo. Marina, explicitamente, conforme escreveu em seu artigo publicado na sexta-feira, dia 27/12, na Folha, sua mensagem de final de ano: “Desejo (a essa multidão que foi às ruas) mais força e criatividade para renovar a democracia no Brasil em 2014”.

Ela e Eduardo Campos esperam beneficiar-se eleitoralmente. O que Marina e seu parceiro político Eduardo Campos aguardam uma segunda onda de indignação porque “não conseguiram avançar no discurso da nova política”, da “terceira via”, lançado por ocasião da aliança feita em outubro”. Diz, também, que os dois embaralham-se “com o oposicionismo puro e amarelado do PSDB”. E pergunta: “Qual é a diferença entre o governador pernambucano e o senador mineiro? [presidenciável tucano Aécio Neves]”.

Na conclusão de seu artigo, Gentile afirma: “A repetição dos protestos de junho de 2013 é uma possibilidade. […]. Mas é necessário lembrar que os atos de 2013 só ganharam dimensão, levando multidões às ruas, quando a polícia de Alckmin usou de violência irracional contra manifestantes e jornalistas, indignando o País. Até então o aumento da tarifa mobilizara uma meia dúzia. […]. Apostar agora [em novos protestos], como fazem Marina e Campos, submetendo-se a essa expectativa, é mais arriscado do que tentar adivinhar o vencedor da Copa.”

***

Leia também:

Aliança PSB/PSDB: Afinal, o que é essa tal de “nova política”?

Quanto pior melhor: Marina Silva pede novos protestos de rua em 2014

O sistema financeiro em busca de candidata?

Censura ao vice-presidente do PSB mostra a face autoritária de Marina

O pragmático marido da programática Marina

Paulo Moreira Leite: Guru de Marina disse que é preciso aumentar o preço da carne e do leite

A promiscuidade da(s) rede(s) Itaú-Marina

Já que a Rede de Marina furou, Banco Itaú cria sua própria rede

Com o apoio da mídia golpista, Marina Silva cultua o blasfemo “deus mercado”

Campos/Marina: O papel da coalizão do ódio

Para André Singer, programa de Eduardo Campos/Marina não existe

Luciano Martins Costa: A mídia está atirando para todos os lados

O mal-estar de Marina Silva

Janio de Freitas: O não dito pelo dito

Como fatos são maiores que desejos, Marina devastou a oposição

Aliado histórico de Marina abandona Rede e diz ter feito “papel de bobo”

Os neossocialistas Heráclito Fortes, Bornhausen e Caiado apoiam Eduardo Campos/Marina

Por que no te callas, Marina Silva?

Paulo Moreira Leite: Marina/Campos, bola de cristal em 5 pontos

Janio de Freitas: Presente e futuro

Dez consequências da decisão de Marina

Vice do PSB diz que partido de Marina é “fundamentalista, preconceituoso e sem caráter”

Problemas para Campos: Marina já critica alianças do PSB

Todos contra o chavismo

Marina/Campos: De madrugada, choro e ataque ao “chavismo do PT”

Marina Silva e o chavismo

Malabarismo de Marina Silva desorientou a mídia golpista

Estão faltando ideias e sobrando frases feitas para Marina

A Rede de Marina: Uma nova política ou uma nova direita?

Marina perdeu antes de o jogo começar?

Marina Silva é o atraso do Brasil financiado por banqueiros

Mexeu com o Itaú, mexeu com a Marina: Banco é autuado por sonegar R$18,7 milhões

Aliança PSB/PSDB: Afinal, o que é essa tal de “nova política”?

4 de janeiro de 2014
Eduardo_Campos24_Aecio

Falsos como uma nota de US$3,00.

José Luiz Gomes da Silva, cientista político, via Viomundo

Dizia o velho Ulisses Guimarães que, em política, “nunca devemos estar tão distante que não possa se aproximar, nem tão próximo que não possa se afastar”.

A máxima do saudoso dr. Ulisses reflete bem as articulações entre os dois presidenciáveis, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).

O projeto de ambos parece-nos muito óbvio, que seria o de levar as eleições presidenciais de 2014 para o segundo turno, onde ambos já teriam antecipado a possibilidade de apoio mútuo, consoante quem estiver melhor na fita naquele momento. É curioso como, com tanta antecedência, essa costura possa estar tão consolidada.

Na história recente das eleições no País, talvez essa seja a eleição onde, concretamente, acordos para um eventual segundo turno sejam amarrados com tanta antecedência.

Neste aspecto, não estão se confirmando as previsões do marqueteiro oficial do Planalto, João Santana, de que haveria uma autofagia entre os anões. Eles iriam se comer no andar de baixo, enquanto Dilma Rousseff continuaria nas nuvens.

O Planalto vem adotando uma estratégia que não sabemos se é a mais correta em relação ao assunto: a estratégia do “acocha” e “afrouxa”, bem conhecida daqueles que atuam em sala de aula. Ora informa que Lula vem morar em Pernambuco para derrotar Eduardo em seu quintal, ora recomenda cautela, prevendo os arranjos inevitáveis na eventualidade de um segundo turno.

O comportamento do PT pernambucano não merece comentários. Eles simplesmente não resistem a um queijo de cabra, produzido em conhecida fazenda do Cariri paraibano, servido na mansão de Dois Irmãos.

Como já foi posto por alguns analistas, penso ser improvável uma derrota de Dilma Rousseff nas eleições de 2014, mas, como diriam nossos avós, cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém.

Melhor seria liquidar essa fatura no primeiro turno. O assédio e o desespero da direita poderiam provocar uma situação desconfortável.

The Economist, o semanário conservador britânico anda dedicando páginas e páginas para explicar por que Dilma Rousseff não deve ser reeleita, esquecendo-se de elencar, deliberadamente, as grandes conquistas sociais obtidos na Era Lula/Dilma.

Marina vem mantendo alguns encontros com Eduardo Campos. Ainda não entendi como é que ela não o presenteou com alguns livros básicos sobre essa “nova política”. Recomendaria duas leituras fundamentais do sociólogo espanhol, Manuel Castells, Sociedade em rede e Comunicação e poder.

Tivemos o cuidado de ler com atenção as entrevistas concedidas aos jornais locais pelo prefeito do Recife, Geraldo Júlio, e o governador do Estado, Eduardo Campos. São entrevistas que foram devidamente arquivadas para orientar nossas avaliações dos governos municipal e estadual daqui para frente.

Em ambas entrevistas, volta ao debate essa “nova política” à qual o governador se diz hoje partidário, traduzida como uma espécie de plataforma de suas aspirações presidenciais, sobretudo depois do momento em que vinculou-se a Marina Silva.

Durante a entrevista, Eduardo Campos tergiversou bastante sobre o assunto, envolto numa peça ficcional, onde não existem práticas concretas que possam dar suporte à teoria e, a rigor, desconhece-se a teoria.

O que, afinal, é essa “nova política”?

Em certa medida, o termo teria surgido a partir das reflexões do sociólogo espanhol, Manuel Castells, sobre a revolução promovida pelas redes sociais no que concerne às mobilizações sociais e a falência do modelo de democracia representativa burguesa, corrompido por expedientes de tráfico de influência, representação de grupelhos de interesses corporativos e desvios de recursos públicos, subtraindo as demandas coletivas em favor de interesses privados escusos.

Castells veio ao Brasil, realizou algumas conferências e o grupo que orbita em torno da acreana Marina Silva aproximou-se do teórico, elegendo-o como uma espécie de guru ou ideólogo.

Marina é a contradição em pessoa.

O modelo de desenvolvimento sustentável proposto pelo grupo ligado a ela passa por profundos questionamentos. Sustentabilidade mesmo só a financeira, uma vez que o grupo conta com apoio de participantes de peso dos banqueiros paulistas.

Manuel Castells é um intelectual envolvido com o movimento de Maio de 68, na França. Sobretudo no segundo título, Castells disseca o esgotamento do modelo de democracia representativa, afirmando que a “classe política” passou a defender seus próprios interesses corporativos, distanciando-se dos interesses da sociedade como um todo.

Ou seja, criou-se uma cisão entre representantes e representados, obrigando esses últimos a criarem novos padrões de participação democrática num mundo globalizado e digitalizado.

Em muitos aspectos, com todos os elogios que se possa fazer ao trabalho de jornalismo do Jornal do Commércio com a matéria sobre os 80 anos do livro Casa Grande & Senzala, de Gilberto Freyre, quem, de bom-senso, poderia ignorar o papel das redes sociais para repercutir negativamente as declarações do ex-secretário de Defesa Social, Wilson Damázio, culminando com seu pedido de demissão?

Isso sim é nova política.

A aliança com Eduardo Campos atendeu estritamente a interesses pragmáticos, nunca programáticos, seja lá o que isso signifique. O modelo de crescimento adotado no Estado relegou completamente as questões ambientais. Poderia citar alguns dados aqui, mas isso iria cansar o eleitor minimamente informado.

Trata-se de um governo motosserra.

Penso, sem nenhum exagero, que os índices de desmatamento de mata atlântica no Estado hoje seriam comparáveis ao período mais nefasto do apogeu da economia da cana-de-açúcar.

Quando ele entra no terreno político, aí, então, é que as coisas descambam de vez, com a sua afirmação de que irá realizar o “novo” com o “velho”.

Certamente ele entregará a missão de realizar a reforma agrária – atrasada secularmente no País – aos ruralistas liderados pelo senhor Ronaldo Caiado.

Em artigo recente, o professor Michel Zaidan Filho fala sobre uma espécie de índice de popularidade construída a partir de artifícios midiáticos, ancorados em pesquisas sob medida, concebida apenas com a finalidade de jogar esses índices nas alturas, sem que os mesmos reflitam a qualidade dos serviços públicos e o atendimento às demandas reais da população, este sim, um índice republicano para aferir o desempenho dos gestores públicos.

O resultado disso é que se cria uma grande dicotomia entre os tais índices de popularidade, artificialmente construídos, e a vida cotidiana do cidadão, onde não se observam melhorias significativas.

O mesmo se aplica à propalada “nova política”, decantada em versos e prosas pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Em entrevista recente, já mencionada, o governador fez uma ginástica linguística enorme para explicar aos jornalistas que o entrevistaram as contradições inerentes ao conceito e às suas práticas ou políticas aliancistas, absolutamente destoantes.

Em dado momento, afirma que irá fazer o “novo” com o “velho”, seja lá o que isso possa significar. Aliás, escamotear.

Recentemente, a imprensa noticiou que ele teve um grande encontro com o também presidenciável, o senador Aécio Neves, do PSDB. O encontro ocorreu no Restaurante Fasano, no Rio, um dos mais “chicos” do pedaço, como diria minha caçulinha Maria Luísa.

Bons de garfos, acostumados às tradicionais culinárias pernambucana e mineira, certamente, não pediram os pratos de Marina Silva, caracterizados por algumas regras rígidas. Pelo menos em algum aspecto ela precisa parecer coerente. Aliás, como brincou um articulista do site “O Cafezinho”, a acreana, na realidade, do ponto de vista político, foi, literalmente, jantada.

Marina é um poço de contradições até mesmo no que se refere às questões ambientais, mais, rigorosamente, não estava em seus planos essa aproximação com os tucanos, um grupo com quem mantém divergências substantivas, rejeitados no momento em que decidiu juntar-se ao socialista.

Pois bem. Trata-se de uma aliança consolidada no plano nacional. A formalização dos acordos aqui em Pernambuco reflete apenas uma costura de longas datas, onde os partidos mantinham uma espécie de aliança branca, confirmada pelo grão-mestre tucano na província, ao afirmar, em entrevista recente, que o PSDB nunca foi oposição ao Governo Eduardo Campos.

O vereador Raul Jungmann e o senador Jarbas Vasconcelos sabem o que isso significa. Os cargos do PTB, que desembarca do governo, devem ir para o PSDB. A Secretaria de Transportes e o Detran estão confirmados.

Um bom marqueteiro – coisa que o Planalto tem – encontrará um mecanismo de evidenciar para os eleitores esse “fosso de contradições” em que o candidato Eduardo Campos está se metendo com essa conversa de botequim sobre a “nova política”.

Tenho observado que ele passou a usar uma “linguagem que o povo entende”. Quando se referiu às providências do governo federal em relação às vítimas das enchentes nos estados de Minas e Espírito Santo, falou sobre as tranca das portas depois de arrombadas. Pelo visto, as suas estão escancaradas.

Penso que a ministra Gleisi Hoffmann deu uma ligadinha para o Lula. Não precisa ir buscar inspiração nos gregos, quando se tem um pernambucano que é a maior autoridade quando o assunto é se entender com o povão. Reforçou-lhes a pecha de “ingrato”, a única condição que os gregos não perdoavam.

José Luiz Gomes da Silva é cientista político.

***

Leia também:

Quanto pior melhor: Marina Silva pede novos protestos de rua em 2014

O sistema financeiro em busca de candidata?

Censura ao vice-presidente do PSB mostra a face autoritária de Marina

O pragmático marido da programática Marina

Paulo Moreira Leite: Guru de Marina disse que é preciso aumentar o preço da carne e do leite

A promiscuidade da(s) rede(s) Itaú-Marina

Já que a Rede de Marina furou, Banco Itaú cria sua própria rede

Com o apoio da mídia golpista, Marina Silva cultua o blasfemo “deus mercado”

Campos/Marina: O papel da coalizão do ódio

Para André Singer, programa de Eduardo Campos/Marina não existe

Luciano Martins Costa: A mídia está atirando para todos os lados

O mal-estar de Marina Silva

Janio de Freitas: O não dito pelo dito

Como fatos são maiores que desejos, Marina devastou a oposição

Aliado histórico de Marina abandona Rede e diz ter feito “papel de bobo”

Os neossocialistas Heráclito Fortes, Bornhausen e Caiado apoiam Eduardo Campos/Marina

Por que no te callas, Marina Silva?

Paulo Moreira Leite: Marina/Campos, bola de cristal em 5 pontos

Janio de Freitas: Presente e futuro

Dez consequências da decisão de Marina

Vice do PSB diz que partido de Marina é “fundamentalista, preconceituoso e sem caráter”

Problemas para Campos: Marina já critica alianças do PSB

Todos contra o chavismo

Marina/Campos: De madrugada, choro e ataque ao “chavismo do PT”

Marina Silva e o chavismo

Malabarismo de Marina Silva desorientou a mídia golpista

Estão faltando ideias e sobrando frases feitas para Marina

A Rede de Marina: Uma nova política ou uma nova direita?

Marina perdeu antes de o jogo começar?

Marina Silva é o atraso do Brasil financiado por banqueiros

Mexeu com o Itaú, mexeu com a Marina: Banco é autuado por sonegar R$18,7 milhões


%d blogueiros gostam disto: