Posts Tagged ‘Felipe Barbosa’

Filho de Joaquim Barbosa quis bolsa para negros no Itamaraty, mas faltou à prova

30 de julho de 2013
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Felipe

Fernando Brito, via Tijolaço

O Itamaraty reagiu no domingo, dia 28, em nota, às acusações de racismo feitas por Joaquim Barbosa contra a instituição, em entrevista ao jornal O Globo.

Apesar de não comentar diretamente o suposto caso de discriminação a que o ministro se referiu, obliquamente, o órgão divulgou nota recordando que “mantém [há dez anos] programa de ação afirmativa a Bolsa Prêmio Vocação para a Diplomacia, instituída com a finalidade de proporcionar maior igualdade de oportunidades de acesso à carreira de diplomata” e que reserva 10% das vagas para afrodescendentes na primeira fase de seu concurso de admissão.

De fato, o edital do programa oferece bolsa de estudos para “incentivar e apoiar o ingresso de afrodescendentes (negros) na carreira de diplomata, mediante a concessão de bolsas-prêmio destinadas ao custeio de estudos preparatórios ao Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata”. São R$25 mil para custear cursinho e material didático, durante dez meses.

Não há notícia de cotas raciais no concurso feito para admissão como servidor no STF.

O doutor Joaquim poderia, ao menos, ter feito esta referência elogiosa ao gesto do Itamaraty, em lugar simplesmente de afirmar apenas que “o Itamaraty é uma das instituições mais discriminatórias do Brasil”.

Até porque o doutor Joaquim conhece muito bem este programa, porque seu filho Felipe Tavares Barbosa Gomes participou das provas de seleção para ele, salvo a remota hipótese de tratar-se de um homônimo.

Felipe só não ganhou a bolsa por ter, apesar de ter se classificado para a seleção final, ficado com zero na entrevista técnica que é a ultima prova, provavelmente por não ter comparecido. Foi o único, aliás, a ficar nessa condição.

Era direito dele não querer se submeter a essa seleção e dispensar, com isso, a bolsa de estudos a que se candidatou. Mas seria um dever básico de justiça, ao menos, seu pai reconhecer que – havendo, como deve haver, ou não discriminação no corpo diplomático – a direção do Itamaraty tem trabalhado para que a instituição reflita a composição do povo brasileiro.

O doutor Barbosa, porém, não parece possuidor deste senso de equilíbrio. Ou por não acreditar no ditado popular de que o peixe morre pela boca.

PS.: O Tijolaço já tinha, há tempos, esta informação. Elas estão publicadas em editais. Não a veiculou porque não era relevante com caso que enfrenta o doutor Joaquim, porque não está interessado em devassar a vida familiar de ninguém. Nem em desclassificar o que é conseguido por mérito, como Felipe o fez. Mas a revela, agora, porque a hipocrisia é uma abominação em qualquer um, e mais ainda naqueles que, personificando a mais alta instituição judicial, devem ter o equilíbrio que a balança da Justiça simboliza.

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Empresa investigada por receber R$2,5 milhões de Marcos Valério contratou filho de Barbosa

8 de julho de 2013
Joaquim_Barbosa30_Boca_Torta

Barbosa, relator da ação que envolve Valério, não deveria ter mais atenção a este tema?

Helena Sthephanowitz, via Rede Brasil Atual

O grupo Tom Brasil contratou Felipe Barbosa, filho do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, como assessor de imprensa na casa de shows Vivo Rio, em 2010. Até poucos dias atrás, antes de ele ir trabalhar na TV Globo com Luciano Huck, Felipe ainda era funcionário da Tom Brasil.

Nada demais, não fosse um forte inconveniente: a Tom Brasil é investigada no inquérito 2.474/STF, derivado do chamado “mensalão”, e o relator é seu pai Joaquim Barbosa. Este inquérito, aberto para investigar fontes de financiamento do chamado “mensalão”, identificou pagamento da DNA Propaganda, de Marcos Valério, para a casa Tom Brasil, com recursos da Visanet, no valor de R$2,5 milhões. E quem autorizou este pagamento foi Cláudio de Castro Vasconcelos, gerente-executivo de Propaganda e Marketing do Banco do Brasil, desde o governo FHC. Estranhamente não foi denunciado na AP 470, o chamado “mensalão”, junto com Henrique Pizzolato.

Outra curiosidade é que um dos sócios do grupo Tom Brasil, Gladston Tedesco, foi indiciado na Operação Satiagraha, sob a acusação de evasão de divisas como cotista do Opportunity Fund no exterior, situação vedada a residentes no Brasil. Ele negou ao jornal Folha de S.Paulo que tenha feito aplicações no referido fundo. Tedesco foi diretor da Eletropaulo quando era estatal em governos tucanos e respondeu (ou responde) a processo por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público.

Pode ser só que o mundo seja pequeno e tudo não passe de coincidência, ou seja lobismo de empresários que cortejam o poder, embora o ministro Joaquim Barbosa deveria ter-se atentado para essa coincidência inconveniente, dada sua dedicação ao inquérito.

Entretanto, não custa lembrar que se o ministro, em vez de juiz, fosse um quadro de partido político, o quanto essa relação poderia lhe causar complicações para provar sua inocência, caso enfrentasse um juiz como ele, que tratou fatos dúbios como se fossem certezas absolutas na Ação Penal 470. Também é bom lembrar que o ministro Joaquim Barbosa já declarou que não tem pressa para julgar o mensalão tucano, no qual Marcos Valério é acusado de repassar grandes somas em dinheiro para a campanha eleitoral dos tucanos Eduardo Azeredo e Aécio Neves.

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8 de julho de 2013

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Na sexta-feira, dia 5, Stanley Burburinho publicou um post no Facebook que mostram que o presidente Joaquim Barbosa não domina muito bem os fatos quando legisla em causa própria.

Com informações do Brasil 247

No dia 2/6/2013, o ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF, e seu filho assistiram ao jogo Brasil x Inglaterra, no Maracanã, no camarote de Luciano Huck. Não sei se foi antes ou depois do jogo que o filho de Joaquim Barbosa, Felipe Barbosa, foi contratado pela TV Globo para atuar no programa Caldeirão do Huck, do apresentador Luciano Huck:

“Felipe Barbosa, filho do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, foi contratado pela TV Globo. Ele atua no programa Caldeirão do Huck, do apresentador Luciano Huck. No fim de semana, Barbosa viajou, com recursos do Supremo Tribunal Federal, para assistir a um jogo da seleção brasileira no camarote de Huck e de sua esposa Angélica. Cogitado como presidenciável, Barbosa não tem demonstrado o mesmo rigor que cobra dos outros na sua vida pessoal.” (clique aqui)

Segundo o Wikipédia, o pai de Luciano Huck, Hermes Marcelo Huck, é advogado:

“Hermes Marcelo Huck é advogado (OAB/SP nº 17.894) e professor titular de Direito Econômico da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. É mestre pela Universidade da Califórnia; bacharel, doutor e livre-docente pela Universidade de São Paulo. […] e pai do apresentador Luciano Huck.” (clique aqui)

Estive olhando os processos no site do STF e vi que existe uma reclamação (RCL 14.630), da Comercial de Alimentos Carrefour contra a Verparinvest S/A. Em 1º/10/2012, o ministro Joaquim Barbosa assumiu como relator desse processo. No dia 26/6/2013, o ministro Barroso assumiu como relator do processo.

Acontece que o advogado da Verparinvest S/A, uma das partes da reclamação, é o doutor Hermes Marcelo Huck, pai do apresentador Luciano Huck, patrão do filho do ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF. Então, quando foi assistir ao jogo no Maracanã no camarote do Luciano Huck e quando o filho do ministro foi contratado pela TV Globo, o ministro Joaquim Barbosa ainda era o relator de processo que o pai do Luciano Huck é advogado de uma das partes. Não li o processo, mas, ainda que o ministro Joaquim Barbosa tenha sido imparcial, soa estranho. Observe abaixo uma imagem do processo ou clique aqui para ir ao site do STF.

Joaquim_Barbosa87_Pai_Huck

E se a TV Globo for condenada por sonegação de impostos, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha?

Leia a coluna da jornalista Keila Jimenez, do blog Outro Canal, da Folha, onde ela informa que Joaquim Barbosa teve o filho Felipe Barbosa contratado pela Rede Globo.

Reforço 1 – O mais novo contratado da produção do “Caldeirão do Huck” (Globo) é Felipe Barbosa, filho do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa.

Reforço 2 – A Globo e fontes na produção da atração negaram para a coluna a recente contratação do rapaz. Disseram que ele foi apenas fazer uma visita ao Projac, no Rio.

Reforço 3 – Mais tarde, a emissora confirmou que Felipe fora mesmo contratado para um trabalho de pesquisa temporário no programa de Luciano Huck. O jovem é formado em comunicação social.

Talvez para comemorar a contratação, Barbosa e Felipe tenham ido juntos a um jogo da seleção brasileira, no camarote de Huck e Angélica. Barbosa viajou com as despesas pagas pelo STF.

Leia abaixo algumas notícias sobre a viagem de Barbosa, sobre seu banheiro no STF e outras coisinhas mais.

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A Globo e Joaquim Barbosa são um caso indefensável de conflito de interesses

5 de julho de 2013
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JB com João Roberto Marinho num prêmio que o Globo lhe ofereceu.

Com seu filho empregado na Globo, JB fica moralmente impedido de julgar coisas relativas à Globo.

Paulo Nogueira, via Diário do Centro do Mundo

Devem imaginar que nós somos idiotas, a Globo e Joaquim Barbosa. Não há outra explicação. Como pode a Globo dar emprego ao filho de JB? E como JB pode deixar que isso ocorra?

Neste exato momento, a Globo enfrenta uma questão multimilionária na Receita Federal. Documentos vazados – demorou para que isso ocorresse – por alguém da Receita contaram uma história escabrosa.

Os documentos revelam, usemos a palavra certa, uma trapaça. Com o uso de um paraíso fiscal, a Globo fingiu que estava fazendo uma coisa quando comprava os direitos de transmissão da Copa de 2002. A Globo admitiu a multa que recebeu da Receita. E em nota alegou ter quitado a dívida.

Mas a fonte da Receita disse que não é verdade. E pelo blog O Cafezinho, que trouxe o escândalo, desafiou a Globo a mostrar o recibo.

Apenas para constar.

O dinheiro que a Globo não recolheu constrói escolas, hospitais, portos, aeroportos etc. etc. Mas, não pago, ele termina na conta dos acionistas. Foi, além do mais, usado um paraíso fiscal, coisa que está dando prisão na Europa hoje em dia.

Isto tudo posto, vamos supor que uma questão dessas termine no STF.

Qual a isenção de JB para julgar? É uma empresa amiga: emprega o filho dele.

Dá para julgar? E a sociedade, como fica?

Gosto de citar um dos maiores jornalistas da história, Joe Pulitzer. Às equipes que chefiei, citava exaustivamente uma frase que é vital para o exercício do bom jornalismo. “Jornalista não tem amigo”, escreveu Pulitzer.

O que Pulitzer dizia: “Se você tem amigos, você não vai tratá-los com a neutralidade devida como repórter ou editor.”

A Globo está cheia de amigos, e esta é uma das razões pelas quais seu jornalismo é tão viciado – e seus donos tão ricos. Mas as amizades de JB são ainda mais preocupantes, dado o cargo que ele ocupa.

A Justiça brasileira é um problema dramático. Recentemente, os brasileiros souberam das estreitas relações entre o ministro Fux, também do Supremo, e um dos maiores escritórios de advocacia do Rio. Sua filha, advogada, é empregada deste escritório. Como Fux pode julgar uma causa deste escritório?

Não pode. Há um claro conflito de interesses.

O mesmo vale para Joaquim Barbosa.

Quem acredita que ele não enxergou o conflito de interesses no emprego dado a seu filho na Globo acredita em tudo. É um caso tão indefensável que a Globo, inicialmente, negou a informação, obtida pela jornalista Keila Jimenez, da Folha. Procurada, a Globo, diz a Folha, negou a contratação. Disse que o filho de JB fora “apenas fazer uma visita ao Projac”. Só depois admitiu.

É uma história particularmente revoltante quando se lembra a severidade com que JB comandou o julgamento do “mensalão”. Ele fez pose de Catão com suas catilinárias anticorrupção e impressionou muitos brasileiros que podem ser catalogados na faixa dos inocentes úteis. Mas se fosse Catão não permitiria que seu filho trabalhasse na Globo. Não pagaria – como revelou o Diário – com dinheiro público a viagem de uma jornalista do Globo para uma viagem de completa irrelevância para a Costa Rica, apenas para obter cobertura positiva do jornal.

Não usaria, como se soube agora, recursos públicos para ver um jogo do Brasil num camarote de apresentadores – claro – da Globo [nota do Limpinho: “Coincidentemente”, o camarote que JB e seu filho assistiram ao jogo do Brasil e Inglaterra era de… Huck e Angélica.].

E provavelmente Catão também jamais gastasse o equivalente a R$90.000,00, em dinheiro do contribuinte, para uma reforma.

Joaquim Barbosa não tem autoridade moral para ocupar o cargo que ocupa: infelizmente os fatos são claros. Ele é um drama, uma calamidade nacional.

Sêneca dizia que era mais fácil começar uma coisa errada do que depois resolvê-la. A nomeação de JB por Lula – que procurava um juiz negro para o Supremo – foi um erro monumental. Resolvê-lo agora é uma enorme, uma trágica dificuldade.

***

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Com Joaquim Barbosa, Huck reforça vocação para o lobby

Via Brasil 247

É possível, e até provável, que o jovem Felipe Barbosa, filho do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, tenha todas as qualificações para trabalhar na Rede Globo – mais precisamente no Caldeirão do Huck, para o qual foi contratado. Mas em se tratando de Luciano Huck, personagem que faz da aproximação com poderosos uma rotina, a coincidência é sintomática.

Amigo do governador Sérgio Cabral ao ex-presidente Fernando Henrique, o apresentador consegue, em seus momentos de empresário, obter prodígios como uma autorização para construir uma pousada de luxo em Fernando de Noronha, a única do tipo na paradisíaca ilha. Ou escapar de multas pesadas por crime ambiental em Angra dos Reis, onde construiu uma mansão em área de reserva natural.

O convívio com os políticos, que agora se amplia pela aproximação com o presidente do Supremo, valeu a Huck portas a abertas em ministérios e frequência garantida em reuniões estratégicas do poder. Ele foi cogitado pelo PSDB para concorrer ao governo do Rio, e, no PMDB de Cabral, pode assinar ficha no momento em que desejar.

Com o filho de Barbosa em seu time, Huck lança uma ponte para o juiz mais poderoso do País. Os três, Luciano, Joaquim Barbosa já até dividiram mesmo camarote, no jogo Brasil e Inglaterra, que inaugurou o novo Maracanã.

Sempre com múltiplos interesses, Huck já foi dono de boate – a Cabral, em São Paulo, onde ele se orgulhava, nas rodas da sociedade, que baiano não ia –, tem negócios na internet e é hoteleiro, além de administrar a própria imagem em dezenas de contratos publicitários. Mais político de todos os apresentadores da Globo, é também queridinho da mídia. Nos bastidores, ele frequenta ministérios e convive com poderosos, participando de conversas políticas com grande frequência.

Com mais esse ponto de entrada no mundo dos poderosos de vários setores da sociedade, Luciano Huck mostra que ele próprio está cada vez mais poderoso.

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