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É a crise! É a crise!: Só em fevereiro, foram gerados 260 mil novos empregos no Brasil

18 de março de 2014

Emprego11_Fevereiro

Altamiro Borges em seu blog

Nas manchetes dos jornalões e nos ácidos comentários dos telejornais, o Brasil parecia prestes ao total colapso. A crise econômica já seria uma realidade e as demissões iriam disparar. Na tarde de segunda-feira, dia 17, porém, o Ministério do Trabalho divulgou os dados sobre o saldo dos empregos com carteira assinada em fevereiro passado: 260.823. O resultado é o segundo melhor para o mês da série histórica, sendo superado apenas por fevereiro de 2011, quando o saldo foi de 281 mil vagas. Diante desta excelente notícia, os urubólogos da mídia estão desnorteados. Eles talvez temam pelo seu próprio emprego e por seus régios salários, já que só falam besteiras sobre a economia. Suas previsões não batem com a realidade.

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a diferença positiva entre o número de contratações e demissões neste ano já é de 302.190 (crescimento de 0,74% no índice de empregos formais, que hoje atinge 41 milhões). Esta criação expressiva de empregos só foi observada pela última vez em abril de 2011 (272.225 novas vagas). Nos 12 meses completados em fevereiro, o Caged teve acréscimo de 1.157.709 postos de trabalho, representando uma expansão de 2,91%. O saldo acumulado nos 37 meses do governo Dilma Rousseff, iniciado em janeiro de 2011, é de 4.772.643.

A geração de novas vagas alcançou todos os setores com registros no Caged. Em números absolutos, os destaques foram para os serviços (com ampliação de 143.345 vagas, saldo recorde para o período), indústria de transformação (mais 51.951 postos, o terceiro maior resultado para o mês) e construção civil (saldo de 25.055). Já a indústria de transformação apresentou melhora de 0,62% em relação a janeiro devido à expansão em 11 dos 12 segmentos que a integram. Os ramos industriais que sobressaíram foram: produtos alimentícios (12,5%), calçados (2,13%), química (0,74%), borracha (1,88%), têxtil (0,60%), mecânica (0,63%). O setor de material de transporte foi o único a registrar pequena queda (–0,01%).

Estes dados altamente positivos, porém, não deverão ocupar as manchetes dos principais jornais e terão tratamento rebaixado nos telejornais. O padrão de manipulação da mídia consiste, como já ensinou o mestre Perseu Abramo, em ocultar o que não interessa e realçar o que serve a seus propósitos políticos e econômicos. Já os tais “analistas de mercado” – nome fictício dos porta-vozes dos rentistas – tentarão justificar as besteiras que falaram e escreveram nos últimos dias. Como a própria nota do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), divulgada hoje à tarde, deverá ser ocultada, reproduzo-a abaixo na íntegra.

Mercado formal se recupera e gera mais de 260 mil empregos em fevereiro

Resultado é o 2º melhor saldo para o mês na série histórica. De janeiro de 2011 a fevereiro de 2014, foram gerados 4.792.529 postos de trabalho no país.

Dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged), demonstra que no mês de fevereiro o mercado formal de trabalho brasileiro gerou 260.823 empregos formais, correspondendo a um crescimento de 0,64% em relação ao estoque de empregos de janeiro. Os dados foram apresentados na segunda-feira, dia 17, em Florianópolis, pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias.

Para ele o modelo de desenvolvimento passa pela geração de empregos: “O resultado é reflexo da política econômica do país e tenho certeza que vamos continuar crescendo e melhorando a qualidade dos empregos gerados”, afirmou.

O resultado é o segundo melhor saldo para o mês na série histórica do Caged, sendo inferior apenas ao registrado em fevereiro de 2011, quando o mercado formal registrou a geração de 280.799 postos – ano em que ocorreu a segunda melhor geração de empregos formais no país, um total de 2.026.571 postos de trabalho.

Esse comportamento, de acordo com o ministro, mostra uma reação do mercado de trabalho. “Alcançamos o sétimo mês consecutivo de desempenho superior, quando comparado ao mesmo período do ano anterior”, ressaltou. O saldo de fevereiro foi oriundo de 1.989.181 admissões e de 1.728.358 desligamentos, ambos os maiores resultados para o período.

Nos últimos 12 meses foram criados 1.157.709 postos de trabalho, equivalentes à expansão de 2,91% no contingente de empregados celetistas do país. Somente no período de janeiro de 2011 a fevereiro de 2014, o país gerou 4.792.529 postos de trabalho, um crescimento de 10,88% sobre o estoque de dezembro de 2010.

Desempenho favorável

Em termos setoriais ocorreu expansão em seis dos oito setores do mercado de trabalho, um desempenho acima da média para os meses de fevereiro entre os anos de 2003 a 2013.

No setor de Serviços houve expansão do emprego em todos os ramos, com geração de 143.345 postos (0,85%), saldo recorde para o período.

A Indústria de Transformação gerou 51.951 postos, um crescimento de 0,62 %, terceiro melhor resultado para o período, expansão em onze dos doze segmentos que a integram.

A Construção Civil gerou 25.055 postos, crescimento de 0,79% e o Comércio foi responsável pela geração de 19.330 empregos (0,21%), o segundo melhor resultado para o mês e o maior saldo para fevereiro desde 2005.

A Administração Pública gerou 12.804 postos (1,41 %), a agricultura 6.098 postos (0,39 %), os Serviços Industriais de Utilidade Pública 1.617 postos (0,40) e a Extrativa Mineral 623 postos de trabalho (0,27 %).

No recorte geográfico verificou-se expansão do nível de emprego nas cinco grandes regiões, com saldos recordes no Sul do país, onde ocorreu a geração de 79.990 postos, uma expansão de 1,08%, saldo proveniente da expansão recorde do emprego nos três estados – Santa Catarina, que foi destaque em janeiro, gerou 27.891 postos em fevereiro, uma expansão de 1,40%; o Rio Grande do Sul gerou 26.487 postos (1,00%); e o Paraná 25.612 postos (0,94%) – e o Nordeste que gerou 17.565 postos, uma expansão de 0,27%, resultado oriundo do aumento do emprego em sete estados.

Nas demais regiões, o Sudeste gerou 130.628 postos, terceiro maior saldo, resultante do aumento generalizado do emprego em todas as UFs, com recorde no Rio de Janeiro (+ 25.820 postos) e Espírito Santo (+4.166 postos). O Centro-Oeste gerou 29.515 postos e Norte 3.125 postos, com expansão em cinco estados.

O emprego cresceu no conjunto das nove áreas metropolitanas e registrou expansão de 0,57%, geração de 94.524 postos de trabalho, porém, o aumento foi maior no interior dessas regiões, com geração de 99.790 postos de trabalho, uma expansão de 0,68 %. O interior desses aglomerados urbanos que mais geraram emprego foram São Paulo, com 43.014 postos ou +0,72% e Rio Grande do Sul, com 18.467 postos ou +1,25%.

 

País fecha 2013 com saldo de 1,1 milhão de vagas com carteira assinada

22 de janeiro de 2014
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Indústria também contribuiu para resultado final da criação de empregos formais em 2013. Foto de Folhapress / Arquivo RBA.

Praticamente metade dos postos de trabalho veio do setor de serviços. Saldo é o menor dos últimos dez anos. No governo Dilma, foram abertas 4,5 milhões de vagas.

Vitor Nuzzi, via RBA

O país criou 1.117.171 vagas com carteira assinada em 2013, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Resultado de 22,1 milhões de contratações e 21 milhões de demissões no ano, o saldo é o menor desde 2003 (821.704), pode ser visto como um resultado razoável pelo atual ritmo de atividade, mas confirma o momento econômico fraco. O MTE fala em resultado “expressivo”, mas que mostra “redução no ritmo de expansão”. O salário médio de admissão teve aumento real (acima da inflação) de 2,59% sobre 2012, atingindo R$1.104,12.

Praticamente metade dos empregos formais veio do setor de serviços (saldo de 546.917 postos de trabalho, expansão de 3,37%), seguido do –comércio (301.095, alta de 3,36%), da indústria de transformação (126.359, aumento de 1,54%) e da construção civil (107.024, s maior alta percentual, de 3,44%). A administração pública abriu 22.841 vagas (2,62%), enquanto a agricultura ficou praticamente estável, com 1.872 (0,12%).

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O resultado do ano representa crescimento de 2,82% no estoque de empregos formais, que agora atinge 40,6 milhões. No governo Dilma (de janeiro a 2011 a dezembro de 2013), o saldo é de 4,5 milhões de vagas com carteira assinada, em uma série ajustada, com declarações feitas fora do prazo. O salário de admissão cresceu 10,75% no período.

Apenas em dezembro, foram fechados 449.444 postos de trabalho (-1,1%). A série histórica do Caged mostra que nesse mês sempre há redução no emprego formal, por fatores sazonais, como entressafra na agricultura e fim de contratações temporárias.

Todas as regiões fecharam o ano com alta no emprego formal. Foram 476.495 postos de trabalho no Sudeste (2,24%), 257.275 no Sul (3,64%), 193.316 no Nordeste (3,02%), 127.767 no Centro-Oeste (4,23%) e 62.318 no Norte (3,43%). Das 27 unidades da federação, duas fecharam vagas: Alagoas e Rondônia.

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Taxa de desemprego de outubro é a menor desde dezembro de 2012

24 de novembro de 2013

Emprego03_Temos_VagasA taxa de desemprego ficou em 5,2% em outubro deste ano, segundo o IBGE. Essa é a menor taxa desde dezembro de 2012, que havia sido de 4,6%.

Lido na Carta Maior

A taxa de desemprego ficou em 5,2% em outubro deste ano, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada quinta-feira, dia 21, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é a menor taxa desde dezembro de 2012, que havia sido de 4,6%.

O índice é também inferior ao registrado em outubro de 2012 (5,3%). Em setembro deste ano, a taxa havia sido de 5,4%. Os contingentes de pessoas empregadas (23,3 milhões de pessoas) e desempregadas (1,3 milhão) em outubro deste ano mantiveram-se praticamente estáveis em relação ao mês anterior e a outubro de 2012.

O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,9 milhões) ficou estável em relação a setembro, mas cresceu 3,6% na comparação com outubro do ano passado.

Entre as categorias profissionais, a única queda na oferta de postos de trabalho, na comparação com outubro de 2012, foi observada entre os serviços domésticos (–8,6% ou 127 mil postos de trabalho).

A mídia golpista e o desemprego

4 de agosto de 2013

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O Brasil já criou 826 mil novas vagas de emprego em 2013. Diante do cenário mundial desfavorável, a pequena oscilação negativa registrada em junho não é motivo de preocupação.

Via Izabele Torres

Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que o desemprego no Brasil subiu para 6% em junho, numa variação de 0,2% em relação ao mês anterior, quando era de 5,8%. Embora ninguém tenha o direito de ficar feliz quando o desemprego se eleva, o registro aponta para diferenças irrisórias, que não causam preocupação enquanto permanecer assim. O menor desemprego da história, registrado em dezembro do ano passado, ficou em 4,6% – mas é óbvio que as vendas de Natal tiveram muito a ver com isso. Na leitura do Planalto, a variação muito pequena merece uma pequena comemoração por dois motivos. O primeiro é que, mesmo com a economia exibindo taxas de crescimento decepcionantes, com projeções anuais que diminuem um mês após o outro, a população continua consumindo, o que é positivo num País com tantas carências históricas. O segundo é que os números mostram que os brasileiros caminham num cenário bem menos aflitivo que o das economias dos países desenvolvidos. Com imensas variações de um país para o outro, o desemprego europeu atinge a média de 15%. Nos Estados Unidos, encontra-se em 7,8%.

O cenário brasileiro é mais otimista, embora não seja possível avaliar até quando o governo sustentará a relação entre empregos e política de queda da inflação. Por enquanto, a boa notícia é que, apesar da desaceleração e das falhas graves na matriz econômica criada por Dilma Rousseff no início do mandato – que já rendeu inflação de 6,5% e Produto Interno Bruto com crescimento inferior a 2% –, o País ainda registrou a criação de 826.168 vagas novas em 2013. “Criar oportunidades em meio a esse cenário mundial é um bom indicador para o Brasil. Não registramos demissões relevantes”, afirma o ministro do Trabalho, Manoel Dias. Para especialistas, a oscilação dos índices de emprego não preocupa, pelo menos por enquanto. “O crescimento do mercado de trabalho está lento, mas é estável. Cresceu muito durante algum tempo e estabilizou-se”, avalia o economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, da Fundação Getulio Vargas (FGV).

No início do ano, pressionada a elevar os juros para controlar a inflação, a presidenta Dilma Rousseff explicou, várias vezes, que não pretendia controlar os preços com medidas que pudessem levar ao desemprego. Apesar do ceticismo geral, a opção mostrou-se acertada ao menos por um certo período. A presidenta aceitou a elevação dos juros, que subiram de 7,25% para 8,50% de abril a junho, mas tomou várias medidas – a desoneração entre elas – para favorecer a manutenção do emprego. Também contou com uma ajuda do calendário de preços. A alta dos alimentos, que causou incômodos a toda família que foi às compras, perdeu ímpeto e em São Paulo, na semana passada, chegava-se a uma situação de deflação.

Ainda enfrentando pressões para adotar uma política fiscal que garanta no longo prazo o equilíbrio entre gastos e receitas, ministros anunciaram na semana passada uma contenção de despesas da ordem de R$10 bilhões. A medida incluiu despesas que já não seriam realizadas e outras que poderiam ser evitadas apenas com bom senso. A economia anunciada prevê, por exemplo, R$5,6 bilhões de redução com pessoal e encargos sociais, além de outros R$4,4 bilhões com diárias e passagens para servidores e aluguéis de veículos e imóveis. O problema é que os ministros esqueceram de contabilizar os mais de R$4 bilhões de despesas extras e créditos extraordinários aprovados para ajudar municípios e alavancar programas dos ministérios. Também incluíram no “ajuste” mais de R$4 bilhões referentes a um erro de cálculo do Ministério do Planejamento sobre valores de desonerações que não precisariam ser repassados à Previdência, mas que foram incluídos na previsão de despesa da União.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, convencido de que seria preciso agir com mais firmeza, defendeu até o fim um corte real e um arrocho nas contas públicas capazes de surtir efeitos para a política econômica do governo Dilma. A ministra Miriam Belchior, do Planejamento, que deu a palavra final sobre os cortes, deixou de lado mudanças na estrutura inchada da máquina pública e nos contratos com empresas terceirizadas, que hoje custam mais de R$4,3 bilhões. Pelo que se percebe, os problemas reais da presidenta Dilma Rousseff e do seu governo ainda passam muito longe da pequena variação dos índices de desemprego registrados no último mês.

Emprego: Um semestre de Dilma é melhor do que oito anos de FHC

24 de julho de 2013

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Cadu Amaral em seu blog

Existem diversos problemas no Brasil. A cada problema que se resolve, outros surgem. Isso faz parte da dialética da vida real. As demandas surgem a partir das situações concretas. De dez, onze anos para trás, a grande pauta reivindicatória era o emprego. A questão da qualidade e das garantias por vezes eram secundarizadas. Afinal, não se tinha nem emprego, então como cobrar qualidade e direitos? A partir de 2003 essa lógica começou a mudar.

Com uma política econômica de viés desenvolvimentista, o gráfico do desemprego caiu consideravelmente na última década. Para o desespero da direita, da grande mídia, dos especuladores e dos “mamãe, eu sou reaça” em geral, no governo Dilma foi atingido o chamado pleno emprego. Claro que pleno emprego nos marcos do capitalismo. Nossa taxa de desemprego gira em torno dos 5%.

Os últimos dados revelados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram elevação da taxa de emprego, para o ambiente de crise do capital, especialmente na Europa, excepcional. De maio para junho foram criados 123.836 empregos formais, com carteira assinada. Aumento de 0,31%. A soma do primeiro semestre de 2013 é de 826.168. E nos últimos 12 meses 1.016.432.

Ao todo o governo Dilma, segundo dados do Caged, criou 4.428.220 empregos. Se compararmos com o terceiro ano do primeiro governo Lula, foram criados, de janeiro de 2003 até maio de 2006, 4.191.033. O número de empregos criados até maio de 2006 eram mais de cinco vezes maior que o registrado nos oito anos do governo anterior. E adivinhem quem era o presidente!

O saldo real dos oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso (FHC) ficou em 770.936. Portanto, abaixo do semestre de 2013 de Dilma que gerou mais de 800 mil.

Vale lembrar que os dados de Lula são ainda do início da implantação da política econômica desenvolvimentista no Brasil. Outro destaque do Caged é que o salário inicial teve aumento real, acima da inflação, de 1,70%. Passou de um valor médio de R$1.072,33 em 2012 para R$1.090,52 em 2013. Infelizmente ainda é presente a diferença salarial entre homens e mulheres. O aumento de salário de admissão obteve crescimento real de 1,94% e 1,50%, respectivamente.

Segundo Francisco Lafaiete Lopes, PhD por Harvard, sócio da consultoria Macrométrica e ex-presidente do Banco Central (BC), em artigo publicado no Valor Econômico, o Brasil cresce a uma média de 4% ao ano. Ele utiliza dados do Índice de Atividade do Banco Central, o IBC-BR. O Valor on-line permite a leitura completa apenas para assinante, mas ele pode ser acessado aqui.

E você que é pautado pela Miriam Leitão – aquela que não acerta uma – ou em qualquer outro “analista” de nossa inescrupulosa “grande imprensa”, que defende na rua e vocifera as distorções de realidade que ela propaga por aí, deve estar com vontade de cortar os pulsos. Não faça. A cada dia o Brasil é um lugar melhor para se viver. Apenas pare de assistir a Globo, ler a Veja, Estadão e Folha. Você vai perceber a diferença.


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