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Eu amo Dudu, eu sou um robô: Como ser “popular” na rede fraudando o Twitter

14 de abril de 2014

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Fernando Brito, via Tijolaço

O site Muda Mais publicou um interessante levantamento. Vídeos do ex-governador Eduardo Campos foram promovidos no Twitter por um exército de 5 mil robôs, isto é, perfis falsos, sem sequer um seguidor.

Cerca de 2 mil destes perfis foram usados também para atacar Lula e a Copa. Fui a alguns deles e conferi: quase todos os que vi jamais postaram qualquer coisa que não fosse retuitar Eduardo Campos e Marina Silva. Na reprodução de um deles, você vê a contradição: quase 6 mil pessoas retuitaram, mas apenas sete “curtiram”.

Que exemplo de ética e de “nova política”, vocês não acham?

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O Muda Mais recolheu a lista de todos os perfis falsos. Seria interessante cruzar a lista com os 23 mil robôs que, segundo o Estadão, foram usados para pressionar o Supremo Tribunal Federal a negar os embargos infringentes no julgamento do chamado “mensalão”.

Fez o trabalho que o Ministério Público Eleitoral deveria fazer, para ver como se está despejando dinheiro nas redes sociais para promover candidaturas, comprando listas de perfis.

Está prontinho, se Suas Excelências querem mesmo moralizar o processo eleitoral, apurando quem usa o dinheiro para influenciar a rede.

Mas parece que a Justiça Eleitoral está mais preocupada em gastar milhões com a identificação biométrica dos eleitores, para evitar uma malandragem de que quase não se tem notícia e que, se acontecer, vai fraudar meia dúzia de votos, que talvez não dê para eleger um vereador em Santana do Altos e Baixos das Mercês.

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Magoado, Joaquim Barbosa adere à regulação da mídia

11 de abril de 2014

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Fernando Brito, via Tijolaço

Apoio a gente não recusa, diz um velho mandamento político. Portanto, mesmo sendo evidentemente provocada pela frustração de que sempre foi paparicado pelos grandes jornais e tevês, e agora que já não serve mais a seus propósitos políticos é largado ao abandono, seja bem-vinda a adesão do ministro Joaquim Barbosa à ideia de que é necessária uma regulamentação da mídia no Brasil, noticiada pela Folha.

Aliás, o que se passou no processo que deu a Joaquim Barbosa a imagem de “vingador da corrupção” o que foi senão um episódio onde a mídia, com todos seus abusos, pretendeu conduzir o Judiciário com seu poder?

É impagável a ironia com que pode ser lida a declaração de Barbosa ao jornal:

“Precisamos de visões mais plurais e ver isso com mais naturalidade. Vocês não acham que a informação no Brasil não é repetitiva, obsessiva, cansativa às vezes? Todo mundo diz a mesma coisa”.

Nem parece que foi isso o que aconteceu em todo o julgamento do chamado “mensalão”, não é? Desmentido na Época, processo no Noblat, regulação da mídia…

Parece que o outono está mexendo com o espírito do Dr. Joaquim.

***

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Em carta escrita na prisão, petistas dizem que não aceitam “humilhação”

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Pizzolato revela na Itália dossiê que embaraça julgamento de Barbosa

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Juristas e intelectuais gritam contra AI-5 de Joaquim Barbosa

Erros do STF se voltarão politicamente contra a direita

Supremo Tapetão Federal

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Advogados apontam “violações”, ilegalidades” e “desrespeito” nas prisões do “mensalão”

Paulo Moreira Leite: Pizzolato na Itália

Indo buscar justiça na Itália, Pizzolato atrapalha os planos políticos de Joaquim Barbosa

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O livro “A outra história do mensalão” é um sucesso de vendas

A revista Retrato do Brasil desmonta farsa do “mensalão”

“Mensalão”: A história de uma farsa

Cláudio Lembo, aliado de José Serra, chama o “mensalão” de julgamento medieval

Juristas destroem acusações dos juízes do julgamento do “mensalão”

Ives Gandra, um dos oráculos da direita, afirma que José Dirceu foi condenado sem provas

Agora vai: Ato pró-Barbosa reúne 29 pessoas e pede armas

Sem convite de Dilma para África do Sul, Joaquim Barbosa atende tietes em São Paulo

O chicanista Joaquim Barbosa dá voz ao 12º ministro do STF: A “grande mídia”

Onde Joaquim Barbosa fracassou

Joaquim Barbosa fica na defensiva após revelação de seu patrimônio

Lewandowski tem de processar o indecente Barbosa

Vídeo: A grosseria imbecilizante de Joaquim Barbosa

Julgamento da AP470: Erro crasso motivou acesso de fúria de Joaquim Barbosa

Podem escrever: Comportamento de Barbosa no STF não vai acabar bem

A nova etapa da AP 470 tem de corrigir as injustiças

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Paulo Moreira Leite: Joaquim, Pedro 1º e o racismo

Joaquim Barbosa pode ser destituído por usar imóvel do STF como sede de sua empresa

Joaquim Barbosa, o fora da Lei, utiliza imóvel do STF com sede de sua empresa

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Apartamento de Joaquim Barbosa em Miami custou US$10,00

Sócio em offshore nos EUA, Joaquim Barbosa viola estatuto do servidor no Brasil

Joaquim Barbosa, o menino pobre que mudou o Brasil, compra apartamento milionário em Miami

Joaquim Barbosa condenaria eventual réu Barbosa

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A relação entre Joaquim Barbosa e a Uerj

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O herói da mídia Joaquim Barbosa voa para ver o jogo do Brasil com dinheiro público

A Globo e Joaquim Barbosa são um caso indefensável de conflito de interesses

Joaquim Barbosa embolsou R$580 mil em auxílios atrasados

Joaquim Barbosa, quando quer, não domina a teoria do domínio do fato

De licença médica, Joaquim Barbosa bebe com amigos e emperra o STF

Nádegas de ouro: Reforma dos banheiros de Joaquim Barbosa custará R$90 mil

Reinaldo Azevedo: “A arrogância de Joaquim Barbosa é espantosa!”

O ético Joaquim Barbosa, o herói da mídia, usou passagens do STF quando estava de licença

Joaquim Barbosa ataca instituições democráticas do Brasil

STF paga viagem de jornalista de “O Globo”

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Ação Penal 470: Celso de Mello pediu para votar, mas Barbosa fez chicana

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Folha, com exclusividade, descobre o que ninguém sabia

8 de abril de 2014

Via SQN

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Até em pesquisa espúria, Dilma venceria fácil no 1º turno

5 de abril de 2014

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Presidente recua para 38% das intenções de voto, mas seus adversários não se beneficiam; tucano Aécio Neves tem 16%, enquanto o pernambucano Eduardo Campos ostenta 10%; reeleição de Dilma seria obtida no primeiro turno, com relativa facilidade, segundo os números do Datafolha, que acabam de ser divulgados

Via Brasil 247

Nova “pesquisa” do Datafolha saiu no sábado, dia 5. A presidente Dilma Rousseff caiu a 38%, mas seus adversários não se beneficiaram. Aécio Neves tem 16%, enquanto Eduardo Campos ostenta 10%. Neste quadro, Dilma venceria com facilidade no 1º turno.

Leia, abaixo, a análise de Fernando Rodrigues, publicada em seu blog:

Aécio Neves é o candidato tucano com pior desempenho desde 2002

A pesquisa Datafolha realizada nos dias 2 a 3 de abril traz dois fatos políticos mais relevantes. Primeiro, que a intenção de votos de Dilma Rousseff cai em relação a fevereiro. Segundo, que nenhum dos candidatos de oposição se beneficiam disso neste momento.

Em resumo, Dilma está mais frágil. Mas há também fragilidade dos nomes da oposição, sobretudo o que está em segundo lugar.

Agora, no cenário com todos os possíveis candidatos, Dilma Rousseff (PT) tem 38%. O segundo colocado, Aécio Neves (PSDB), está com 16%. E Eduardo Campos (PSB) registra 10%. É importante dizer que a petista ainda venceria nesse cenário no primeiro turno. O percentual de votos nulos, em branco, indecisos e dos que dizem não saber quem escolher foi de 29%.

Na pesquisa dos dias 19 e 20 de fevereiro, Dilma tinha (também no cenário com todos os candidatos que se apresentaram até agora) 44% das intenções de voto. Aécio, 16%. Eduardo Campos,9%. Os votos nulos, brancos, indecisos “não sabe” eram de 26%.

Como se observa, apesar de a petista enfrentar um desgaste no momento, os 6% dos eleitores que se desgarraram de Dilma parecem apenas estar fazendo um “pit stop” na categoria do “não voto” – ou distribuindo-se de maneira pulverizada até entre nanicos. A oposição se beneficia pouco da atual conjuntura.

O fato mais alarmante para os adversários do PT é protagonizado pelo senador Aécio Neves (PSDB/MG): ele tem o pior desempenho de um segundo colocado desde 2002. O tucano continua com uma pontuação nesta época da campanha inferior à que tiveram outros colegas de seu partido em pleitos anteriores num mês de abril do ano eleitoral.

Em 2002, José Serra tinha 22% no Datafolha de abril daquele ano (Lula, do PT, liderava com 32%). Em 2006, Geraldo Alckmin neste mês estava com 23%. E em 2010, Serra estava ainda liderando as pesquisas, com 40%.

Eduardo Campos (PSB) está em terceiro lugar, com uma pontuação modesta de 10%. Mas esse desempenho é compatível com outros que estiveram como terceiros colocados em disputas passadas. E o político pernambucano é o menos conhecido entre os que estão na corrida pelo Planalto: 42% dizem ainda não conhecê-lo.

Aécio Neves e outros políticos de oposição costumam falar que no momento é muito difícil crescer nas pesquisas porque: 1) os eleitores não estão pensando nesse assunto; e 2) a presidente Dilma Rousseff está diariamente exposta (de forma direta) no noticiário televisivo ou (indiretamente) com obras do governo sendo mostradas em propagandas.

Tudo isso é verdade. Mas esse tipo de cenário também existia em eleições anteriores. Mesmo assim, os segundos colocados nas eleições passadas sempre estiveram mais bem posicionados do que Aécio Neves está hoje.

***

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4 de abril de 2014

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Questionário do instituto do Grupo Folha, de Otávio Frias Filho, traz uma série de perguntas sobre insegurança, Pasadena e risco de apagão. A estrutura das perguntas tende a criar um certo mal-estar no entrevistado e, por isso, deve apontar índices menores da presidente Dilma Rousseff e maiores dos oposicionistas Aécio Neves e Eduardo Campos. O resultado sai no sábado, dia 5, mas a especulação já corre solta na Bovespa, onde as estatais registraram fortes altas.

Via Brasil 247, em 3/4/2014

A pesquisa Datafolha que será divulgada no sábado, dia 5, deve apontar queda da presidente Dilma Rousseff e alta dos oposicionistas Aécio Neves, do PSDB, e Eduardo Campos, do PSB. O motivo para isso é a própria estrutura do questionário preparado pelo Datafolha, que foi obtido pelo 247. Uma análise linguística demonstra que o questionário gera uma percepção de mal-estar nos entrevistados, segundo análise do site Mudamais.com.

A intenção de voto para presidente da República é abordada em oito questões. No entanto, antes disso, são colocadas quatro sobre a percepção do governo Dilma, três sobre a percepção do país atual, sete sobre a percepção da economia, quatro sobre violência, duas sobre a Copa do Mundo, uma sobre os protestos de junto, cinco sobre a questão da refinaria de Pasadena, comprada pela Petrobras, cinco sobre a percepção de emprego e três sobre a falta de chuvas e o abastecimento de água e energia – neste caso, com um detalhe: embora São Paulo esteja à beira de um racionamento de água, o problema é apresentado como federal, capaz de produzir apagões.

Segundo o professor Dioney Moreira Gomes, do Departamento de Linguística da Universidade de Brasília, a sequência e os termos usados na pesquisa do instituto Dataolha, de Otávio Frias Filho, demonstração tendenciosidade e o desejo de produzir um resultado: queda da presidente Dilma, alta dos oposicionistas.

A pesquisa começa pela percepção sobre alta dos alimentos:

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O verbo notar já pressupõe alteração, ou seja, traz carga de indução. Em seguida, vem violência:

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A palavra agressão é um termo bem abrangente do que assalto ou roubo. Serve até para uma briga de trânsito ou uma discussão no trabalho. No entanto, a resposta positiva pode ampliar a percepção sobre violência.

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Depois disso, vem a Copa:

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Aqui começa a se revelar a importância da sequência das perguntas. Após ser aproximado de uma realidade de violência em três momentos (perguntas 24, 25 e 26), o entrevistado ouve uma pergunta sobre Copa do Mundo. E a percepção positiva de um evento festivo nem chega perto da associação de ideias. A tendência de resposta vai ser negativa, contrária ao evento.

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“Por trazer duas impressões distintas, a impressão pessoal e a coletiva, essa pergunta permite respostas contraditórias. Se você for fanático por futebol, eis a brecha para dizer que a Copa vai ser positiva – e ainda pode dizer que o evento vai ser negativo para o resto do Brasil”.

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Na sequência de oito perguntas anteriores, o entrevistado foi levado a pensar em insegurança, violência, alta de preços e Copa do Mundo realizada em momento inapropriado. Esta pergunta fala de protestos. Ainda que o entrevistado não tenha ouvido falar em protesto nenhum, ele vai inferir que, se há protesto, é porque algo está errado. Eis o motivo pelo qual uma única pergunta sobre protestos é mais que suficiente neste questionário Datafolha.

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Mais uma vez, destaca. Em seguida, depois de dez questões que o induziram a pensar em caos, o entrevistador quer saber do entrevistado suas impressões a respeito da questão da compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras.

Outro detalhe: “Tomar conhecimento” significa estar por dentro dos fatos; “não tomar conhecimento” é estar por fora. A tendência de resposta do entrevistado é de que sim, tomou conhecimento – ainda que nem saiba do que se trata. Mas isso não é motivo para preocupação, pois o Datafolha induzirá as próximas respostas. Acompanhe.

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Segundo o professor da UnB, o leitor é induzido a responder a segunda opção. Com um raciocínio simples: “ainda que eu não tenha ouvido falar em nada, se algo aconteceu de errado tem a ver com maracutaia, corrupção”, explica Dioney.

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Na sequência, o questionário Datafolha chegou à pergunta que, para Dioney, equivale à que foi feita a respeito do ex-presidente Lula à época do mensalão. A intenção aqui é imputar a culpa na presidente. E as perguntas seguintes ajudam a sacramentar no entrevistado a ideia de que algo muito errado se passa na Petrobras.

Depois disso, vêm as chuvas, capazes de produzir um racionamento de energia, mas não a falta de água em São Paulo.

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O Datafolha trará as respostas a todas essas indagações no próximo fim de semana, quando serão divulgados os resultados da pesquisa registrada no TSE sob número PO 813739.

Mas o resultado já é previsível. Tanto que a especulação corre solta na Bovespa, onde, na quarta-feira, dia 2, as ações de estatais dispararam – diante da perspectiva de queda da presidente Dilma.

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