Posts Tagged ‘Celso Russomano’

Facebook foi o vilão na campanha de Russomano

11 de outubro de 2012

Via Comunique-se

A movimentação que começou no Facebook acabou tomando proporções e, de acordo com o Brasil Econômico, a rede social foi a vilã na campanha de Celso Russomano. Apontado como um dos políticos a figurar no 2º turno da disputa pela prefeitura paulistana, o candidato do PRB acabou em terceiro lugar, com apenas 21% dos votos válidos.

A matéria divulgada pelo veículo traz como fonte com o professor de ciências políticas da USP, Wagner Iglecias, que explica os possíveis motivos para o acontecimento. “O Facebook, com seu poder de propagar rapidamente essas notícias, se configurou como uma arma importante contra Russomano, pois ajudou a detonar sua imagem”, diz.

Para ele, tudo começou quando a imprensa divulgou reportagens sobre as ligações de Russomano com a Igreja Universal. As matérias foram “largamente replicadas” na rede social e “incentivaram uma corrente negativa” que abalou a campanha do candidato.

O professor afirma que a rede agrega muitos formadores de opinião e que tem poder para refletir nas campanhas políticas. “Hoje não é difícil que comentários propagados na rede sejam repercutidos pela imprensa e trazidos para o mundo real”, conclui.

Eleitores de São Paulo rejeitam candidato da Igreja Universal

8 de outubro de 2012

Paulo Lopes em seu blog

Em São Paulo, o tucano José Serra, com 30,7% dos votos, e o petista Fernando Haddad, com 28,9%, vão para o 2º turno das eleições municipais. Celso Russomano (PRB) ficou em terceiro lugar, com 21%. Dias antes das eleições, ele tinha 35% das intenções dos votos. Sua queda vertiginosa se deve a vários fatores e um deles, na avaliação de analistas, é o fato de estar ligado à Igreja Universal, além de ser um candidato sem nenhuma proposta de governo.

O cientista político Marcus Ianoni comentou que as ligações de Russomano com a Universal mais prejudicaram do que ajudaram. “Russomano, embora se declare católico, é vinculado a um grupo político [o partido] e a outro midiático [Record] ligado à Universal”, disse Ianoni. “Embora os evangélicos sejam fortes, os católicos também são fortes.”

Pesquisa feita pela Datafolha nos dias 26 e 27 de setembro já tinha antecipado que os paulistanos rejeitam candidatos a prefeito com apoio explícito de igrejas. Do total de 1.799 pessoas consultadas, 70% se opuseram a um candidato da Universal e 57% a um ligado à Igreja Católica.

Observa-se que Haddad foi para o 2º turno mesmo com a campanha feita contra ele por lideranças evangélicas, como Edir Macedo e Silas Malafaia, por ter sido o mentor do chamado kit gay quando esteve no Ministério da Educação. Haddad, até por não ter o apoio dos religiosos, criticou várias vezes a intromissão da religião na política.

Do lado dos perdedores, junto com Russomano, estão Edir Macedo, padre Marcelo Rossi e o pastor Marcos Galdino, líder da Assembleia de Deus Ministério em Santo Amaro, dentre outros. Todos manifestaram publicamente apoio ao candidato do PRB.

A participação de líderes religiosos em campanhas eleitorais parece ser algo sem retorno, mas daqui para frente a tendência é ela não ser supervalorizada pelos candidatos como foi nas eleições de 1º turno de São Paulo.

Os resultados do 1º turno destas eleições ainda carecem de uma análise aprofundada, mas o que parece certo é que os pastores não controlam suas ovelhas tanto quanto eles imaginam.

Ombudsman da Folha diz que jornalistas da casa não conhecem a periferia e são “branquinhos”

7 de outubro de 2012

Cobertura eleitoral se apoia demais em pesquisas e desobriga a reportagem de percorrer os bairros distantes para entender o que querem os mais pobres. Quanto mais se afasta do centro da cidade, mais evidente fica a fragilidade da reportagem. A Folha não entende e não conhece a periferia de São Paulo, que responde por 40% dos votos. Talvez seja um reflexo da própria Redação, formada majoritariamente por brancos (e brancas), de alta escolaridade, que vivem no cinturão privilegiado de São Paulo -composição que se repete nas grandes redações.

Suzana Singer, via Folha online

O que prometia ser uma cobertura sem emoção, com o veterano José Serra confortavelmente à frente dos concorrentes, acabou se mostrando um grande desafio. A primeira fase da corrida eleitoral em São Paulo termina hoje [7/10] sem que tenha ficado claro o que motivou o sobe-desce dos candidatos.

A cada reviravolta nas pesquisas, surgia uma nova teoria. Celso Russomano se desidrataria quando começasse o horário eleitoral gratuito na televisão, já que tinha bem menos tempo que o PT e o PSDB. Não aconteceu.

A rejeição a Serra era condenatória porque traduzia o descontentamento com a gestão de Kassab na prefeitura. Nas últimas semanas, o tucano recuperou vários pontos.

O crescimento de Fernando Haddad estava lento, muito inferior ao desempenho dos candidatos petistas do passado. Agora, ele tem chance de passar para o segundo turno.

Uma vez na liderança, Russomano era explicado como representante do novo consumidor da classe C. Sem que nenhum escândalo surgisse, despencou dez pontos.

O que esse monte de teses de vida curta mostra é que falta reportagem. As pesquisas ganharam tanta importância na cobertura eleitoral que “dispensaram” os jornalistas de correr a cidade, ouvir eleitores e tentar captar mudanças de humor.

A forte rejeição a Kassab, que pode ter contaminado Serra, surpreendeu a todos. Por que a população está tão insatisfeita? Para entender isso, a Folha oferece mais pesquisa, numa série de seis cadernos, chamados de “DNA paulistano”. É um levantamento rico, cheio de dados de cada região da cidade, mas não ajuda a entender o macro.

Para medir a influência da religião, do “mensalão”, do Lula, da Dilma, dá-lhe pesquisa. É verdade que nem um exército de repórteres conseguiria ouvir tanta gente a ponto de concluir algo estatisticamente relevante. Só que a frieza dos índices não é suficiente.

A queda de Russomano, por exemplo, pode estar ligada a sua proposta para a tarifa de ônibus (cobrar proporcionalmente ao trecho percorrido). Quando isso foi divulgado, a Folha deu pouco destaque, sem se dar conta de que esse é um tema sensível aos mais pobres.

Quanto mais se afasta do centro da cidade, mais evidente fica a fragilidade da reportagem. A Folha não entende e não conhece a periferia de São Paulo, que responde por 40% dos votos. Talvez seja um reflexo da própria Redação, formada majoritariamente por brancos (e brancas), de alta escolaridade, que vivem no cinturão privilegiado de São Paulo -composição que se repete nas grandes redações.

O sucesso de um artigo publicado em julho no “Tendências/Debates” mostra o tamanho do buraco a ser preenchido (http://migre.me/b1mRc). Leandro Machado, que contribui para o site “Mural”, descreveu, em primeira pessoa, o que é ser da nova classe C. “Sou ex-pobre. Todos querem me vender geladeira agora. O trem ainda quebra todo dia, o bairro alaga. Mas na tevê até trocaram um jornalista para me agradar”, contou.

Para entender o que está acontecendo na cidade e decifrar o que dizem os números das pesquisas, é preciso dar voz à periferia.

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Até a ombudsman da Folha acha que jornal deturpa as notícias

Tracking do PT: Empate tríplice em São Paulo

5 de outubro de 2012

Levantamento feito pelo partido registra um cenário cada vez mais imprevisível na reta final das eleições: os três principais candidatos, Celso Russomano (PRB), Fernando Haddad (PT) e José Serra (PSDB), aparecem com 22% das intenções de voto. Se antes a dúvida era sobre quem seria o adversário de Russomano, já garantido no segundo turno, agora nem isso é possível prever.

Via Brasil 247

De acordo com o último tracking do PT, o cenário da disputa para a Prefeitura de São Paulo se mostra ainda mais indefinido. Os três principais candidatos, Celso Russomano (PRB), Fernando Haddad (PT) e José Serra (PSDB), registram 22% das intenções de voto, mostra o mais recente levantamento feito pelo partido.

Se antes era aguardada apenas a decisão de quem seria o adversário de Russomano, sempre líder isolado e portanto já garantido no segundo turno das eleições, agora nem isso é possível prever. O candidato do PRB tem tido uma queda brusca nas últimas pesquisas. Segundo o Datafolha, ele perdeu 10% na reta final, de 35% para 25%.

Enquanto isso, Fernando Haddad, que se vê embolado ao lado de Serra – segundo o Ibope, os dois têm empate técnico e, no último Datafolha, o tucano se deslocou com uma diferença de cinco pontos do petista –, mostra crescimento. Na quinta-feira, dia 5, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse acreditar em vitória do PT ainda no primeiro turno.

“Estamos vendo o Russomano se desintegrando numa queda vertiginosa e é possível que ele seja ultrapassado pelo Haddad”, disse o deputado federal Paulo Teixeira (PT), que se reuniu na quarta-feira, dia 4, com Lula. Teixeira disse que os petistas até torcem para que haja um embate entre Haddad e Serra no segundo turno, mas que “o que está claro para o Lula e para nós todos é que o Haddad estará no segundo turno”.

A igreja de Edir Macedo quer a dominar o Brasil?

2 de outubro de 2012

“A Igreja Universal quer dominar o Brasil”, afirma pesquisador, que analisou o livro do bispo Edir Macedo sobre política e investimentos feitos pela entidade na mídia.

Via GospelMais

Em meio às polêmicas envolvendo a campanha a prefeito de São Paulo do candidato Celso Russomano (PRB) e suas ligações políticas com a Igreja Universal do Reino de Deus, o jornalista Johnny Bernardo publicou artigo analisando as ideias do bispo Edir Macedo sobre fé e política, expostas no livro Plano de Poder – Deus, os cristãos e a política.

De acordo com Bernardo, “o objetivo é claro: A Igreja Universal quer dominar o Brasil”, e para isso, o líder da IURD montou uma estratégia complexa de crescimento e influência na sociedade.

“Para realizar seu intento – de criar uma nação evangélica e “governada” por Deus –, Macedo estabeleceu uma série de estratégias, como eliminação das concorrências, investimento maciço em meios de comunicação, influência da sociedade por meio de campanhas de marketing e defesa de temas polêmicos, a exemplo da legalização do aborto, e a busca do poder pela organização política”, afirma o jornalista e pesquisador Johnny Bernardo.

Johnny Bernardo pontua ainda que as estratégias adotadas por Edir Macedo para a implementação do suposto plano de domínio têm semelhanças com iniciativas tomadas em outros países, com resultados negativos: “As estratégias definidas e seguidas por Edir Macedo possuem paralelos com diversos movimentos destrutivos dos EUA e Europa, mas, em especial, com a Igreja da Unificação, fundada em 1954 pelo Reverendo Moon (1920–2012). Assim como a IU, a Igreja Universal encara a formação da opinião pública e o recrutamento de seguidores como elementos cruciais para o alcance de seus objetivos.”

Confira abaixo a íntegra do artigo “A Igreja Universal e seu plano de domínio para o Brasil“, do jornalista Johnny Bernardo, publicado pelo Genizah:

O objetivo é claro: A Igreja Universal quer dominar o Brasil. Predefinido no livro Plano de Poder – Deus, os cristãos e a política (Edir Macedo com Carlos Oliveira, 2008). O objetivo vem se desenvolvendo ao longo dos anos, e, nas eleições municipais de 2012, pretende se consolidar. Fé e política, no entender de Edir Macedo, são elementos interligados aos quais os crentes devem se engajar.

Para realizar seu intento – de criar uma nação evangélica e “governada” por Deus –, Macedo estabeleceu uma série de estratégias, como eliminação das concorrências, investimento maciço em meios de comunicação, influência da sociedade por meio de campanhas de marketing e defesa de temas polêmicos, a exemplo da legalização do aborto, e a busca do poder pela organização política.

Tomando como base São Paulo – onde o candidato do Partido Republicano Brasileiro (PRB) ao Executivo, Celso Russomano, lidera as intenções de voto –, a Igreja Universal coloca em prática sua estratégia de dominação política. Segundo o presidente nacional do PRB e também bispo Marcos Antonio Pereira, a meta para 2012 é a eleição de pelo menos 100 prefeitos e até dois mil vereadores, em todo o país.

Questionado pela relação da campanha de Russomano com a Igreja Universal e a TV Record – em uma entrevista concedida ao portal UOL e Folha de São Paulo, no último dia 26 de setembro – Marcos Pereira saiu em defesa da laicidade do Estado e a total independência administrativa, caso Russomano seja eleito, mas teve dificuldade em explicar o motivo da composição “evangélica” do partido – dos 18 dirigentes nacionais pelo menos dez são oriundos da Igreja Universal ou da TV Record, segundo apontamento feito pelo cientista político Claudio Gonçalves Couto.

Um projeto de Deus

De olho no crescimento dos evangélicos no Brasil – sendo hoje algo em torno de 42,3 milhões, segundo última estimativa feita pelo IBGE – o bispo Edir Macedo lançou seu plano de domínio do Brasil, conclamando os crentes a participarem da tomada do Poder. Afirmando seguir orientações divinas, Macedo relaciona à chegada ao Poder como um projeto “elaborado” e “pretendido” por Deus.

“Vamos nos aprofundar, através desta leitura, no conhecimento de um grande projeto de nação elaborado e pretendido pelo próprio Deus e descobrir qual é a nossa responsabilidade neste processo. […] Desde o início de tudo Ele nos esclarece de sua intenção de estadista e de formação de uma grande nação.” (Plano de Poder, pág. 8)

A Bíblia, segundo Macedo, não é apenas um livro de orientações religiosas ou de exercício da fé, mas também um livro que sugere resistência, tomada e estabelecimento do poder político e de governo. “Somente quando todos ou a maioria dos que a seguem estiverem convictos de que ela é a Palavra de Deus, então ocorrerá a realização do grande sonho Divino”, conclui Macedo colocando-se como canal da realização do “grande sonho Divino”, que é o estabelecimento do Brasil como nação “evangélica”.

Lançado às vésperas das eleições municipais de 2008, o livro Plano de Poder revela o prognóstico feito por Edir Macedo em seu plano de tomada do governo. Nele ressalta que tudo é uma questão de engajamento, consenso e mobilização dos evangélicos. “Nunca, em nenhum tempo da História do evangelho no Brasil, foi tão oportuno como agora chamá-los de forma incisiva a participar da política nacional […]. A potencialidade numérica dos evangélicos como eleitores pode decidir qualquer pleito eletivo, tanto no Legislativo, quanto no Executivo, em qualquer que seja o escalão, municipal, estadual ou federal”, afirma Macedo.

Semelhanças

As estratégias definidas e seguidas por Edir Macedo possuem paralelos com diversos movimentos destrutivos dos EUA e Europa, mas, em especial, com a Igreja da Unificação, fundada em 1954 pelo Reverendo Moon (1920–2012). Assim como a IU, a Igreja Universal encara a formação da opinião pública e o recrutamento de seguidores como elementos cruciais para o alcance de seus objetivos. Desenvolve, assim como na IU, uma acirrada guerra contra meios de comunicação e religiosos concorrentes, além de investir em times de futebol com foco em marketing de massa, e na ideia de que estão “colaborando” com o estabelecimento do Reino de Deus, no mundo. Acima de tudo, dizem atuar como canais de comunicação de Deus e dão forte ênfase ao crescimento financeiro – sinal, segundo as igrejas, da retribuição divina.

Ex-vereadores ligados à máfia dos fiscais são cabos eleitorais de Russomano

2 de outubro de 2012

José Izar, Vicente Viscome, Zé Índio e Archibaldo Zancra: uns foram presos e outros estão respondendo processo em liberdade.

Quatro ex-parlamentares envolvidos em escândalo do governo Pitta integram campanha do candidato do PRB.

Com informações de Diego Zanchetta em 2/10/2012

Quatro ex-vereadores envolvidos no escândalo da máfia dos fiscais dão suporte à candidatura do líder nas pesquisas de intenção de voto em São Paulo, Celso Russomano (PRB), inclusive com participações em reuniões da campanha.

foram acusados de participar de um esquema que teria arrecadado R$473 milhões em propinas de camelôs ilegais entre 1997 e 2000, durante a gestão Celso Pitta – Izar e Viscome foram condenados. Hoje, estão na linha de frente na busca de votos para Russomano na zona leste da cidade.

A entrada dos quatro envolvidos no escândalo teve o aval de um dos coordenadores da campanha de Russomano, o deputado estadual Campos Machado (PTB), dizem integrantes da coligação que apoia Russomano ouvidos pelo Estado. Segundo eles, foi uma forma de “suprir a carência” de bases regionais.

Condenado pelo crime de extorsão, Viscome passou seis anos preso. Agora tenta voltar à Câmara Municipal pelo PRP. Ele é o principal cabo eleitoral de Russomano na Mooca, onde tem uma concessionária de veículos.

A propaganda do ex-parlamentar ao lado do candidato do PRB está por todos os lados no tradicional bairro de imigrantes italianos.

Com forte influência sobre os comerciantes e apoio de parte do Clube Atlético Juventus, Viscome tem pedido votos para Russomano nos eventos de que participa e para associações de bairros e paróquias da Igreja Católica. As placas e cavaletes de Viscome levam a foto de Russomano.

José Izar, também condenado a oito anos de prisão – ele recorre em liberdade –, participa de eventos de campanha do líder nas pesquisas e até ofereceu suporte jurídico ao comitê. O ex-advogado do Corinthians também comanda a busca de votos em regiões do Brás e do Tatuapé, onde mantém ligação com os comerciantes.

O ex-vereador, um dos pivôs do escândalo da máfia dos fiscais, ficou célebre pelo discurso que o salvou de cassação na Câmara Municipal em 1999. No alto do plenário, um pouco antes de ser absolvido, insinuou ter “na mão” seus colegas vereadores. “Minha mão deve ser uma mão de gigante, porque eu tenho mais ou menos 35 amigos nesta Casa. São amigos que tenho certeza que jamais vou esquecer”, disse o então vereador na tribuna.

Outro envolvido no escândalo que está na linha de frente da campanha de Russomano na região da Vila Prudente é o ex-vereador Archibaldo Zancra. Com influência política na Administração Regional da Vila Prudente na época da máfia dos fiscais – as Regionais foram substituídas pelas subprefeituras na gestão Marta Suplicy –, Zancra é figura presente no comitê de Russomano. Na segunda-feira, 1, por exemplo, passou a tarde no QG da campanha, na zona sul.

O ex-vereador também organizou um evento para o candidato, no dia 25, no Círculo dos Trabalhadores Cristãos, na Vila Prudente.

Zé Índio, que agora ajuda a pedir votos para Russomano no Tatuapé e na Vila Prudente, era um dos chefes da Administração Regional da Mooca quando estourou o escândalo de achaque de vereadores contra camelôs.

Vereador por três mandatos e ex-deputado federal, ele também foi investigado pela Operação Hurricane, da Polícia Federal, sob suspeita de formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva e concussão no caso da máfia dos bingos, em 2006.


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