Posts Tagged ‘2º turno’

Soninha: “Se o Serra se candidatar de novo, eu mato ele.”

19 de outubro de 2012

Em casa, a última palavra é sempre da patroa.

Via Portal Terra

Derrotada no 1º turno das eleições municipais, a candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, defendeu na noite de quinta-feira, dia 18, o candidato do PSDB, José Serra, pelo fato de ele não ter cumprido todo o mandato, uma vez que em 2006 o tucano deixou o cargo de prefeito para disputar o governo do Estado de São Paulo. Soninha disse que “acredita” que Serra tinha mesmo a intenção de cumprir a gestão até o fim, mas brincou quando questionada sobre a possibilidade dele repetir a estratégia.

“Se ele sair candidato de novo daqui a dois anos, eu mato ele. Eu acredito realmente que, quando assinou o papel, ele pretendi ficar no cargo. Mas [Serra] foi convidado insistentemente pelo PSDB para disputar o governo do Estado [na época]. Chamar ele de fujão é inacreditável. Ele foi ser governador”, disse em referência às críticas feitas pelo adversário Fernando Haddad, candidato do PT.

Aliada de Serra no 2º turno, Soninha conversou com a imprensa antes do início do debate na TV Bandeirantes. Ela contou que fica “mais nervosa” quando tem de assistir ao encontro do que quando participa como candidata. “Eu espero não passar nervoso. Fico muito mais nervosa quando assisto do que debatendo”, afirmou.

Na tevê, Serra chafurda o passado e Haddad propõe

16 de outubro de 2012

Tucano abre horário eleitoral para interpretar situações de mais de dez anos atrás e bater na tecla das falhas do Enem. Serra disse que gestão de Gilberto Kassab é exemplar em relação a creches, apesar do déficit de mais de 100 mil vagas. Fernando Haddad exibiu apoio de Gabriel Chalita e incentivos para empresas se instalarem na periferia da cidade. Um vê a eleição pelo retrovisor, o outro acende os faróis para enxergar mais longe.

Via Brasil 247

No primeiro dia de retorno da propaganda eleitoral na tevê e no rádio, a campanha do candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, foi marcada por fortes ataques ao adversário petista, Fernando Haddad, e à gestão do PT na capital paulista. Em seu programa, o tucano atacou a atuação de Haddad no Ministério da Educação, usou o candidato a vice Alexandre Schneider para destacar as falhas do Enem e voltou a dizer que pegou a Prefeitura falida quando assumiu em 2004, uma “herança recebida do PT”.

Serra também afirma que o adversário petista não acredita em convênio de creches e citou a gestão de Gilberto Kassab (PSD), com alto índice de rejeição da população, como exemplo de solução para o problema dos salários de professores – segundo ele, não resolvido na administração de Marta Suplicy (2001–2004), que não teria dado aumento aos profissionais. Respondendo a duras críticas por ter deixado a Prefeitura em 2006 a fim de se candidatar ao Governo do Estado, o candidato do PSDB também reafirma sua permanência no cargo durante todo o mandato.

Colocando em prática o que disse no domingo, dia 14, em campanha – que não responderia mais aos ataques de Serra – o candidato do PT usou seu tempo para apresentar propostas à cidade, por meio de seu mais novo aliado, o peemedebista Gabriel Chalita – que ficou em quarto lugar no 1º turno e fechou aliança com o PT nessa segunda etapa. “Haddad será um grande prefeito para São Paulo”, diz Chalita na propaganda do petista.

O ex-ministro voltou a apresentar as propostas do primeiro turno, como o bilhete único mensal, sua principal proposta até agora, o incentivo a empresas para deixarem a região central da cidade e se instalarem nos bairros e o incentivo financeiro da Prefeitura para a realização de obras do Metrô. O postulante do PT também citou melhorias para a área da educação.

Até agora, as pesquisas mostram Serra com onze pontos atrás de Haddad, segundo o Ibope – 37% do tucano e 48% do petista. De acordo com o Datafolha, a diferença é de dez pontos: 37% e 47%. O candidato do PSDB tenta melhorar nas pesquisas com fortes ataques ao adversário.

PT rebate “mensalão” e usa livro A privataria tucana na tevê contra Serra

13 de outubro de 2012

Marina Dias, via Terra Magazine

O programa eleitoral gratuito do 2º turno tem início na segunda-feira, dia 15. Em São Paulo, o PT de Fernando Haddad e o PSDB de José Serra já preparam o material que será utilizado no rádio e na tevê para tentar convencer o eleitor sobre qual dos dois candidatos é o melhor para suceder Gilberto Kassab (PSD) na Prefeitura paulistana.

Os partidos irão para o ataque. Desde o 1º turno, a campanha de Haddad tem material gravado sobre o livro A privataria tucana, que retrata supostas irregularidades no processo de privatizações durante os governos do PSDB.

Há ainda imagens e áudio sobre Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, ex-diretor da Dersa convocado pela CPI do Cachoeira para esclarecer o elo da construtora Delta com obras supostamente superfaturadas do governo de São Paulo.

Haddad foi instruído para falar sobre os temas em suas agendas públicas e aumentar o tom das críticas a Kassab, colando sua imagem à de Serra. O caso de Hussain Aref Saab, agente municipal acusado de receber propina para liberar alvarás de empreendimentos na capital, também será um dos destaques dos programas de tevê e rádio petista.

A campanha tucana, por sua vez, garante que irá “discutir valores e ética” até o final do 2º turno, tanto nos programas de tevê como nos discursos públicos de Serra. O julgamento do “mensalão”, iniciado em 2 de agosto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), será um dos temas centrais de argumentação do tucano.

Na semana passada, foram gravadas imagens com depoimentos de estudantes que se dizem prejudicados com o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com falhas na época em que Haddad era ministro da Educação. A condenação da cúpula política petista pelo STF, que inclui o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e o ex-presidente do PT José Genoíno, também será usada por Serra contra Haddad.

Petistas acusam o tucano de fazer uma “guerra de nervos” com o objetivo de “desviar a discussão da má administração de Kassab”. Tucanos garantem que o discurso sobre ética “faz parte da biografia de Serra”.

Objetivo central: propostas

Apesar de, nos bastidores, a guerra estar armada – e declarada –, os coordenadores de ambas as campanhas mantêm o discurso propositivo. “Queremos fazer uma discussão municipal, mas continuaremos abordando a ética e os valores”, afirmou a Terra Magazine Edson Aparecido, coordenador-geral da campanha de Serra.

“A apresentação de propostas que temos para a cidade continuará, como no 1º turno, sendo nosso foco”, explica Antônio Donato, coordenador-geral da campanha de Haddad.

Com o apoio de Malafaia, Serra dá o tom da campanha no 2º turno

13 de outubro de 2012

Saul Leblon, via Carta Maior

Os primeiros passos de Serra na largada do 2º turno em São Paulo ilustram o ponto a que está disposto chegar para reverter o prenúncio da derrota que nem o Datafolha dissimula mais.

O tucano reuniu-se com um interlocutor cirurgicamente escolhido para reforçar a musculatura do vale tudo na disputa: o bispo radialista, Silas Malafaia, que veio diretamente do Rio de Janeiro apresentar armas à campanha. Acompanhado do pastor Jabes Alencar, do Conselho de Pastores de São Paulo, teve um encontro fechado com Serra.

O pacto do além com o aquém foi festejado em manchete do caderno de política da Folha de S.Paulo. Assim: “Líder evangélico diz que vai ‘arrebentar’ candidato petista. Silas Malafaia afirma que Haddad apoia ativistas gays.”

O título em três linhas de três colunas, ladeado de uma foto imensa de Serra (meia página em três colunas), empunhando uma criança adestrada em fazer o “45”, inspira calafrios.

Deliberadamente ou não, o conjunto ilustra um conceito de harmonia que envolve arrebentar a tolerância, de um lado, para preservar a pureza, de outro. Concepções assemelhadas levaram o mundo a um holocausto eugênico de consequências conhecidas.

A hostilidade beligerante de Serra em relação a adversários – inclusive os do próprio partido – incorporou definitivamente uma extensão regressiva representada pela restauração do filtro religioso na política. Como recurso de caça ao voto popular, que escapa maciçamente ao programa do PSDB – liquefeito na desordem neoliberal –, é mais uma modernidade que devemos ao iluminismo dos intelectuais de Higienópolis.

O bispo Silas Malafaia foi importado do Rio de Janeiro exatamente com essa finalidade. Veio dizer aos fiéis de São Paulo em quem votar e a quem amaldiçoar. Os critérios escapam aos valores laicos da independência democrática em relação às convicções religiosas. Mas isso não importa à ética de vernissage de certa inteligência paulista. Faz tempo que em certos círculos incorporou-se a licença do vale-tudo para vencer o PT, a quem se acusa de sepultar os princípios éticos de esquerda…

Serra aperfeiçoa, não inova na promoção do eclipse das consciências e dos valores laicos que sustentam a convivência compartilhada.

Na campanha presidencial de 2010, a água benta de sua candidatura foi o carimbo de “aborteira” espetado contra Dilma Rousseff. A esposa do tucano, a culta bailarina Mônica Serra, pregava nas ruas da Baixada Fluminense, como uma mascate da intolerância: “Ela [Dilma] é a favor de matar as criancinhas.”

Não era uma voz no deserto. Recorde-se que Dom Bergonzini, um bispo de extrema-direita, da zona sul de São Paulo, já falecido, encomendou então 20 milhões de panfletos com o mesmo calibre. Os impressos falseavam a chancela da Igreja Católica para atacar, caluniar e desencorajar o voto na candidata da esquerda nas eleições presidenciais.

Um lote do material foi descoberto na gráfica da irmã do coordenador de campanha de Serra. A imprensa sem escrúpulos teve então, curiosamente, todo o escrúpulo, omitindo-se de perguntar: “De onde veio o dinheiro, Dom Bergonzini?”

Tampouco se cogitou indagar se o bispo e os donos da gráfica tinham contato com outro personagem sombrio da campanha tucana, Paulo Preto – que o candidato da hipocrisia conservadora chamava de “Paulo Afrodescendente”.

Apontado como o caixa 2 da campanha, Paulo, fixemos assim, teria desviado R$4 milhões em doações para proveito próprio. Mas compartilhava segredos protegidos por recados ameaçadores: “Não se abandona um líder no meio do caminho.” A senha era enfática o suficiente para obrigar Serra a interromper a campanha e convocar os jornais, declarando-o um cidadão acima de qualquer suspeita.

A transformação do eleitor em rebanho, a manipulação do discernimento político pela mídia e o retorno das togas a uma simbiose desfrutável pelo estamento conservador, configuram hoje os requisitos de uma sociedade capaz de dar a vitória a Serra neste 2º turno.

Não se trata de uma denúncia. São os ingredientes mobilizados pelo candidato tucano que arredonda assim a biografia com um toque de Tea Party tropical. O pacto da intolerância selado com o eloquente bispo Malafaia ilustra a travessia edificante de um quadro originalmente tido como um zangão “desenvolvimentista” da colmeia neoliberal.

A intelectualidade iluminista que ainda apoia José Serra tem condições de enxergar essa marcha batida que empurra São Paulo para um Termidor de malafaias.

A intelectualidade iluminista tem, sobretudo, a corresponsabilidade nos desdobramentos dessa distopia obscurantista que a candidatura tucana enseja, agrega, patrocina e encoraja. A tentativa algo desesperada de evitar a derrota desenhada em São Paulo tem um preço – os intelectuais honestos que orbitam em torno do PSDB vão rachar essa conta? A ver.

Serra sai em defesa de coronel Telhada, que matou 36 e ameaçou jornalista

13 de outubro de 2012

Serra ao lado de Telhada durante campanha do PSDB em Pirituba.

Para candidato a prefeito do PSDB em São Paulo, coronel Telhada é um “defensor dos direitos humanos”.

Via Rede Brasil Atual

O candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, José Serra, fez campanha na quarta-feira, dia 10, pelas ruas de Pirituba, zona oeste da cidade, ao lado do coronel Paulo Telhada, que se elegeu vereador pelo PSDB, mas é alvo de três pedidos de impugnação feitos pelo Ministério Público, um dos quais por incitação à violência. Telhada, que se orgulha de ter assassinado 36 pessoas – supostamente criminosas – e que recentemente fez ameaças a um jornalista da Folha de S.Paulo, foi tratado durante o ato como o “amigo” de Serra.

Questionado, o tucano defendeu a atuação do correligionário – cujo lema é “bandido bom é bandido morto” – e chegou a dizer que Telhada respeita os direitos humanos. “Ele desempenhou muito bem sua função. Foi um homem muito competente, seguindo as orientações do governo: uma política firme que respeita os direitos humanos”, disse o candidato a prefeito.

Ao participar do ato em Pirituba, Telhada cumpre o que havia declarado no início dessa semana, de que sairia às ruas para tentar eleger o amigo Serra. “Com certeza [vou participar da campanha de Serra]. No que ele precisar de mim. Entrei no PSDB em lealdade ao Serra, que me deu o comando da Rota quando ninguém acreditava em mim”, afirmou.

Ameaça de morte

Telhada é acusado de ameaçar de morte o jornalista André Caramante, do jornal Folha de S.Paulo, que teve de sair do país para preservar sua vida. Após publicar um artigo com críticas aos crimes cometidos pela Rota, em 14 de julho, Caramante passou a receber várias ameaças. Uma delas foi postada por Telhada no Facebook. Disse o coronel: “Quem defende bandido, é bandido também. Bala nesses safados”. Em outra mensagem, um policial militar chamado Paulo Sérgio Ivasava Guimarães dá apoio a Telhada: “Esse Caramante é mais um vagabundo. Coronel, de olho nele”.

O recém-eleito vereador nega que tenha feito ameaças.

No entanto, nesta semana foi divulgada notícia de que o jornalista saiu do país com a família, em razão das ameaças que vem recebendo. Em entrevista à repórter Eliane Brum da revista Época, Caramante informou que está fora da redação desde o início de setembro e que teve de alterar toda sua rotina e a de sua família, pois as ameaças tornaram-se insuportáveis.

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) divulgou nota em que “lastima profundamente a situação do repórter André Caramante”. A entidade classificou como “aberração” a intimidação e a ameaça contra um profissional de imprensa e ressaltou que isso demonstra a dificuldade em exercer com plenitude a liberdade de expressão no Brasil. A Abraji lembrou o episódio ocorrido com o jornalista Caco Barcellos, quando do lançamento do livro Rota 66 – A história da polícia que mata, que também teve de deixar o país em razão de ameaças.

O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, José Augusto Camargo, em entrevista à Rádio Brasil Atual, apontou a falta de ação do Estado como um dos elementos que contribuíram para a piora da situação do jornalista.

“O auto-exílio de Caramante é um desdobramento negativo, pois não houve um acompanhamento adequado para evitar essa situação e agora estamos em uma situação mais delicada. Desde antes das eleições pedimos averiguação dessas ameaças pelas autoridades policiais e pelo governo. Chegamos a isso por falta de ação por parte do Estado, as autoridades não deram a devida atenção a tempo”, disse Camargo.

Para a coordenadora do Movimento Mães de Maio Débora Maria da Silva, é revoltante que um profissional preocupado com questões de direitos humanos passe por tal situação. “Isso demonstra a situação ditatorial que vivemos em São Paulo, com a tentativa de controlar e impedir o direito de manifestação de um repórter, por uma instituição que se acha no direito de controlar a vida dos cidadãos. O jornalista tem uma importância fundamental em denunciar os atos arbitrários do Estado contra o povo, sobretudo o povo pobre e preto”, disse Débora.

O presidente do Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé, Altamiro Borges, cobrou a Folha de S. Paulo e o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) a se posicionar sobre essa situação. “São parte disso um dos maiores partidos do País e também um dos maiores jornais. É preciso que a Folha e o PSDB se manifestem sobre essa expressão da truculência que forçou o Caramante a se esconder. Isto é um grave atentado contra a liberdade de imprensa e a Folha não tem dado a publicidade e a relevância que poderia”, disse Borges.

Todas as entidades afirmam ter cobrado o Ministério Público de São Paulo para que investigue e tome as atitudes cabíveis sobre as ameaças sofridas pelo repórter.

Leia também:

O vereador tucano coronel Telhada e um repórter ameaçado de morte

“Entrei no PSDB em lealdade a Serra”, diz coronel Telhada

2º turno em São Paulo: Haddad × Serra, Lula × FHC e PIG × blogosfera

8 de outubro de 2012

PRESENTE E AVANÇO

PASSADO E RETROCESSO

A militância tem de fazer a diferença no 2º turno em São Paulo. As pesquisas tentaram fraudar as eleições no 1º turno. Agora, além das propostas para a cidade, têm de ser expostas as mazelas do governo FHC e a privataria tucana. O PIG e os setores mais reacionários da cidade virão com mentiras como é característica das campanhas políticas de Serra.

Com informações do Blog do Saraiva

A disputa para a Prefeitura de São Paulo terá 2º turno entre José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT). Com a apuração encerrada, Serra ficou com 30,75% dos votos válidos (1.884.849 votos), Haddad com 28,98% (1.776.317 votos) e o favorito das pesquisas encomendadas Celso Russomano (PRB) terminou em terceiro com 21,6% (1.324.021 votos).

José Serra nasceu em São Paulo (SP) e tem 70 anos. Economista [sem diploma], Serra começou sua carreira na política no movimento estudantil da Universidade de São Paulo (USP), chegando à presidência da União Nacional do Estudantes (UNE) [em 1964, na hora de assumir posições firmes na entidade, fugiu para o Chile e depois para os EUA – o que ele teria ido fazer lá?]. Mais tarde, Serra foi deputado federal [teve uma das piores avaliações, segundo o Diap], senador, ministro [incriminado na operação Sanguessuga e participante ativo das privatizações], prefeito [não terminou o mandato, mesmo tendo prometido ficar até o fim] e governador [deixou o Estado falido]. Entre as propostas de Serra estão a ampliação da rede de Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e a transformação de 200 favelas [na gestão Serra/Kassab, a cidade teve número recorde de incêndios em favelas] em bairros, com água e esgoto.

Ministro da Educação até o início deste ano, Fernando Haddad nasceu em São Paulo (SP) e tem 49 anos. Formado em Direito, Haddad começou sua trajetória política no movimento estudantil da Universidade de São Paulo (USP). No ministério, ajudou a implementar o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Entre as propostas de Haddad estão a implantação de mil novos leitos hospitalares, a construção de três novos hospitais e a criação do bilhete único mensal para o transporte público.

Os votos brancos somaram 381.407 votos (5,43%); os nulos, 516.384 votos (7,35%); e as abstenções, 1.592.722 eleitores (18,48%). São Paulo tem 8.619.170 eleitores, que representam 6,13% do eleitorado nacional.

Leia também:

Os vereadores eleitos na cidade de São Paulo


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