Archive for the ‘Internacional’ Category

The Economist critica “caos nos tribunais” do Brasil e diz que pena de Lula é “dura demais”

20 de julho de 2018

Lula na Economist: “Caos judicial.”

Kiko Nogueira, via DCM em 19/7/2018

A Economist, em sua nova edição, dedicou uma matéria às “decisões contraditórias” dos juízes no caso do solta e prende de Lula naquele domingo fatídico.

Foi além disso.

“A guerra judicial colocou Lula de volta ao centro da campanha”, diz o texto.

“No Google, a procura pelo seu nome cresceu 50 vezes no dia 8 de julho. Isso aumenta o risco de os brasileiros considerarem a eleição ilegítima caso Lula não possa concorrer. E o caos nos tribunais reforça as preocupações de que o Judiciário se tornou apenas um fórum de política partidária”.

Mais: “Num país onde apenas o Supremo Tribunal Federal, com 87 mil casos por ano, pode julgar processos criminais contra autoridades, permitindo que muitos acusados de corrupção andem livremente, a sentença de 12 anos de prisão contra Lula parece dura demais”.

“Se um número suficiente de eleitores acreditar que Lula foi injustiçado, é provável que eles apoiem quem quer que ele indique”.

A Economist, como se sabe, é ponta de lança do plano bolivariano-catanduvense-incaico-maometano de dominação mundial, juntamente com Neymar e Joelma do Calypso.

Cuba: Documento final do 24º Encontro do Foro de São Paulo pede unidade da esquerda e liberdade para Lula

19 de julho de 2018

Plenária do Foro de São Paulo, em Havana.

Reunião, que aconteceu em Havana, foi encerrada na terça-feira [17/7]. A declaração final também se solidarizou com Venezuela e Cuba.

Via Opera Mundi em 18/7/2018

O 24º Encontro do Foro de São Paulo, que se realizava em Havana, foi oficialmente encerrado na terça-feira [17/7] com a presença de diversos líderes latino-americanos. Em seu documento final, os participantes pediram a unidade da esquerda do continente e liberdade para o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, preso há cem dias em Curitiba.

O documento foi lido pela secretária-executiva do Foro, Mônica Valente. “Seguimos lutando ante os efeitos de uma ofensiva reacionária, conservadora e restauradora neoliberal das elites mundiais”, impulsionadas pelo “capitalismo do governo dos Estados Unidos, seus aliados e pelas classes hegemônicas”, disse.

Além dos pedidos de unidade e de liberdade para Lula, o Foro de São Paulo também destacou em seu documento o bloqueio dos EUA contra Cuba, a situação social da Argentina de Macri, a independência de Porto Rico, o avanço da direita em países como Chile, Colômbia e Paraguai e a situação da Venezuela.

“Condenamos a guerra não convencional dos EUA e seus aliados contra a Revolução Bolivariana, a qual se voltou ao objetivo estratégico imediato de derrotar o império. É, portanto, nosso objetivo maior de solidariedade nestas circunstâncias”, disse Valente. “Permaneceremos alertas contra a intervenção na Venezuela”, afirmou.

Lula
Nicolas Maduro, o presidente da Venezuela, foi um dos mais enfáticos em seu discurso de apoio ao ex-presidente brasileiro, afirmando que Lula estaria sendo escondido “em uma masmorra” para que não pudesse disputar a eleição presidencial no Brasil em outubro, a qual ele ganharia. Declarações parecidas foram feitas pelos chefes de Estado de Bolívia, El Salvador e Cuba.

“A detenção ilegal do irmão Lula, apesar do habeas corpus que lhe devolveu sua liberdade, demonstra que há um Plano Condor judicial e midiático dos EUA e da direita regional para perseguir e eliminar politicamente líderes da esquerda, como Correa, Dilma e Cristina”, afirmou o líder boliviano Evo Morales, comparando a situação do Brasil com a de Argentina e Equador.

Já o atual líder cubano, Miguel Díaz-Canel, lembrou, pedindo a liberdade de Lula, que o ex-chefe de Estado brasileiro foi, ao lado de Fidel Castro, um dos criadores do Foro de São Paulo, conferência que, há 28 anos, reúne partidos e organizações de esquerda da América Latina em uma tentativa de encontrar novos caminhos para a luta contra o neoliberalismo na região.

“O desafio é continuar no avanço progressista utilizando toda nossa experiência, conquistar com as ideias da mudança todos os espaços de luta e debate. O projeto político, humano e progressista das grandes maiorias populares é legítimo e irrevogável”, declarou Salvador Sánchez Cerén, presidente salvadorenho.

O 24º Encontro do Foro de São Paulo, realizado entre domingo e terça na capital cubana, reuniu mais de 600 delegados de América Latina, América do Norte, Europa, Ásia e África para um amplo debate sobre o papel da esquerda no continente americano.

A direita francesa tenta destruir a vitória da seleção multiétnica

18 de julho de 2018

Willy Delvalle, via DCM em 17/7/2018

Segunda-feira [16/7] de manhã. Paris. Centro. Não parecia que a França havia acabado de ganhar a Copa do Mundo. Parecia que não teve Copa. Não parecia com nada. Norte da cidade. A mesma impressão. No trem, um grupo de jovens cantava e gritava com a bandeira tricolor. Os passageiros, negros e brancos, impassíveis. Uma mulher de olhos verdes chegou a olhá-los, sem esboçar nenhuma reação. Nas estações, algumas com novas placas e trocadilhos sobre a vitória; apatia, indiferença. A imagem que apareceu na televisão era de Champs Elysées.

Não parecia que a França havia acabado de ganhar a Copa do Mundo.

Ali havia a multidão, que esperou horas para ver a seleção passar. No ônibus, os jogadores eufóricos. A multidão, também. Uma repórter dizia emocionada que era uma alegria imensa. Parecia tão exagerado que beirava o ridículo. De volta para o estúdio, as questões inevitáveis – e incômodas – eram postas a um comentarista negro e ex-jogador: a origem, a cor.

Os franceses vitoriosos que estampam em suas peles e em seus nomes as características de quem é oprimido todos os dias, de quem o presidente recentemente recusou-se a salvar do Mar Mediterrâneo, a quem uma parte da população – que festeja a vitória – deseja fechar as fronteiras e expulsar do país. Uma festa bonita, mas hipócrita?

Dos 23 jogadores, 15 são filhos de estrangeiros e dois não nasceram na França. Com exceção de Hugo Lloris, cujo pai é de origem espanhola, e Aréola, cujos pais são filipinos, 15 são de origem africana. Samuel Umtiti, que marcou o gol que levou a França para a final, eliminando a Bélgica, nasceu em Camarões. Pogba, que marcou o terceiro gol contra a Croácia, é filho de guineanos. Presnel Kimpembe, Steven N’Zonzi, Blaise Matuidi têm descendência congolesa, mas o pai do último é angolano.

A mãe de Ousmane Dembele é da Mauritânia. O pai de Thomas Lemar, da Nigéria. Djibril Sidibé e Ngolo Kante são filhos de maleses, enquanto Corentin Tolisso, de togoleses, países do oeste africano. Mesmo caso de Benjamin Mendy, cujos pais são do Senegal. Steve Mandanda nasceu na República Democrática do Congo. Adil Rami é filho de marroquinos e Nabil Fekir, de argelinos. Há ainda Lucas Hernandez, que viveu boa parte da vida na Espanha, ainda que reforce que a França é seu país, onde nasceu.

O queridinho da França, o mais novo jogador da Copa e o segundo (depois de Pelé) mais jovem da história a fazer um gol na final, Mbappe é filho de uma argelina e de um camaronês. A cada partida, quando a bola estava em seu pé, os franceses que eu via assistir o jogo vibravam mais.

Sua camisa é a que os jovens vestem, sejam brancos ou negros. O talento inegável, a rapidez que o acompanha desde criança são uma parte. “Ele é muito respeitoso, não se apresenta como filho da periferia, mas como francês que canta A Marselhesa, os códigos que se esperam de um francês”, explica Yvan Gastaut, especialista em esporte e imigração, professor na Universidade de Nice Sophia Antipolis (Unice).

Apesar de não se apresentar como tal, ele vem de Bondy, na “banlieue” (periferia) parisiense. O transporte entre Paris e a cidade não é muito diversificado. A região é conhecida como um “lugar perigoso” e sem perspectivas sociais. Não é difícil entender porque são fortes as escolas de futebol no local, nem porque todos conhecem a família Mbappe. A mãe, ex-jogadora de handebol, e o pai, ex-jogador e treinador de futebol regional, ambos em Bondy.

Em entrevista, o camisa 10 da seleção revelou que os pais lhe falavam todos os dias de futebol em casa. Talvez seus pais vissem no esporte e no potencial do filho uma chance de um dia ele sair dali, como aconteceu. Foi para o Mônaco aos 14 anos, mas já havia sido convidado para o Real Madrid. Os pais queriam acompanhar de mais perto. Ele diz que era porque o projeto no principado era mais completo para o seu desenvolvimento.

Deu certo. No ano passado, assinou contrato com o Paris Saint-Germain. Considerado humilde, disse que sonhava, mas que teria muito trabalho para jogar um dia na seleção (clique aqui). Agora, depois de atingir o ápice da glória, marchando pelos Champs Elysées, diz querer mais. Um misto de preparo comunicacional e obsessão. “Vivo, como e durmo futebol”, disse ao jornal Le Parisien em janeiro de 2017.

Seus colegas de infância sonham em um dia jogar de novo com ele, em Bondy, nas periferias parisienses, verdadeiras máquinas de fazer craques. Entretanto, nem todos virarão heróis da nação ou assinarão um contrato com clube de futebol. Terão de percorrer um caminho bem diferente e mais árduo que a marcha pelos Champs Elysées. Não ganharão milhões de euros por mês. São os “banlieuesards” (periféricos) que continuarão fazendo parte do grupo mais pobre da França, um país onde ser pobre significa precisar de seis gerações para ascender ao que ganha a média da sociedade. No Brasil, são nove. Na Dinamarca, duas.

As estatísticas oficiais apontam que uma família de origem africana na França vive com aproximadamente 1200 euros por mês, menos do que um salário mínimo, próximo do limite da pobreza, de mil euros. A renda de uma família de origem francesa gira em torno de dois mil. Se forem empurrados para o tráfico de drogas e pararem na cadeia, encontrarão um meio onde um a cada cinco detentos, um é estrangeiro, maioria que vem do Magreb, o norte da África, a África branca, que fala árabe e é muçulmana. Que, dentro das prisões, é discriminada e cuja inserção social é um verdadeiro fracasso.

Ser filho da periferia é invocar essa tensão. Não é essa a imagem que a Federação Francesa de Futebol e as empresas patrocinadoras querem vender. Não é um universo que a França admira, mas que ela prefere esconder. Se no Rio de Janeiro, favela é atração para turista, pode esquecer. Trata-se de um mundo que finge-se não existir, onde há da falsificação de documentos à exploração sexual, tudo, menos direitos humanos.

Um mundo que finge-se não existir como fez Emmanuel Macron, com o navio Aquarius, repleto de migrantes africanos no Mar Mediterrâneo. O presidente francês se recusou a acolhê-lo. Seria demais esperar dos jogadores uma postura como a dos Panteras Negras, que usaram as Olimpíadas na década de 1960 para denunciar o apartheid americano?

“A seleção dificilmente se posiciona quanto à ideia de poder conduzir a políticas públicas”, observa Yvan Gastaut. Para ele, isso não é necessariamente criticável. “A Fifa e a Federação Francesa de Futebol conduzem campanhas contra o racismo. Mas não acredito que a federação possa ter um papel maior. Precisa-se utilizar o futebol na mídia, na educação, na política para transmitir a mensagem sobre a imigração”, propõe.

Macron disse aos jogadores para não se esquecerem de seus pais, nem de onde vieram. Mas não teria ele mesmo esquecido? Além de não acolher o navio com os refugiados, seu governo apresentou um projeto para endurecer as leis de asilo e imigração no país, com medidas como redução do tempo para pedido de asilo e aumento do período de “retenção administrativa” de clandestinos. Transforma em crime a passagem de um imigrante clandestino por regiões que não forem postos de fronteira.

Macron abraçou e beijou os jogadores, os recebeu no palácio presidencial. “Não é uma contradição. A França é bastante aberta e acolhedora de um lado, e excludente de outro. Macron é representante disso. Ele tenta surfar na onda da migração e seus efeitos positivos na França, com o futebol, e utilizar o racismo para o não acolhimento”, afirma Gastaut.

Para ele, que começou a estudar o futebol com a vitória de 1998, como uma forma de compreender o tempo presente da França, Macron representa o paradoxo da sociedade francesa. “Muitos que celebraram a vitória da seleção, de todos esses jogadores juntos, se mostraram partidários do fechamento das fronteiras”, observa.

Há também os que não celebram, a extrema-direita que nao tem vergonha de dizê-lo, como é o de Henry de Lesquen, ou visconde de Lesquen. No Twitter, ele publicou: “imbecis que apoiam essa seleção fazem a cama do inimigo”. Em outro post, disse que a final seria entre uma equipe da Europa branca e outra da África negra, “meu coração não bate por nenhuma das duas”.

“Imbecis que apoiam essa equipe fazem a cama dos inimigos da França”.

Na rede social, ele tem mais de 7 mil seguidores. Nascido no Marrocos quando ainda era uma colônia francesa (1949), ele foi vereador entre 2001 e 2014 em Versalhes, cidade onde mora a burguesia francesa, região conhecida por parlamentares conservadores, onde nas mais belas mansões, não havia sinal da bandeira francesa.

O jornal de extrema-direita Rivarol questiona: “Vitória da França ou da África? Vitória do patriotismo ou do cosmopolitismo, dos franceses ou dos substitutos?” Na capa de sua edição desta terça, traz a imagem de um negro com a camisa da seleção, sendo carregado por brancos, no que chama de “guerrilha urbana”.

Para jornal de extrema-direita, festa entre negros e brancos foi guerrilha urbana.

A imagem de união de cores, o discurso repetido pelos jogadores (meus pais são estrangeiros, mas eu sou francês) não condizem com o sentimento de muita gente. Certa vez ouvi de um jovem da Córsega que, com tantos negros e árabes, a seleção havia perdido sua alma.

Na noite da vitória, numa rua de Châtelet (centro de Paris), ouvi um jovem negro reivindicar a vitória, passando por uma rua em alto e bom som: “foram os negros e os árabes”. A identidade na França é uma batalha. A coesão durante a festa soa como uma pausa. Há os que celebram com bandeiras da Argélia, do Marrocos, ex-colônias franceses, e de Portugal, refletindo seus pais e avós, reivindicando a identidade deles como sua.

Comemorando a vitória francesa na semifinal, jovens desfilam em Champs Elysées com bandeiras da Argélia (esquerda) e Marrocos (direita), o que é característico dessa geração nascida na França e filha de imigrantes. Ao perceber a não integração dos pais ou dos avós, reivindicam a identidade deles.

O que será da imagem da França unida? “Essa é a imagem que a França mostra ao mundo. Isso é importante. Mas vai sensibilizar quem se interessa pelo futebol. Não acho que mudaria muito o racismo, a questão da integração”, diz Penélope, 22 anos.

Emmanuel, 45 anos, diz que já viu esse filme, em 1998, com a geração chamada de Black Blanc Beur (negro, branco, árabe), e isso não impediu que quatro anos depois Jean Marie Le Pen (pai de Marine Le Pen) chegasse ao segundo turno das eleições presidenciais, com 17% dos votos. No ano passado, sua filha obteve o dobro.

Emmanuel se lembra daquela época, que para ele se repetirá: “Na época, o ministro do interior disse: ‘essa Copa do Mundo abriu meus olhos, é uma França plural, há pessoas que vêm de horizontes diversos’. No momento, talvez as pessoas vão dizer que há nomes diferentes como Mbappe e Umtiti e é graças a eles que chegamos à final. Depois, vão esquecer”.

Para Yvan Gastaut, é preciso utilizar o futebol como pedagogia “para que os sinais de abertura possam ser prolongados a outros domínios, da gestão pública, da imigração, da gestão de fronteiras, das políticas de acolhimento, o que não se conecta necessariamente com os jogadores, não originários dessa população”.

Fora do circuito onde desfilariam os jogadores, eu procurava coesão entre as pessoas. Já na segunda-feira, não encontrava muita. A impressão é de que a identidade na França é uma batalha que foi suspensa, durante a Copa. Os jogos recomeçaram.

Leia também: Multiétnica, seleção da França bicampeã mundial tem raízes em 17 países

O poder e alcance dos blogs como meio de informação

17 de julho de 2018

Via Jornal GGN em 14/7/2018

Uma pesquisa sobre marketing de conteúdo revela que os blogs têm 63% maior capacidade de influenciar em decisões do que revistas, que a criação desse tipo de plataforma online por empresas recebe 55% mais visitantes do que outros meios de comunicação internos e as empresas que têm blogs ganham até 97% maior visibilidade do que as que não têm.

A informação foi compartilhada por uma imagem publicada por Sean Gardner, cofundador do “Twitter Powerhouses Series” do Huffington Post e o influenciador de mídia social considerado número 1 pela Forbes.

Apesar de se tratar de um tema recente, o infográfico, contudo, foi produzido por uma empresa de content marketing da Inglaterra com informações disponibilizadas em 2011 e mostra a eficácia, já há sete anos, dos blogs:

Clique na imagem para ampliá-la.

Bolsonaro fez reunião secreta com embaixador dos EUA

17 de julho de 2018

“Privatizações, concessões e desmobilizações. Tinha que vender tudo” disse Paulo Guedes, banqueiro e economista de Bolsonaro.

Débora Torres, via Esquerda Diário em 13/7/2018

Em mais uma de suas investidas para se aproximar de Donald Trump, Jair Bolsonaro pré-candidato à Presidência da República pelo PSL teve uma reunião secreta com o embaixador dos Estados Unidos, Peter Michael McKinley. O encontro ocorreu há menos de duas semanas segundo informações da Folha de S.Paulo, que procurou a embaixada norte-americana que por sua vez, informou que respeita a “independência do processo eleitoral” e que está se reunindo com os principais presidenciáveis do país. Não especificaram, no entanto, quais são os outros candidatos que teria recebido.

A movimentação para se aproximar cada vez mais de Donald Trump faz parte de seu projeto reacionário. Já está bem clara a prioridade em garantir que o Brasil continue na posição de total submissão aos ditames imperialistas.

Mais uma prova disso é a escolha de Paulo Guedes como coordenador econômico. Paulo Guedes defende privatizações irrestritas para quitação da dívida pública brasileira. Isso obviamente é exatamente o que os investidores norte-americanos querem ouvir, para que se abra ainda mais o caminho das privatizações, por exemplo. Guedes escancara tal posição, afirmando: “Privatizações, concessões e desmobilizações. Tinha que vender tudo”.

Assim, cada vez mais fica evidente a farsa do discurso nacionalista que Bolsonaro propaga. Na verdade, o pré-candidato já deixou escancarado o objetivo de rifar nossas riquezas, entregando a Petrobrás ao capital estrangeiro e a Amazônia para exploração comercial. Apoia o agronegócio e as reformas, que atacam diretamente a classe trabalhadora.


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