Alexandre Garcia, Caio Coppolla, Augusto Nunes, JR Guzzo, Lacombe e Fiuza formam o gabinete do ódio 2.0

Da esquerda para direita: Alexandre Garcia, Caio Coppolla, Augusto Nunes, JR Guzzo, Luis Lacombe e Guilherme Fiuza.

Carlos Henrique Machado Freitas, via A Postagem em 29/7/2020

Bolsonaro, para variar, mente descaradamente quando diz que aquela mídia que ele patrocina, tipo, Terça-Livre de Allan dos Santos, ligado ao gabinete do ódio que funciona no Palácio do Planalto, é a única coisa que ele tem de mídia para lhe defender.

Até as pedras do fundo dos mares mais remotos sabem que, nesta semana, quando estreou o seu programa na CNN, Alexandre Garcia, nas raias da irresponsabilidade criminosa, afirmou que a Cloroquina fazia a cura milagrosa da covid-19 e que seu patrão, Bolsonaro, ou seja, o homem que o plantou na CNN, era a prova viva de que o medicamento é um santo remédio, mesmo que sua estúpida e criminosa fala vá contra a comunidade científica global.

O sujeito é um mercenário incorrigível. E como não existe lei que puna fake news nas TVs, o cara pode mandar a população ingerir formicida ou estricnina e Garcia obedecerá como um bom cordeiro que sempre foi em troca de um bom dinheiro sem ser importunado pela justiça.

Na verdade, cita-se aqui apenas esse fato para afirmar com todas as letras que o gabinete do ódio 2.0 é muito pior do que o comandado por Carluxo e Eduardo Bolsonaro, porque é operado por profissionais da grande mídia, como Lacombe, que foi da Globo e da Band; Guilherme Fiuza que, além da Gazeta do Povo e a Jovem Pan, é um dos sócios de uma revista de quinta categoria; Caio Coppolla é outro, que vive debaixo do cobertor da Secom e, por isso está na CNN e na Jovem Pan defendendo as atrocidades do governo do genocida; JR Guzzo, depois de décadas na Veja, também é sócio de Fiuza e mantém suas opiniões como “jornalista” nas redes sociais na defesa bem paga de Bolsonaro. O mesmo pode-se dizer de Augusto Nunes, o mais escroque jornalista de esgoto de que se tem notícia na história do Brasil que, com aquele cinismo de quem não tem qualquer compromisso com a própria boca, reproduz, como fazia na ditadura com os generais, tudo o que seu chefe supremo, Jair Bolsonaro lhe paga para dizer.

Assim, vamos nos dando conta de que essa turma do gabinete do ódio, comandado por Allan dos Santos e os filhos de Bolsonaro é coisa de trombadinha, é para os fracos, a barra pesada mesmo que sustenta no mundo animal a imagem de Bolsonaro é dos velhacos da grande mídia citados aqui, que não são e nem serão incomodados por ninguém por mais criminosa que seja a mentira que eles contam, porque, de certa forma, estarão protegidos pela grande mídia, enquanto o gabinete do ódio serve como boi de piranha para a justiça, enquanto a boiada passa.

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