Bolsonaro prega insubordinação após continência da PM de São Paulo: “Ordem absurda não se cumpre”.

PMs de São Paulo, que são comandados pelo governador João Dória (PSDB), prestaram continência, ligaram luzes das viaturas e fizeram sinal de apoio durante ato pró-Bolsonaro na capital paulista.

Via Revista Fórum em 25/5/2020

Sob a sombra de uma guerra civil, prevista por parte da ala militar do governo, Jair Bolsonaro pregou a insubordinação de policiais militares de São Paulo após um grupo prestar continência e apoiar ato golpista ocorrido na Avenida Paulista no domingo [24/5].

“PM de São Paulo parabéns a vocês. Ordem absurda não se cumpre. Não é só eu, presidente, não. Nós autoridades estamos sempre ao lado do povo”, afirmou a seguidores que estiveram na manhã de segunda-feira [25/5] na portaria do Palácio da Alvorada.

Como instituição estadual, a Polícia Militar é subordinada ao governador, no caso João Dória (PSDB), considerado inimigo por Bolsonaro.

Neste domingo, durante ato pró-Bolsonaro na capital paulista, policiais, que aparentemente realizavam patrulhamento no local, prestaram continência, ligaram as luzes das viaturas e alguns fizeram sinais de aprovação.

Em nota, a Polícia Militar de São Paulo afirma que se trata de fake news a mensagem que circula entre bolsonaristas.

Segundo a PM, o gesto era uma homenagem ao soldado Lucas Alexandre Leite, de 25 anos, que faleceu em serviço na noite de sábado [23/5], na zona leste da cidade de São Paulo.

A nota diz ainda que “durante o sepultamento, realizado do Mausoléu da PM, localizado no centro da Capital, policiais militares do 2º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M), a qual pertencia a vítima, o honraram com continência individual e toque de silêncio”.

A ação também foi elogiada pelo deputado Eduardo Bolsonaro (Sem Partido-SP). “A Polícia Militar de São Paulo nunca decepciona, sempre dá o exemplo”, escreveu o filho de Bolsonaro nas redes.

Mundo comunista
Sem falar com a imprensa, Bolsonaro apenas cumprimentou apoiadores na manhã de segunda-feira [25/5] na sua habitual parada em frente ao Alvorada.

Em uma das conversas, uma apoiadora pediu a Bolsonaro que solicite à Secom – a Secretaria de Comunicação da Presidência da República – que faça “propaganda massiva do senhor”. “Lá no exterior, o senhor não está sendo bem visto”, disse a bolsonarista.

“A imprensa mundial é de esquerda”, respondeu Bolsonaro, mostrando o celular “a mídia é essa daqui”.

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