Moro passa vergonha tentando tirar Ronaldinho da prisão no Paraguai

Ministro paraguaio diz à imprensa que Moro “não gostou da prisão”, mas não havia o que fazer.

Via Jornal GGN em 10/3/2020

A imprensa paraguaia divulgou que o ministro da Justiça Sérgio Moro tentou usar sua influência junto às autoridades locais para tentar tirar Ronaldinho Gaúcho da prisão.

Segundo informações do ministro do Interior do Paraguai, Euclides Acevedo, Moro entrou em contato no dia 7 de março para perguntar se Ronaldinho e seu irmão, Assis, “poderiam ser libertados”. “Respondi que não depende de mim”, rebateu o paraguaio.

“Falo seguidamente com o ministro Moro, temos muitos convênios. Ele me escreveu no sábado (7) e perguntou sobre a situação de Ronaldinho. Quis saber se ele e Assis poderiam ser libertados, e respondi que não depende de mim. (Moro) também perguntou se estão em um local seguro, e respondi que sim. Ele não gostou da prisão de Ronaldinho”, contou Acevedo ao canal C9N.

O jogador e o irmão seguem presos na Agrupación Especializada da Polícia Nacional, desde que foram pegos tentando entrar no país com documentos falsos. Nesta terça (10), a Justiça negou o pedido de prisão domiciliar.

O advogado criminalista Augusto de Arruda Botelho, conselheiro da Human Rights Watch, avaliou que Moro passou vergonha.

“Inacreditável. De paladino da justiça, de juiz ‘exemplo’ no combate à corrupção, de magistrado rápido e imparcial, para ministro que perdoa caixa 2 e usa o cargo para ajudar os amigos presos. VERGONHA!”, escreveu no Twitter.

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A NARRATIVA MAIS LÓGICA DO CASO RONALDINHO: LAVAGEM DE DINHEIRO
Malu Aires, via Facebook

Os irmãos Assis já são velhos conhecidos de trambiques, evasão de divisas, fraudes fiscais maquiadas de filantropia e essas maravilhas que só craques da bola fazem e nunca pagam pelos crimes.

Por isso, a “paixão nacional”. Apaixonados, os brasileiros nem percebem que, a cada lance e drible, são feitos de IDIOTAS. Cada passe milionário de clube a clube, é equivalente a milhões de dólares em lavagem de dinheiro do crime organizado.

Novidade? Nenhuma. Mas a paixão é cega.

Pois bem.

Os irmãos pilantras foram ao Paraguai onde abririam nova ONG de fachada. Mandaram fazer documentos falsos pra abertura da ONG fantasma. Marcaram encontro com a quadrilha especializada, num hotel de luxo ligado a um cassino (onde malas de dinheiro entram e saem). Foram recepcionados por uma agente pilantra que encomendou até evento de fachada, com crianças paraguaias, pra disfarçar o movimento.

Já estava tudo armado. O trio abriria uma “fundação” no Paraguai, para LAVAR DINHEIRO. Usando a pilantropia como disfarce, clubes, TVs (fábrica de ídolos de araque) e credenciais do governo brasileiro (Ronaldinho é embaixador do esporte, caso perguntem o que ele tanto conversa com o Bolso).

A quadrilha especializada em lavagem de dinheiro, opera com um Cassino (Il Palazzo) de um brasileiro (Nelson Luiz Belotti dos Santos), lavador de dinheiro conhecido do seu Moro, desde Banestado, passando por Farsa-Jato.

O dinheiro entra no cassino, vira “sorte” no jogo e sai limpo – truque velhíssimo que ninguém contesta (muito menos seu Moro).

Seu Moro quis acompanhar o caso dos pilantras que apoiam o traste que todos os pilantras ajudaram a eleger (inclusive, o traste anda falando de cassinos, no Brasil). Seu interesse, na certa, é saber até onde essa história vai respingar na sua cara (de paisagem), com doleiros e lavagem de dinheiro, desde tenra idade no crime da supertoga.

Então, meus queridos, aquelas cenas dum craque se fodendo com algemas, não é só sobre falsificação de documentos. É sobre lavagem de dinheiro, crime organizado, golpe financeiro, uso de filantropia pra bandidagem milionária e participação de “empresários” na evasão de divisas.

Agora é torcer pelo Paraguai, para que a justiça de lá faça 7 × 0 no time de golpistas brasileiros.

E que os irmãos pilantras padrão Fifa, depois desse péssimo lance, passem a bola pra gente descobrir quem é o juiz Moro na história dos crimes de lavagem de dinheiro no Brasil.

Ué, o que Moro tem a ver com isso?

Desde que vestiu a toga, o juiz malandro opera numa Vara que atende aos crimes da tríplice fronteira. Em todas as investigações sobre crimes financeiros, passando dinheiro (através de doleiros) pelo Paraguai, Moro atuou nos casos, embaralhando toda a investigação e mantendo os peixes graúdos longe dos holofotes e da justiça.

Moro foi chamado por Bolsonaro, por sua maior especialidade: lavagem de dinheiro.

Isso não é um governo. É crime organizado.

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