Desabamento no Rio: Juíza que caluniou Marielle votou contra a demolição de prédios na Muzema

Via Agência Brasil em 12/4/2019

Dois dias antes do desabamento de dois prédios na comunidade da Muzema, ocorrido na sexta-feira [12/4], a 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio decidiu manter uma liminar que impedia a demolição de um prédio no mesmo condomínio, o Figueiras do Itanhangá. A Procuradoria Geral do Município tinha apresentado um recurso para derrubar a liminar.

O caso foi relatado pela desembargadora Marília de Castro Neves Vieira, a mesma que, em março de 2017, se envolveu em uma polêmica ao escrever nas redes sociais que a vereadora assassinada do Rio Marielle Franco (PSOL) “estava engajada com bandidos” e teria sido “eleita pelo Comando Vermelho”.

Na decisão de dois dias atrás, Marília relata que o laudo de vistoria e os editais de embargo da obra e de demolição foram datados de 29 de novembro. A desembargadora diz ainda que “a edificação de um edifício que conta com quatro andares, possuindo em cada um deles, quatro apartamentos de frente, não se faz de um dia para outro, devendo levar cerca de um ano, no mínimo, para tanto”.

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