Deus não quis: Iolene, a ex-nº 02 do MEC, foi demitida antes de assumir o cargo

Iolene parece não ter agradado o governo. Na semana em que foi indicada, a coluna Painel, da Folha, já alardeava que o nome não caiu nas graças de Onyx Lorenzoni.

Via Jornal GGN em 22/3/2019

Iolene Lima, educadora evangélica indicada como a número 2 do Ministério da Educação (MEC) na semana passada, foi demitida antes de assumir. O ministro Ricardo Vélez Rodríguez comunicou à educadora que ela não iria mais ser chamada para ser a secretária executiva, conforme acertado anteriormente.

Iolene parece não ter agradado o governo. Na semana em que foi indicada, a coluna Painel, da Folha, já alardeava que o nome não caiu nas graças de Onyx Lorenzoni. Agora, segundo informações do Estadão, o governo não permitiu sequer que ela fosse nomeada, mesmo depois de anunciada por Vélez. Fontes do jornal indicam que o Planalto estaria em busca de um nome forte para ser o número 2 do MEC, para conseguir manter Vélez no cargo.

Mesmo evangélica, Iolene não contava com o apoio da bancada evangélica no Congresso. Ela foi indicada por Luiz Antônio Tozi, ex-secretário executivo, e também demitido. Os dois são conterrâneos. Iolene foi a segunda indicada por Vélez para o cargo que não assumiu, antes dela Rubens Barreto da Silva também foi barrado.

Iolene, para amigos, reclamou que deixou um trabalho que realiza há cinco anos, na direção de um colégio que ajudou a fundar, para aceitar o convite e servir o país. Disse também que, mesmo com um quadro bastante confuso na pasta, aceitou a nova função no ministério. Mas agora recebe a informação de que não faz mais parte do MEC. Nas mensagens, ela diz que confia em Deus, que a guardará e guiará.

Parte da trava ao seu nome vem de um vídeo de entrevista de 2013, quando em entrevista para canal evangélico, diz que as crianças começam a ter contato com as matérias no primeiro livro da Bíblia Sagrada, o Gênesis, e depois continuam. Ela, ainda, defendeu organizar o currículo escolar a partir das escrituras.

A matéria do Estadão traz um breve descritivo do colégio que Iolene dirigia. Nele, os conteúdos curriculares são apresentados dentro da cosmovisão bíblica e um dos objetivos descritos no site é a “formação integral do ser humano para cumprir os propósitos de Deus no mundo”. O colégio em questão é o Inspire, e fica em São José dos Campos, sendo mantido pela Igreja da Cidade.

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Uma resposta to “Deus não quis: Iolene, a ex-nº 02 do MEC, foi demitida antes de assumir o cargo”

  1. Geraldo Lobo Says:

    Uma pessoa com o gosto no nome de ‘ioiô’ só pode é dar em puxa pra lá e puxa pra cá. Ou seja, em nada, absolutamente nada. Não se perdeu um brinquedinho besta, nas mãos dos evangélicos barra pesada, que a essa altura devem estar brincando com algum diabolô lá na paróquia do Planalto. Ou com um pião, melhor ainda.

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