Palmério Dória: A arma secreta de Bolsonaro

Na posse, Jair foi multado por levar Carluxo sem estar sentado na cadeira de bebê.

Palmério Dória em 25/2/2019

Na primeira metade dos anos 1970, o Exército roeu uma pupunha na selva amazônica. Envolveu cerca de 10 mil soldados contra não mais de 70 guerrilheiros na região do Araguaia, boa parte uma estudantada recrutada nas grandes cidades brasileiras, armada praticamente só de ideais.

Depois de retiradas estratégicas, só na terceira campanha, no Natal de 1974, com forças especiais compactas e bate-paus da região conseguiu massacrar a guerrilha e aterrorizar a população civil da região para sempre.

Agora, o miliciano Jair Bolsonaro, de evidente covardia moral e física, quer meter o Exército num mato sem cachorro contra forças desmesuradamente superiores com equipamentos bélicos formidáveis.

Talvez imagine ceder o pitbull Carluxo pra suprir a ausência de caninos, abrindo caminho para os nossos recrutas.

Aí, tudo bem. Avante!

***

Uma resposta to “Palmério Dória: A arma secreta de Bolsonaro”

  1. Aristóteles Barros da Silva Says:

    Enquanto a gente ri das palhaçadas de Bozo e Seus Três Patetas, eles destroem nosso País. Socorro!

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