Cadê a transparência: Bruno Covas quer sigilo para as vistorias dos viadutos comprometidos

Via Brasil 247 em 9/2/2019

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), colocou sob sigilo a vistoria aprofundada de oito pontes e viadutos na capital. O termo de confidencialidade prevê consequências jurídicas caso as empresas contratadas para vistoriar e avaliar riscos nos viadutos comprometidos forneçam dados a documentos públicos (como laudos, projetos e contratos) e à imprensa.

A reportagem do jornal Folha de S.Paulo destaca que “os termos de confidencialidade foram assinados em 31 de janeiro, dois dias depois de engenheiros da prefeitura terem atestado em reunião ‘risco iminente de colapso’ em seis pontes e viadutos na cidade – entre elas, as pontes Cidade Jardim, Eusébio Matoso e Cidade Universitária, por onde circulam até 10 mil veículos por hora no horário de pico da manhã, o mais movimentado do dia.”

A matéria prossegue: “Os termos ‘alto risco de colapso’ e ‘posicionamento técnico que atestou risco iminente’, porém, aparecem em outros documentos emitidos pela Siurb (Secretaria de Infraestrutura e Obras) em referência à situação estrutural de oito pontes e viadutos, incluindo Cidade Jardim, Eusébio Matoso e Cidade Universitária. Os documentos servem para embasar a contratação emergencial, e sem licitação, das empresas que farão as vistorias. O Tribunal de Contas do Município (TCM) aprovou a contratação sob a condição de que a gestão Covas comprovasse o caráter urgente do serviço.”

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