A desembargadora que criticou Marielle diz que Boulos “será recebido na bala”

Conhecida por ter afirmado que a vereadora Marielle Franco “estava engajada com bandidos”, desembargadora alfinetou Guilherme Boulos. Foto: Eduardo Matysiak/Futura Press.

Via Yahoo em 17/1/2019

Conhecida por ter afirmado que a vereadora Marielle Franco, assassinada em março do ano passado, “estava engajada com bandidos“ e não era “apenas uma lutadora”, a desembargadora Marília Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ/RJ), afirmou, em uma publicação em suas redes sociais, que o ex-candidato à Presidência e líder do MTST, Guilherme Boulos, será “recebido na bala” após a assinatura do decreto que flexibiliza a posse de armas.

“A tristeza no olhar de quem vai ser recebido na bala, depois do decreto do Bolsonaro”, afirma a postagem, compartilhada da página “Eu apoio Bolsonaro”.

Guilherme Boulos afirmou que vai processar a desembargadora. “Um magistrado tem que ter equilíbrio, não pode incitar ao crime. Agora responderá mais uma ação judicial”, declara.

Boulos não é o primeiro alvo de desembargadora
A desembargadora já fez outras postagens polêmicas em suas redes sociais. No ano passado, ela questionou a capacidade de uma professora com síndrome de Down. “Voltando para casa e, porque vivemos em uma democracia, no rádio a única opção é A Voz do Brasil… Well, eis que senão quando, ouço que o Brasil é o primeiro em alguma coisa!!! Apuro os ouvidos e ouço a pérola: o Brasil é o primeiro país a ter uma professora portadora de síndrome de down!!! Poxa, pensei, legal, são os programas de inclusão social… Aí me perguntei: o que será que essa professora ensina a quem???? Esperem um momento que eu fui ali me matar e já volto, tá?”, publicou.

Ela também se pronunciou contra mobilizações contra o assédio sexual. “Assédio sexual é o quê? Paquera no trabalho???? Francamente!!!! Será que não temos nada mais importante pelo que lutarmos???? Uma pia de louça para lavarmos???”, apontou. “Até onde se sabe, numericamente somos (as mulheres) maioria, o que não impede a politicamente correta Lei Maria da Penha de ser covardemente utilizada contra o homem nas relações conjugais – ou semelhante. E a inclusão social???? Existe conceito mais amplo??? Qualquer coisa se encaixa nesse amplo portal onde se locupletam todos os que desejam arrecadar fundos para executar esse relevante ‘trabalho social’…”, encerrou.

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