Segundo sua assessoria, Flávio Bolsonaro “descobriu” que é investigado junto com Queiroz

Via Jornal GGN em 17/1/2019

A assessoria do senador Flávio Bolsonaro emitiu uma nota à imprensa, na noite desta quinta [17/1], informando que sua defesa descobriu que ele era “objeto de investigação” do Ministério Público do Rio de Janeiro depois que teve acesso aos autos do processo contra o ex-motorista Fabrício Queiroz.

O acesso foi demandado somente após Flávio ter faltado ao depoimento marcado no MP do Rio, em 10 de janeiro.

A defesa afirmou que ao pedir providências ao Supremo Tribunal Federal, a intenção não era beneficiar Queiroz com a suspensão das investigações, mas reparar “nulidades” que os promotores do Rio supostamente teriam praticado contra Flávio.

Entre elas está a alegada quebra do sigilo fiscal e bancário do senador, entre 2007 e 18 de dezembro de 2018 (quando ele recebeu o diploma de eleito), sem autorização prévia da Justiça.

Ao STF, a defesa de Flávio pediu que as provas obtidas junto ao Coaf sejam anuladas. Mas o ministro Luiz Fux só concedeu uma liminar para paralisar as investigações.

Caberá ao Supremo analisar se Flávio deverá ser investigado na Corte, graças ao foro privilegiado, ou se o inquérito continuará tramitando na primeira instância.

Leia, abaixo, a nota completa:

A assessoria de Flávio Bolsonaro informa que sua defesa ajuizou Reclamação no Supremo Tribunal Federal em face do MP/RJ tendo em vista que, ao ter acesso aos autos do procedimento, verificou ser o Senador objeto de investigação, o que atrai a competência ao Supremo Tribunal Federal — única autoridade competente para decidir sobre o foro adequado à continuidade das investigações em curso relativamente a ele.

Ademais, a defesa apontou, na Reclamação, nulidades diversas, como a quebra dos sigilos bancário e fiscal do Senador, para fins de investigação criminal, sem autorização judicial.

Todos os requerimentos feitos limitaram-se à pessoa do Sr. Flávio Bolsonaro e aos procedimentos ilegais que foram tomados em relação a ele pelo MP/RJ, não implicando solicitação relativamente a nenhum terceiro.”

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