Lava-Jato não avança no Estado governado por tucanos

Paulo Preto, o operador tucano, desviava verbas do Rodoanel.

Via Folha de S.Paulo em 30/12/2018

Criada para apurar episódios citados na delação da Odebrecht firmada com o Ministério Público Federal, a força-tarefa da Lava-Jato em São Paulo chegará a 2019 sem ainda ter apresentado denúncias diretamente relacionadas a esse acordo.

Nele, são mencionados pelos executivos da empreiteira supostos repasses ou pagamentos de propinas a políticos.

O mais próximo que a equipe de investigadores chegou disso foi denunciar 33 pessoas sob acusação de cartel nas obras do trecho sul do Rodoanel, com uso de provas da empreiteira.

[…]

Em parte, a ausência de denúncias no estado aconteceu por reveses do Ministério Público no próprio Supremo, que reteve investigações por meses ou enviou os autos para a Justiça Eleitoral.

Outro motivo é que a força-tarefa se expandiu para além dessas delações. Os procuradores decidiram agregar ao selo da Lava-Jato casos que, antes, não eram vistos como parte da operação ou não estavam sob sua responsabilidade.

Isso aconteceu, segundo a coordenadora da Lava-Jato paulista, Thaméa Danelon, porque há relações entre o que já foi desvendado pela operação nos outros lugares e essas investigações.

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