Nota do PT: Sérgio Moro vaza mentiras para interferir nas eleições

Aroeira.

Via Portal do PT em 1º/10/2018

O juiz Sergio Moro é o responsável por mais uma interferência arbitrária e ilegal no processo de eleições, ao dar publicidade às mentiras de Antônio Palocci, que não tem credibilidade nem moral para falar sobre o PT.

A delação mentirosa de Palocci foi negociada com a Polícia Federal em troca da redução de dois terços de sua pena, prevendo até perdão judicial, da devolução de R$ 37 milhões, que é menos da metade do que teria sido bloqueado em suas contas, segundo a imprensa, e da preservação de todos os imóveis da família.

O nome disso é negócio; negócio político, nada a ver com a busca da verdade nem com o devido processo legal.

A delação mentirosa é tão desprovida de provas que foi rejeitada pelo Ministério Público e sequer poderá ser usada na ação penal que Sergio Moro conduz arbitrariamente, como ele mesmo reconhece no despacho de propaganda eleitoral que divulgou hoje.

Em 15 de agosto, este mesmo juiz parcial adiou depoimentos do ex-presidente Lula que estavam marcados para agosto e setembro, pretextando evitar “exploração eleitoral” dos interrogatórios. Agora, na última semana do 1º turno, Moro promove a exploração eleitoral, pelos meios de comunicação, de um depoimento antigo, imprestável e forjado para incriminar o PT.

Moro censurou a voz de Lula e divulga acusações falsas contra ele, sem lhe dar o direito de defesa.

A manobra de Moro, uma vergonhosa chicana, é mais uma prova do desespero daqueles que usaram o aparelho do estado, nos últimos anos, para tentar destruir Lula e o PT, e agora vêm que a verdadeira Justiça será feita pelo povo, nas eleições de outubro.

COMISSÃO EXECUTIVA NACIONAL DO PT

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SÉRGIO MORO REFORÇA CARÁTER POLÍTICO DOS PROCESSOS CONTRA LULA, DIZ ZANIN
Via Jornal GGN em 1º/10/2018

A defesa de Lula, na figura do advogado Cristiano Zanin, publicou nota na noite de segunda [1º/10] afirmando que a “conduta adotada hoje pelo juiz Sérgio Moro na Ação Penal nº 5063130-17.2016.4.04.7000 apenas reforça o caráter político dos processos e da condenação injusta imposta ao ex-presidente Lula.”

Moro decidiu anexar aos autos do processo em que Lula é acusado de receber vantagem indevida da Odebrecht um capítulo da delação de Antônio Palocci, que não tem conexão com o caso e tampouco será utilizada pelo juiz no julgamento. Além disso, ele levantou o sigilo da delação, dando acesso à imprensa.

A delação, negociada com a Polícia Federal e homologada pelo TRF4, foi rejeitada pelos procuradores de Curitiba por “falta de provas”, disse Zanin. Além disso, provas constituídas nos autos, inclusive por laudos periciais, teriam desmontado as “mentiras” do delator.

Para a defesa, Palocci mentiu para “para obter generosos benefícios que vão da redução substancial de sua pena – 2/3 com a possibilidade de ‘perdão judicial’ – e da manutenção de parte substancial dos valores encontrados em suas contas bancárias.”

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