Tucano livre: Após sair da cadeia, Beto Richa retomará sua campanha ao Senado

O ministro Gilmar Mendes libertou o tucano da cadeia.

RICHA CONVOCA PREFEITOS E DEPUTADOS PARA RETOMAR CAMPANHA APÓS PRISÃO
Via Bem Paraná em 17/9/2018

O ex-governador Beto Richa (PSDB), candidato ao Senado, que passou quatro dias preso na semana passada, convocou prefeitos e lideranças para anunciar a retomada da campanha. No convite, a assessoria de Richa afirma que será “uma grande reunião de apoio” ao ex-governador. Foram convidados, além de prefeitos de todo o Estado, deputados e os suplentes ao Senado na chapa de Richa Nelson Padovani e Maria Iraclésia.

O encontro acontecerá no comitê central da campanha Beto Richa senador, na Rua Mateus Leme, número 1.400, próximo ao Shopping Mueller. O convite reforça que a presença dos convidados é “muito importante para o sucesso da campanha eleitoral”.

Beto Richa, familiares e aliados foram presos no dia 11 de setembro na Operação Rádio Patrulha, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado. Na sexta-feira, dia 14, o ministro Gilmar Mendes, revogou a prisão dos 14 investigados em um esquema de fraude em licitação do Programa Patrulha do Campo.

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GILMAR MENDES SOLTA BETO RICHA E ANTECIPA PROIBIÇÃO A NOVA PRISÃO PREVENTIVA
Via Jornal GGN em 14/9/2018

O ministro Gilmar Mendes, Supremo Tribunal Federal, concedeu habeas corpus para soltar o ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). A informação foi divulgada pela jornalista Mônica Bergamo, na noite de sexta-feira [14/9].

Segundo Bergamo, Gilmar concedeu ainda um “salvo conduto ao tucano em relação a qualquer determinação de prisão preventiva”.

Richa é “suspeito de liderar uma organização criminosa que ordenava o recebimento de propinas de fornecedores do governo do Paraná.” Sua prisão abriu uma crise e provocou abertura de ação na Corregedoria do Conselho Nacional do Ministério Público contra os promotores.

Gilmar anotou que houve “notório abuso de poder” na prisão de Richa, e sublinhou necessidade de “freios” na atuação dos investigadores.

“Pelo que estava olhando no caso do Richa, é um episódio de 2011. Vejam vocês que fundamentaram a prisão preventiva a uns dias da eleição, alguma coisa que suscita muita dúvida. Essas ações já estão sendo investigadas por quatro, cinco anos, ou mais. No caso de Alckmin, Haddad, todos candidatos. E aí [o MP] anuncia uma ação agora! É notório um abuso de poder”, declarou Gilmar.

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