Acredite se quiser: Segundo Alckmin, PSDB não tem “nada a ver” com o governo Temer

Via G1 em 13/9/2018

O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, disse nesta quinta-feira [13/9] que seu partido não tem “nada a ver” com o governo Michel Temer. Ele ainda classificou a gestão de Temer à frente do país de “muito ruim”.

Alckmin participou, no Rio de Janeiro, de uma sabatina organizada pelos jornais O Globo, Valor Econômico e pela revista Época.

O PSDB foi um dos partidos que, em 2016, apoiaram o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). A sigla também fez parte da equipe ministerial de Temer. No final de 2017, o partido oficializou a saída do governo.

Atualmente, um ministro é do PSDB, Aloysio Nunes, das Relações Exteriores. Ele preferiu se manter no cargo mesmo após o rompimento do partido com o governo.

“[Aloysio Nunes] está lá em caráter pessoal. O PSDB não tem nada a ver com esse governo”, afirmou Alckmin na sabatina.

Ele disse ainda que sempre foi contra a participação do partido na gestão Temer.

“No PSDB, eu fui contra entrar no governo. Totalmente contra. O que eu defendia na época: devemos aprovar as medidas de interesse do país. Não precisamos ter ministério para isso”, completou o candidato.

Em outros momentos da campanha eleitoral Alckmin já fez críticas ao governo Temer. O empenho do candidato em descolar a imagem de seu partido da atual gestão do Palácio do Planalto gerou reação por parte de Temer. O presidente gravou vídeos para ressaltar que o PSDB fez parte do governo.

Alckmin foi questionado sobre operações policiais nesta semana que tiveram como alvos políticos do PSDB.

No primeiro caso, na terça-feira [11/9], uma operação do Ministério Público do Paraná prendeu o ex-governador e candidato ao Senado Beto Richa. No mesmo dia, ele foi alvo de buscas da Lava-Jato. Na quarta [12/9], uma operação da Polícia Federal fez buscas e apreensões na casa do governador Reinaldo Azambuja, do Mato Grosso do Sul.

“O que todos queremos e a sociedade quer é que se investigue, se apure, se puna os cuplados e se absolva os inocentes. Isso vale para todo mundo. Cabe a eles se explicar. Vida pública é pública. As instituições devem funcionar”, afirmou Alckmin.

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