Desalento recorde: Com as pessoas parando de procurar emprego, desemprego cai para 12,3% e atinge 12,9 milhões

Via UOL em 30/8/2018

O desemprego no país foi de 12,3%, em média, no trimestre encerrado em julho, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice caiu em relação ao trimestre anterior (12,9%) e também na comparação com o mesmo período do ano passado (12,8%).

Segundo o IBGE, o número de desempregados no Brasil foi de 12,9 milhões de pessoas. Isso representa queda de 4,1% em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período de 2017, houve queda de 3,4%.

Os dados foram divulgados na quinta-feira [30/8] pelo IBGE e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua. A pesquisa não usa só os trimestres tradicionais, mas períodos móveis (como fevereiro, março e abril; março, abril e maio etc.).

Vagas com carteira e rendimento
O número de empregados com carteira de trabalho assinada (33 milhões) ficou estável em relação ao trimestre anterior e também na comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo o IBGE, o rendimento médio do trabalhador ficou em R$2.205 no trimestre de maio a julho, resultado considerado estável em ambas as comparações.

Informalidade
A pesquisa mostrou também que o número de empregados no setor privado sem carteira assinada (11,1 milhões) ficou estável em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, porém, houve elevação de 3,4%, ou mais 368 mil pessoas.

Na categoria dos trabalhadores por conta própria (23,1 milhões), a pesquisa registrou estabilidade em relação ao trimestre de fevereiro a abril de 2018. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, houve alta de 2,1% (mais 483 mil pessoas).

Desalento recorde
De acordo com o IBGE, o país registrou 4,818 milhões de pessoas em situação de desalento (que desistiram de procurar emprego) no trimestre encerrado em julho de 2018, o maior patamar desde o início da pesquisa, em 2012.

O resultado significa 98 mil desalentados a mais em apenas um trimestre. Em um ano, 728 mil pessoas a mais caíram no desalento.

A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho, ou não tinha experiência, ou era muito jovem ou idosa, ou não encontrou trabalho na localidade – e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga.

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