Procurador de Goiás defende queima de livros de Paulo Freire em praça pública

O procurador federal em Goiás, Wesley Miranda Alves, defendeu em seu perfil no Twitter a queima de livros do educador Paulo Freire em praça pública.

A declaração do procurador veio como resposta a um tweet do escritor Flávio Morgenstern, um dos expoentes da extrema-direita brasileira, no qual Morgenstern afirma que “educação só se resolve queimando livro de Paulo Freire em praça pública de noite, com tochas e cerimônia de malhar seu boneco”.

Via Revista Fórum em 21/8/2018

A declaração do procurador veio como resposta a um tweet do escritor Flávio Morgenstern, um dos expoentes da extrema-direita brasileira, no qual Morgenstern afirma que “Educação só se resolve queimando livro de Paulo Freire em praça pública de noite, com tochas e cerimônia de malhar seu boneco”.

Questionado, Morgenstern disse que o tweet era uma “ironia”. Já o procurador lamentou a retratação do escritor: “Ah não, era ironia? Já tava comprando fósforo e gasolina”. Confira abaixo o diálogo entre ambos no Twitter:

***

Uma resposta to “Procurador de Goiás defende queima de livros de Paulo Freire em praça pública”

  1. Dalva e Dutra Says:

    Caríssimas, vejam a manifestação de um sujeito, por dever de ofício, representante dos interesses da sociedade…

    Quando pensamos já ter visto tudo, eis que surge mais um ignóbil, a exemplo do idiota da matéria ora encaminhada a vocês, minhas preclaras Mestras e Doutoras.

    Tchau,

    Dalva de Almeida

    i
    ________________________________

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