Sem indicar origem de R$102 mil, ex-assessor de Bruno Covas tem inquérito arquivado

Bruno Covas e Mário Welber. Foto: Reprodução do site de Bruno Covas.

Via DCM em 2/8/2018

Reportagem de Luiz Vassallo no blog de Fausto Macedo no Estadão informa que, mesmo sem convencer a Justiça Federal sobre a origem dos R$102 mil apreendidos em mala no aeroporto de Congonhas, em 2014, Mário Welber, ex-assessor do prefeito Bruno Covas (PSDB) à época em que o tucano era deputado estadual, viu seu inquérito por lavagem de dinheiro ser arquivado.

De acordo com a publicação, Welber foi assessor de Covas entre 2009 e 2010. Em setembro de 2014, foi preso pela Polícia Federal no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, levando na pasta de mão R$102 mil em dinheiro vivo e um envelope com 16 cheques da Caixa Econômica Federal em branco, assinados “Eleição 2014 Bruno Covas Lopes”.

Em depoimento, Welber afirmou que “os valores lhe pertencem e que são fruto de seu trabalho, que portava tal quantia, pois visava realizar alguns negócios em São Paulo, dentre eles a compra de um veículo”. Consta nos autos que, “quanto aos cheques, afirmou que lhes foram entregues por Ricardo Torres, administrador e coordenador da campanha eleitoral de Bruno Covas, com o fito de serem levados a uma pessoa chamada Ulisses na cidade de São José do Rio Preto” – interior de São Paulo, complementa O Estado de S.Paulo.

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