Fernando Horta: O paradoxo dos fascistas brasileiros

Fernando Horta em 24/7/2018

– Defende “escolas militares” para toda a rede pública, MAS exige a demissão de professor por ser “antipático” com o filho.
– Chora pelos maus tratos a cachorrinhos, gatinhos e todo tipo de “inhos” na vida animal, MAS apoia candidato que pretende liberar a caça no Brasil.
– Usa as cores da bandeira, canta o hino aparvalhado, fala “pelo Brazil”, MAS defende candidato que avisa que vai vender a Amazônia e entregar ainda mais rápido o pré-sal.
– Se revolta com as “boquinhas” no Legislativo brasileiro, fica indignado com o uso de verbas públicas pelos parlamentares, MAS vota em candidato que há 24 anos é parlamentar, que coloca TODOS os filhos na “boquinha” e ainda usa as verbas públicas “para comer gente”, sem nunca ter devolvido nada.
– Acha que “bandido bom é bandido morto”, MAS fica chateado com a “violência” com que estão tratando o tal “Dr. Bumbum” ou o filho da desembargadora que só foi pego com drogas e armas no carro.
– Defende a posse de armas a todos os cidadãos como forma de “acabar com a violência”, MAS não aceita armas para o MST e movimentos sociais porque estes tem de ser tratados com violência.

Tudo para os fascistas é seletivo. É a “moral em movimento”. Os brancos, crentes e amigos deles podem tudo. Os pobres, negros e que discordam deles não podem nada.

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