A juíza Laurita e seus habeas corpus duvidosos

Diogo Costa em 11/7/2018

Era julho de 2017 e o Poder Judiciário estava em férias.

Laurita Vaz, como plantonista, e em decisão monocrática que até hoje não foi analisada pelo colegiado do STJ, concedeu habeas corpus e mandou o estuprador Roger Abdelmassih cumprir pena em regime domiciliar. Lá se vai mais de um ano.

Não entro no mérito da decisão, mas digo o seguinte: nenhum juiz, promotor ou delegado se insurgiu contra a decisão da juíza e o despacho foi prontamente cumprido. A “Justiça” age a passos de cágado ou de lebre velocista de acordo com a cara do freguês.

É uma justiça podre de tão classista.

É essa pilantra que nessa semana criticou a decisão do Desembargador Favreto; logo ela, que já tomou decisões de forma monocrática e em regime de plantão. Uma vigarista de toga.

***

Fernando Horta em 10/7/2018

Lula está preso sem provas em um judiciário que acha que é o caso de negar habeas corpus para quem rouba comida ou caderno para o filho estudar e, ao mesmo tempo, concede o habeas para médico estuprador milionário e faz votação sensacionalista para salvar senador gravado negociando propina e com mala de dinheiro.

Dito isso, se você entendeu, não preciso dizer mais nada e se não entendeu então você é parte do problema do país.

 

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