Fernando Horta: A parcialidade e a venalidade dos canalhas

Fernando Horta em 8/7/2018

Fiz um estudo mais aprofundado das linhas de decisão da Lava-Jato e descobri algumas coisas interessantes.

1) Houve apenas um recurso simples, ainda quando a Lava-Jato não era conhecida, para fazer subir ao tribunal e determinar qual era a turma que ia ser sorteada.

2) Após o sorteio, esta turma teve dois desembargadores retirados de turma de três. Um para a presidência da casa e outro para a corregedoria.

3) Após a abertura de vagas, foram nominadas para elas o amigo pessoal de Moro (Gebran) e um outro. O amigo de Moro, que foi colega de mestrado dele e que ocupou a mesma vara que Moro ocupou no Paraná, foi colocado como candidato à vaga por “merecimento” e não por ser o mais antigo.

4) Depois da entrada de Gebran e com o presidente do TRF4 estando ambos dentro deste conchavo, após e só após, a Lava-Jato começou a ganhar publicidade. Já estava tudo decidido e apenas estes juízes seriam os “donos” da causa.

Agora, Moro de férias, se desespera, Gebran de férias se desespera contra o habeas corpus e não duvido que o presidente do tribunal intervenha…

A Lava-Jato é toda montada, desde o início para que um grupo de quatro pessoas, todas ligadas entre si decidissem todas as questões… Com a decisão de Favreto, fica escancarada a parcialidade e a venalidade destes canalhas.

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