Cristovam Buarque agora defende Parente e sinaliza que poderia apoiar Bolsonaro

Cristovam apontando os dedinhos: Ele recebeu de caixa 2, mas diz que corruptos são os manifestantes.

Via DCM em 2/6/2018

O senador Cristovam Buarque, que foi do PT, do PDT e hoje está o PPS, saiu em defesa de Pedro Parente. Disse ele no Twitter:

Outro tuíte foi enigmático. Teria ele descido tanto e estaria disposto a apoiar Bolsonaro? Leia:

Já que ele não diz quem seria o desastre e quem seria a catástrofe, a interpretação é livre. Pelo caminho que tomou, fica difícil imaginá-lo votando outra vez num candidato de esquerda. Sobre Bolsonaro.

***

FHC E CRISTOVAM LANÇAM MANIFESTO PELA UNIÃO DOS GOLPISTAS
Via Brasil 247 em 4/6/2018

Três tucanos de alta plumagem – o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o secretário-geral do PSDB, deputado Marcus Pestana (MG), e o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes – lançam na terça-feira, dia 5/6, em conjunto com o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), um manifesto pela união do chamado centro político na eleição presidencial deste ano.

O documento, que segundo Pestana será apresentado a pré-candidatos ao Planalto como Geraldo Alckmin (PSDB) – que recentemente elogiou a iniciativa – e Marina Silva (Rede), aponta o risco de, em caso de fragmentação do chamado centro político, este grupo ficar sem representantes no 2º turno da disputa, deixando a Presidência para os extremos do espectro político.

“Tudo que o Brasil não precisa, para a construção de seu futuro, é de mais intolerância, radicalismo e instabilidade. Para nos libertarmos dos fantasmas do passado, superarmos definitivamente a presente crise e descortinarmos novos horizontes é central a construção de um novo ambiente político que privilegie o diálogo, a serenidade, a experiência, a competência, o respeito à diversidade e o compromisso com o país”, afirma o documento.

“É neste sentido que as lideranças políticas que assinam este manifesto conclamam todas as forças democráticas e reformistas a se unirem em torno de um projeto nacional, que a um só tempo, dê conta de inaugurar um novo ciclo de desenvolvimento social e econômico, a partir dos avanços já alcançados nos últimos anos, e afaste um horizonte nebuloso de confrontação entre populismos radicais, autoritários e anacrônicos.”

Além de Alckmin e Marina, Pestana disse que o documento será levado aos pré-candidatos Flávio Rocha (PRB), João Amoedo (Novo), Rodrigo Maia (DEM), Henrique Meireles (MDB), Álvaro Dias (Podemos) e Paulo Rabelo de Castro (PSC).

Pestana disse que já existem tratativas para agendar conversas com esses pré-candidatos e que ainda não é possível saber da receptividade deles a esta proposta.

“Só depois das conversas vai ser possível dimensionar”, disse o secretário-geral do PSDB à Reuters.

O deputado Mendonça Filho (DEM/PE), que aderiu ao documento ao lado do deputado José Carlos Aleluia (DEM/BA), disse à Reuters que ainda é prematura a discussão sobre um nome a reunir todo o campo político.

Pesquisas de intenção de voto indicam a liderança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso desde o início de abril em Curitiba para cumprir pena por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Lava-Jato. Nos cenários sem Lula, quem lidera é Jair Bolsonaro (PSL), com Marina e Ciro Gomes (PDT) herdando parte dos votos que seriam de Lula.

Com exceção de Alckmin e Marina, entre os demais pré-candidatos aos quais o manifesto será apresentado somente Álvaro Dias chega a 5% de intenções de voto. Os demais não passam de 1% da preferência do eleitorado, segundo o Datafolha.

Provável maior beneficiário de uma união do chamado centro político, Alckmin elogiou recentemente a iniciativa de Pestana de elaborar um manifesto em defesa da união deste campo. Na última pesquisa Datafolha, em meados de abril, o tucano chega a 8%.

Embora melhor posicionada que Alckmin nas pesquisas, Marina – ela aparece com até 16% – deverá ter pouca estrutura de campanha devido ao tamanho de seu partido.

O documento defende, alguns pontos essenciais ao que chama de uma “contribuição inicial ao debate e ao esforço coletivo que poderá ser desencadeado”.

Entre esses pontos está a “defesa intransigente da liberdade e da democracia como caminho para a construção do futuro do país”, a “busca incansável do equilíbrio fiscal” e a necessidade de “reformar nosso sistema previdenciário injusto e insustentável”.

“É com este espírito, com o coração carregado de patriotismo, a noção clara da urgência e o sentimento que o Brasil é muito maior que a presente crise, que os signatários deste manifesto têm a ousadia de propor a união política de todos os segmentos democráticos e reformistas”, afirma o manifesto.

“Se tivermos êxito, estaremos dando uma inestimável contribuição para afastarmos do palco alternativas de poder que prenunciam um horizonte sombrio, e reafirmarmos nosso compromisso com a liberdade, a justiça e um Brasil melhor”, finaliza.

Uma resposta to “Cristovam Buarque agora defende Parente e sinaliza que poderia apoiar Bolsonaro”

  1. COPACABANA EM FOCO Says:

    O golpista Cristovan Buarque que era de esquerda está com uma esquizofrenia compulsiva. Brizola deve está se remoendo em sua sepultura. Nem descansar em paz, o Brizola tem direiro.

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