Roubo do cofre de Paulo Preto, incêndio no Metrô: As “coincidências” dos crimes do PSDB

Via DCM em 12/5/2018

Em 15 de novembro de 2016, um assalto aconteceu na casa do cunhado de Geraldo Alckmin (PSDB), Adhemar Ribeiro.

Adhemar, de 75 anos, estava sozinho. Ele é casado com Maria Paula Abreu César Ribeiro, irmã da primeira dama do estado, Lu Alckmin.

Numa uma delação premiada, um executivo da Odebrecht narrou que parte dos repasses era feita a ele. Os valores eram entregues nas mãos de Adhemar, no escritório que ele mantinha na Avenida Brigadeiro Faria Lima.

Deu no G1:
Segundo delator Carlos Paschoal, o cunhado de Alckmin era “cuidadoso” e não gostava de tratar dos pagamentos por telefone. As conversas tinham que acontecer pessoalmente. “Nessa época residia numa rua que termina em frente ao escritório dele. Quer dizer, da minha casa até o escritório dele, a pé, eram cinco minutos. Se não tivesse sol forte, dava para ir a pé. Então, não me incomodava”, contou.

Uma série de investigações de corrupção no Metrô de São Paulo, estado governado pelo PSDB há 24 anos, foram comprometidas com um incêndio de documentos.

Deu no Estadão:
As 15 mil caixas de documentos que o Metrô de São Paulo perdeu em junho foram queimadas durante um incêndio criminoso. Na ação, um grupo de nove pessoas armadas invadiu a empresa que armazenava os papéis e roubou computadores. Antes de deixarem a empresa, os ladrões atearam fogo ao depósito.
A perda dos documentos foi noticiada pelo Estado na edição de sábado. Os papéis – contratos assinados entre 1977 e 2011, relatórios sobre falhas técnicas e documentos contábeis – constavam de um edital publicado na sexta-feira pelo Metrô no Diário Oficial Empresarial.

O operador do PSDB, Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da Dersa, mais conhecido como Paulo Preto, teve sua residência invadida por assaltantes no final de abril. Segundo o boletim de ocorrência, os ladrões teriam descoberto a existência de dois cofres no local – sendo que um deles foi levado pelos ladrões. Paulo Preto foi solto na sexta-feira, 11 de maio, por Gilmar Mendes.

Deu no R7:
O funcionário de Vieira de Souza descreveu um dos invasores – olhos castanhos escuros, 100 kg, porte médio, altura um metro de 86 centímetros, e vestia calça e blusa de moletom e tênis Nike. O outro, “branco, um metro e 70 centímetros”.
O caseiro diz ter sido dominado ao tentar guardar sua moto, no quintal da casa. “Os indivíduos usavam touca de motoqueiro e ambos tinham armas de fogo”. Ele diz ter sido ameaçado para desligar os alarmes da casa. […]
“Colocaram o cofre na mochila e saíram, levaram R$6.000, quatro relógios de pulso”.

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Uma resposta to “Roubo do cofre de Paulo Preto, incêndio no Metrô: As “coincidências” dos crimes do PSDB”

  1. Claudio Lula Corrêa Says:

    Chicago anos 20 tinha Al Capone. S. Paulo século XXI tem Al Ckmin. A Máfia tucana deixaria o velho Al com inveja.

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