Ex-funcionária da Dersa acusa Paulo Preto, ligado ao tucanos, de ameaçá-la de morte

Via Folha on-line em 13/4/2018

A justiça decidiu manter Paulo Preto, apontado como operador de recursos do PSDB, e de José Geraldo Casas Vilela, ex-gerente da estatal paulista, porque os dois estariam por trás de ameaças que uma ex-funcionária da empresa diz ter sofrido.

Ela moça também é ré no processo em que os três são acusados de formação de quadrilha, peculato (apropriação ou subtração de bem) e inserção de dados falsos em sistema público de informação.

A moça, cuja identidade é preservada pela Justiça, tem colaborado com a investigação feita pela força-tarefa da Operação Lava-Jato em São Paulo.

A ré atribui a Paulo e a Geraldo três ameaças sofridas entre 2015 e 2016, inclusive uma ameaça velada de morte. Em um dos episódios, ela disse que foi agredida.

A juíza federal Maria Isabel do Prado entendeu que a liberdade dos dois acusados representaria “imediato risco à colheita das provas testemunhais”. Ambos negam envolvimento com as ameaças.

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