Blogueiro diz que perguntou ao presidenciável Ciro Gomes sobre “sequestro” de Lula e tomou dois tapas, mas candidato nega

Via Viomundo em 9/4/2018

O pré-candidato do PDT ao Planalto, Ciro Gomes, é acusado pelo blogueiro Arthur, do Mamãe Falei, de agressão.

Foi em Porto Alegre, onde Ciro participou do Fórum da Liberdade.

A jornalista Débora Cademartori disse no twitter que o blogueiro acusa Ciro de dar dois tapas nele depois que perguntou se o “sequestro de Lula estava indo bem”.

Em junho de 2016, o ex-ministro disse que se Lula tivesse a prisão decretada, uma saída seria “a gente formar um grupo de juristas, a gente pode pegar o Lula e entregar numa embaixada”.

A assessoria de Ciro negou a agressão ao blogueiro, que é ligado ao MBL.

“Deputado Gilmar Sossella e assessores que acompanhavam Ciro Gomes informaram que o candidato do PDT não agrediu Arthur”, escreveu a jornalista.

“Fotógrafo que acompanha Ciro disse que tem imagens que provam a negativa”, acrescentou.

O blogueiro disse que os tapas foram na nuca, que publicaria um vídeo nas redes sociais e que um deputado ligado ao pedetista atirou refrigerante nele.

É estratégia da direita desqualificar Ciro alegando “desequilíbrio emocional”.

Horas antes, Ciro havia anunciado que pretende visitar o ex-presidente Lula na sede da Polícia Federal, em Curitiba.

A ausência do pedetista no ato público de São Bernardo do Campo, antes da prisão do ex-presidente, foi alvo de muitas críticas.

Ciro estava nos Estados Unidos, onde participou de um seminário ao lado do governador do Maranhão, Flávio Dino.

Lula instruiu o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, a conversar com outros partidos sobre o cenário eleitoral enquanto ele estiver preso.

Se PT, PDT, PCdoB e Psol mantiverem suas candidaturas, diminuem as chances de um candidato progressista chegar ao segundo turno.

Aliados de Ciro tem criticado a falta de um plano “B” do PT.

Hoje, o pedetista criticou a Operação Lava-Jato: “Nenhum dos altíssimos dignitários do PSDB com somas volumosas de dinheiro demonstradas na Suíça passou por nenhum tipo de constrangimento”.

Acrescentou: “Se não é deliberado, é preciso que a justiça entenda que a maioria da sociedade brasileira está muito desconfiada deste desequilíbrio”.

Ciro também afirmou, sem citar o voto da ministra Rosa Weber, que é “exótico que um voto seja dado contra as próprias convicções do magistrado em nome das decisões pretéritas do colegiado”.

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