Mulher que hostilizou Judith Butler já ofendeu Haddad e Suplicy

Rosângela Moro e Celene de Carvalho, a agressora fascista.

Celene Carvalho hostilizou os petistas em 2015 em São Paulo.

Via CartaCapital em 10/11/2017

Identificada como Celene de Carvalho, a agressora da filósofa e escritora Judith Butler não é novata no assunto. Em 2015, a profissional do ramo de hotelaria integrou um grupo de manifestantes que, em outubro daquele ano, se exaltou durante a saída do então prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), da Livraria Cultura, onde participara de uma sabatina realizada pela rádio CBN. Na mesma ocasião, o hoje vereador de São Paulo e então secretário de Haddad, Eduardo Suplicy (PT), foi agredido verbalmente por ela.

Até aquele momento, Celene era filiada ao PSOL e, na ocasião, o deputado Jean Wyllys (PSOL/RJ) publicou em seu perfil no Facebook um texto intitulado “Como responder a uma fascista [ou um pedido de desculpas a Eduardo Suplicy e a Fernando Haddad]”. Nele, o deputado afirmava que Celene Carvalho estava em processo de expulsão do partido.

O grupo de Celene hostilizou Suplicy com gritos de “Suplicy vergonha nacional”. Em uma discussão, ela grita: “Aqui não é PT, não. Aqui, vocês estão na terra de quem trabalha. Aqui é trabalho, aqui é terra dos coxinhas! Não somos sustentados, não!”

Hoje, em entrevista ao portal Estadão, Celene justificou a agressão à Butler afirmando que a escritora seria “a personificação da ideologia de gênero, uma falsa acadêmica que defende uma falsa ideologia”. Celene também é apontada por fazer parte do grupo que incendiou um boneco com o rosto de Butler na última terça-feira 7 em frente ao Sesc Pompeia, na capital paulista, onde a escritora participou de um evento.

Celene Carvalho disputou o cargo de prefeita de São Lourenço (MG) pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), nas eleições de 2012. Ela obteve 1,15% dos votos (370 votos) e não foi eleita; a cidade tem população aproximada de 41.650 habitantes.

Ainda em 2015, Jean Wyllys declarou acreditar que Celene teria se infiltrado no PSOL devido às disputas internas. “Tendo em mente apenas a informação de que o partido nascera de uma dissidência do PT, a fascista deve ter achado que o PSOL seria terreno fértil para seu antipetismo doentio e certamente contou com o apoio de algum dirigente que pretendia usá-la nas disputas internas”.

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