Tira a Dilma que resolve: Metade dos brasileiros sucumbiu na informalidade

INFORMALIDADE CRESCE E SE REVELA UMA “HERANÇA MALDITA” DA CRISE
Via Valor Econômico em 2/10/2017

O aumento da informalidade no mercado de trabalho será um dos legados da mais longa crise econômica registrada no Brasil. Apesar da contínua queda na taxa de desemprego, desde o pico de 13,7% e 14,2 milhões de desempregados de março, a informalidade mantém trajetória de crescimento, o que aponta para uma piora qualitativa do mercado de trabalho, como resultado da prolongada recessão.

A taxa de informalidade da mão de obra chegou a 46,4% no segundo trimestre, valor mais alto já registrado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, cuja série histórica começa em 2012. Desde o segundo trimestre de 2014 – considerado o início da recessão pelo Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (Codace) – o avanço foi de 2,6%.

A crise reverteu a tendência anterior de queda da informalidade. Do primeiro trimestre de 2012 ao segundo trimestre de 2014, a taxa de informalidade havia recuado de 45,7% a 43,9%, queda de 1,8%. O levantamento foi elaborado por Bernardo Coelho, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), a partir dos microdados da Pnad Contínua.

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