Mauro Santayana: Perda da liderança na América do Sul faz Brasil ficar a reboque da Argentina e dos EUA

Mauro Santayana em 19/8/2017

Potências espaciais e atômicas, Rússia e China deram início a exercícios militares conjuntos ao largo de Vladivostok, no Pacífico Norte.

Enquanto isso, o Brasil, também membro do Brics, mas reduzido a uma insignificância diplomática, depois da inviabilização do BNDES como instrumento de política externa na América Latina e da destruição da credibilidade da engenharia brasileira no exterior, por um Ministério Público alheio a qualquer consideração estratégica, aliado a um STF que aprova acordos de delação premiada sem apresentação prévia de provas, se prepara para integrar manobras, no final do ano, na Argentina, com a participação dos EUA, país de quem nos transformamos cada vez mais em vassalos, como demonstram as atitudes adotadas pelo Brasil com relação à Venezuela, por exemplo.

Isso apesar de continuarmos a ser tratados, pelo Tio Sam, como nação de terceira categoria, como mostra o recente episódio de tentativa de revista de um ministro brasileiro, em aeroporto brasileiro – pasmem, senhores – antes de embarcar para missão oficial nos Estados Unidos, em voo da American Airlines, em obediência a recomendações de autoridades norte-americanas – em ação amplamente elogiada pela legião de vira-latas – infestados de pulgas ideológicas – que inunda o espaço de comentários das redes sociais.

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