A condução coercitiva de Lula pelo povo

Fernando Brito, via Tijolaço em 22/8/2017

Não é meu, mas o lugar se chama Campo do Brito e fica entre Lagarto e Itabaiana, em Sergipe.

Lá, uma multidão fez parar o ônibus que conduzia Lula para o comício noturno na segunda cidade e o obrigou a descer, para abraçá-lo.

Uma condução coercitiva do tipo que Lula merece.

E que explica e prova o que se escreveu aqui, com palavras roubadas do professor Wanderley Guilherme dos Santos: “a direita e a esquerda de nariz torcido evitam reconhecer que a indestrutibilidade de Lula não é propaganda partidária, mas fenômeno sociológico”.

Acompanhei cenas assim, no interior do Rio de Janeiro e no do Rio Grande do Sul, com Leonel Brizola. Seus braços ficavam roxos de tantos puxões e agarrões recebidos do povo.

É o “corpo de delito” da sua significação pública.

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