A bandidagem de Geddel, o Carainho

Fernando Brito, via Tijolaço em 21/6/2017

A Folha, em reportagem exclusiva, mostra os registros das diversas ligações de Geddel Vieira Lima, ex-ministro e ainda assecla de Michel Temer, para o telefone da mulher do doleiro Lúcio Funaro, Raquel, por meio do aplicativo Whatsapp.

O objetivo seria o de “sondar” a possibilidade de ele, Funaro, fechar acordo de delação premiada.

O meigo “ Carainho” – nome dado na agenda do telefone da sra. Funaro ao número telefônico de Geddel – ligou nada menos de 12 vezes após a delação da JBS, que fornecia uma polpuda “Bolsa Guenta Aí” para o marido ficar de boca fechada.

Geddel também mandava mensagens para o advogado Francisco de Assis e Silva, da JBS e também delator, perguntando sobre o “passarinho” que estava atrás das grades. Assis e Silva contou que Geddel o informou Temer havia escalado o ministro Eliseu Padilha “para cuidar do processo de Lucio Funaro no Supremo Tribunal Federal”.

O desenho da quadrilha Temer está ficando cada vez mais completo e asqueroso.

É bandidagem de quinta categoria.

Uma resposta to “A bandidagem de Geddel, o Carainho”

  1. Geraldo Franco Says:

    E vs sabem o que significa ‘carainho’? Se toalha vira toaia na voz do povo, caralho vira o quê no diminutivo?

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