Para a GloboNews, o crime compensa

Moro vai receber troféu também?

Paulo Henrique Amorim, via Conversa Afiada em 22/6/2017

Um das suaves apresentadoras da GloboNews confirmou que o crime, na Globo, compensa!

Um obscuro festival de televisão em Monte Carlo, sede de cassino e de lavagem de dinheiro, premiou a GloboNews pelo “furo” de reportagem: a divulgação da criminosa gravação de uma conversa da Presidenta Dilma com o ex-presidente Lula, em março de 2013.

É um crime fartamente documentado.

Moro gravou a conversa, criminosamente, DEPOIS que se expirou o prazo que a Justiça lhe concedeu para grampear o Lula.

Em tempo record, com a ajuda de tecnologia da CIA, provavelmente, ele localizou, no Guardião da Polícia Federal, o grampo de uma Presidenta no exercício da Presidência.

E, em tempo record, entregou cópias da gravação à Globo e, primeiro, à GloboNews.

O advogado Cristiano Zanin, em entrevista à TV Afiada, demonstrou que seria impossível, em condições normais de temperatura e pressão, localizar o grampo tão rápido e tão rápido doar à Globo!

Só com a ajuda de tecnologia americana, tipo CIA ou NSA, aquela agência que o “chanceler” Careca não sabia o que era.

É crime na entrada, na saída e no meio.

Tão criminoso que o ministro Teori recriminou o “juiz” Moro, esse que não pode julgar porque (aqui é junto, viu, Merval?) é parcial.

Mas, como se sabe, a Lava-Jato e seus lavajateiros abriram o buraco em que se afunda a República Federativa da Cloaca.

Sob o patrocínio da GloboNews!

***

Por Palmério Dória em 21/6/2017
O artista gráfico Paulo Orlando Lafer de Jesus, o Polé, estava para o telejornalismo global como Hans Donner para a produção. Escorado em inestimável know-how na publicidade e no jornalismo impresso, mudou a cara dos telejornais da emissora no começo dos anos 80, inclusive a do Jornal Nacional.

Brilhou ltanto que levou a fórmula para a Tele Monte Carlo, que Roberto Irineu pretendia implantar nos domínios de Silvio Berlusconi.

Ancorado em Mônaco, o filho de Roberto Marinho pretendia invadir os lares italianos e, na sequência, os de toda a Europa

Berlusconi cortou-lhe o barato com mensagens do mais puro afeto.

Aparentemente, Roberto Irineu jamais ouvira falar da Máfia.

Tomara que Polé (que pegada transcendental o moço tem!) nos conte um dia essa história.

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