O lucrativo ativismo digital de direita

O negócio lucrativo e a estética da intimidação política.

Antonio Lassance em 14/6/2017

Leia o artigo de Danniel Gobbi e Luiz Henrique Vilaça, que mostra o MBL (Movimento Brasil Livre) como uma das franquias de um empreendimento pró-capitalista financiado por grupos estrangeiros, como os irmãos Koch. O artigo investiga as formas diferenciadas de comunicação dos grupos de direita associados ao MBL, com suas nuances orientadas a atingir públicos e objetivos diferentes.

Fundações, think tanks e institutos brasileiros e estrangeiros apoiam a rede da qual o MBL faz parte. Entre eles, o Instituto Liberal, o Instituto Millenium, a Atlas Network, o Instituto Von Mises, o Instituto de Estudos Empresariais, o Instituto Catho, a Friedrich Naumann Stiftung e o Instituto Ordem Livre.

A organização matricial da qual o MBL é uma cria, o Estudantes Pela Liberdade (EPL), é uma filial da Students For Liberty, organização fomentada e idealizada por meio do Institute of Humane Studies e a Atlas Network, entre outras instituições ligadas a grandes empresas e bilionários como os irmãos Koch.

O MBL aos poucos ajustou sua abordagem política, seu estilo discursivo e sua linguagem para conseguir se massificar, de uma forma mais orientada às camadas mais populares.

Conheça mais sobre os irmãos Koch, que herdaram uma fortuna do pai, que enriqueceu fazendo negócios na União Soviética desde os tempos do ditador Joseph Stalin.

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