Dono do avião era sócio de André Esteves, do BTG Pactual, investigado na Lava-Jato e solto por Teori

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Via Jornal do Brasil em 21/1/2017

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), morto na quinta-feira, dia 19/1, viajava a bordo do avião do empresário Carlos Alberto Fernandes Filgueiras, que também morreu na queda da aeronave e era sócio do BTG Pactual, banco cujo ex-presidente André Esteves [padrinho de Aécio Neves] está entre os investigados da Lava-Jato. Em dezembro de 2015, Teori revogou a prisão de Esteves, enviando-o à prisão domiciliar. Em abril de 2016, o ministro revogou a domiciliar.

Segundo informações do jornalista Alceu Castilho, do blog Outras Palavras, a Forte Mar Empreendimentos e Participações, uma das empresas do empresário morto na queda do avião, tem 90% de seu capital social em nome do Development Fund Warehouse, um fundo de investimentos do BTG Pactual.

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EMPRESÁRIO QUE MORREU COM TEORI ERA SÓCIO DO BTG PACTUAL, INVESTIGADO NA LAVA-JATO
Via Brasil 247 em 20/1/2017

O empresário Carlos Alberto Fernandes Filgueiras, dono do Hotel Emiliano e que morreu junto com o ministro Teori Zavascki no acidente de avião no litoral de Paraty, era sócio do Banco BTG Pactual, cujo ex-presidente André Esteves figura entre os investigados da operação Lava-Jato.

Segundo o jornalista Alceu Castilho, do blog Outras Palavras, a Forte Mar Empreendimentos e Participações, uma das empresas de Filgueiras, tem 90% de seu capital social em nome do Development Fund Warehouse, um fundo de investimentos do BTG Pactual.

“Filgueiras era o diretor da Forte Mar Empreendimentos. Uma das pessoas físicas que aparecem como sócios da empresa é Carlos Daniel Rizzo da Fonseca, ex-presidente do Conselho de Administração do BTG Pactual, sócio de 23 empresas (entre elas o próprio BTG) e atual presidente do Conselho de Administração – ele foi eleito em abril – da Brasil Pharma, o braço farmacêutico do BTG”, diz o jornalista.

O ministro Teori Zavascki julgou no STF casos relativos ao BTG. Em dezembro de 2015, revogou a prisão preventiva de Esteves, enviando-o ao recolhimento domiciliar. Em abril de 2016, suspendeu as medidas cautelares impostas contra o banqueiro. Esteves é acusado de pagamento de propina à família de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, para tentar obstruir a Lava-Jato.

Outros acusados no mesmo caso, como o senador Delcídio do Amaral (sem partido/MS), ainda estão presos. Zavascki também tirou da Lava-Jato um inquérito que apurava ligação do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) com o BTG.

Leia a íntegra da reportagem no blog Outras Palavras.

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