Soninha sugere “campings” como solução para moradores de rua

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“As pessoas passam férias num camping em Ilha Grande. Acho isso tão viável em São Paulo”, disse a secretária de Assistência Social da Prefeitura de João Dória (PSDB).

Via Revista Fórum em 11/1/2017

A nova secretária de Assistência Social da Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, passou a última semana propondo uma série de medidas para resolver a questão da população em situação de rua da cidade. Uma de suas sugestões é, no mínimo, curiosa.

Em entrevista ao portal Valor divulgada na segunda-feira, dia 10/1, Soninha dá como sugestão a criação de campings, e usa como exemplo uma realidade que definitivamente não corresponde em nada com a da maior metrópole do país. A secretária citou como exemplo os campings que veranistas passam férias em Ilha Grande, uma ilha localizada no município de Angra dos Reis (RJ).

“A maioria quer privacidade. Não é à toa que tem a barraca. As pessoas passam férias num camping em Ilha Grande. Acho isso tão viável em São Paulo”, disse a secretária de Assistência Social da Prefeitura de João Dória (PSDB).

O novo prefeito, inclusive, já vem causando temor entre os moradores de rua depois de sua primeira ação: uma varrição na praça 14 Bis que durou dez segundos e que, para ser realizada, expulsou dezenas de moradores de rua do local, que foram realocados em uma quadra de esportes envelopada com uma tela verde para impedir a visão de motoristas e pedestres.

Depois do episódio surgiram vários relatos de que agentes da Prefeitura teriam tomado pertences dos moradores, apesar de um decreto de 2016 do ex-prefeito Fernando Haddad proibir a prática. Soninha, por sua vez, afirmou que a ordem não partiu do prefeito. Ninguém sabe até o momento, no entanto, quem autorizou o “rapa”.

Além do “camping de férias”, Soninha já apresentou como possível solução para os moradores de rua uma mudança nos horários dos albergues e a introdução de cursos profissionalizantes para essa população.

Uma resposta to “Soninha sugere “campings” como solução para moradores de rua”

  1. Geraldo Lobo Says:

    A pobreza intelectual da tati-bitati paulista volta a aparecer, com ela dando os seus palpites inoportunos e acídicos. Pensa que vive à época da gringolândia e de seus Street Dwellers. Mal sabe que ainda existam deles lá em grande quantidade e que morem debaixo das pontes, na beira dos rios e em toda a parte que possam! Mas espera que o seu bonequinho de estimação, o seu querido e amado dildo humano vá distribuir pup-tents pra plebe rude e ignara: vai, sim, mandar algumas toneladas de jornais comprados com a grana do povo para o aconchego de seus second-class citizens. Pena que não sejam tão gordinhos como eram no passado cheios de anúncios e de folders . . .

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