Ficha corrida de Jovair Arantes, o amigo de Eduardo Cunha e relator do impeachment

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Almas gêmeas.

CONHEÇA O DEPUTADO JOVAIR ARANTES, RELATOR DO IMPEACHMENT
Desconhecido até agora pela maioria dos brasileiros, o deputado federal pelo PTB de Goiás, Jovair Arantes, assumiu no mês passado a relatoria da Comissão de Impeachment na Câmara dos Deputados após firmar acordo com a oposição e principalmente com seu aliado, deputado Eduardo Cunha, que seria autor de uma das mais importantes etapas da missão: “Tirar Dilma do governo”.

Eliz Brandão, via Vermelho em 7/4/2016

Inaugurada na noite de 26 de outubro de 2014, após a reeleição em 2º turno da presidenta Dilma Rousseff, com mais de 51% dos votos válidos, os derrotados nas urnas, com destacada colaboração da grande mídia brasileira, de parte do Judiciário e da elite conservadora, deram início a uma missão “vale-tudo para tirar Dilma do governo”, com grandes prejuízos ao país e aos brasileiros, mas fundamental para retomar o poder. Para tanto, o plano deveria desqualificar a imagem do ex-presidente Lula, grande liderança do povo e possível candidato em 2018 e da presidenta Dilma Rousseff, com vistas ao impedimento do seu governo.

A primeira etapa da missão era tentar envolver pessoas próximas ao ex-presidente Lula e de Dilma nos esquemas corrupção desbaratada pela Polícia Federal, após prisão e delação de envolvidos em esquema de propina na maior empresa de petróleo do país, a Petrobras.

Apesar do processo de impeachment na Câmara não ter nenhuma relação com a Operação Lava Jato, digamos que a missão manipular parte da opinião pública foi concluído com sucesso.

Qual sua história política?
De lá pra cá muitos conhecem os espetáculos que a mídia proporcionou, entretanto, na quarta-feira, dia 6/4, quando todos os olhos se voltavam para o relator da Comissão do Impeachment, o deputado Jovair Arantes, uma coisa deve ter chamado a atenção de muita gente. Quem é o deputado que nunca vimos no noticiário nacional? Qual sua história política? Outro fato estranho: por que a mídia não apresentou o relator do pedido de impeachment da presidenta eleita por mais de 54 milhões de brasileiros ao grande público?

Pois bem, Jovair de Oliveira Arantes, nasceu em 1951, em Buriti Alegre, cidade com pouco menos de 10 mil habitantes, interior de Goiás, 192 quilômetros da capital. Formou-se em Odontologia, mas sua carreira política já dura 33 anos, quando se filiou ao PMDB em 1983 e foi eleito vereador da capital goiana. Em 1989, Jovair Arantes foi um dos fundadores do PSDB em Goiás. Em 1990 foi eleito deputado estadual, mas renunciou ao cargo para candidatar-se a deputado federal. Depois foi vice-prefeito de Goiânia, pelo PSDB, de 1993 a 1995. E foi candidato à Prefeitura de Goiânia em outras ocasiões. Em 1995 foi eleito deputado federal e está agora no sexto mandato consecutivo. Em 2003, o deputado se desfiliou do PSDB para ser líder do PTB em Goiás.

Esquema no INSS
Em 2011, Jovair Arantes foi acusado pelo Ministério Público Federal de Goiás pela participação ativa em esquema de trocas de favores envolvendo desde a indicação de cargos dentro do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) à concessão de benefícios, como de aposentadoria.

Interceptações telefônicas revelaram o envolvimento do deputado com o “amigo”, ex-gerente do INSS em Goiás, José Aparecido da Silva (preso em 2010 após ação da Polícia Federal conhecida como Operação Guia). Um detalhe: Em 2014 o caso foi arquivado pelo ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Carlinhos Cachoeira
A ficha do deputado goiano não para por aí, ele ainda é conhecido por outros ilícitos, comprovados e admitidos publicamente pelo próprio. Em um vasto lote de grampos realizados pela Polícia Federal em fevereiro de 2012, com mais de 200 horas de gravação, o deputado Jovair Arantes aparece em várias delas falando de encontros dele com o chefe do jogo do bicho em Goiás.

A Operação Monte Carlo ocorreu com a prisão de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e dezenas de policiais civis e militares, acusados de envolvimento na exploração ilegal de máquinas caça-níqueis em Goiás e na periferia de Brasília. Foram presos também dois delegados da Polícia Federal e o ex-sargento da Aeronáutica Idalberto Matias de Araújo, o Dadá. De acordo com a reportagem da revista Época, a investigação da PF apresentou que Cachoeira mantinha forte influência na política goiana. As gravações telefônicas, captadas com ordem judicial, mostram que Cachoeira conversava com frequência e intimidade com deputados federais, principalmente com Jovair Arantes e com o ex-senador goiano Demóstenes Torres (então, do DEM), que renunciou ao Senado Federal após o escândalo.

Jovair e mais três deputados apareceram nas gravações feitas pela Polícia Federal em conversas com Cachoeira. A conversa foi peça de análise de uma CPI criada na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) no mesmo ano, que investigava o envolvimento de parlamentares com Carlinhos Cachoeira. Entretanto, com maioria dos deputados da base aliada ao governo Marconi, a CPI, comandada pelo deputado Hélio de Sousa (DEM), encaminhou as investigações para possíveis contratos firmados entre agentes públicos e prefeitos do PT e PMDB, oposição ao governo estadual, de Marconi Perillo do PSDB. Sem mais propósito, a CPI terminou em dezembro de 2012, após oito meses de investigação, sem propor o indiciamento de nenhum dos investigados pela comissão parlamentar.

Satisfeito, o deputado Jovair Arantes disse naquele momento considerar “natural” um parlamentar atender aos pedidos de Cachoeira em órgãos públicos ou no Congresso.

Atuação na Câmara
Líder da “bancada da bola” na Câmara dos Deputados, Jovair é presidente do Conselho do Atlético Goianiense e atua como um feroz entrave a todas as iniciativas que investigue envolvimento de entidades e empresas de futebol com ilícitos. Como é conhecido por todos, ele é amigo do ex-presidente da CBF, José Maria Marin, atualmente preso nos Estados Unidos por envolvimento em caso de corrupção e também amigo do presidente licenciado da CBF, Marco Polo del Nero, que é investigado por corrupção nos EUA e no Brasil.

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Deputado Jovair Arantes (PTB/GO), líder da bancada da bola na Câmara.

Defensor dos cartolas e da CBF, o deputado foi alvo de várias críticas pela atuação em de 2014 quando apresentou uma emenda que favorecia aos clubes de futebol que possuem dívidas milionárias com o governo federal.

Em uma manobra apelidada de “Jaboti”, o deputado, com seus aliados, embutiu uma proposta na Medida Provisória 656 que tratava da isenção de impostos na importação de equipamentos utilizados para geração de energia eólica, o texto sugerido pelo deputado alongava as dívidas com o governo federal por mais 20 anos, com juros reduzidos, próximos à taxa de juros de longo prazo (5% ao ano), redução nas multas e nenhuma regra de responsabilidade. Sensata, e com um engajamento forte do Bom Senso FC, a presidenta Dilma Rousseff vetou a proposta de lei do deputado Jovair Arantes em 7 de outubro de 2014.

CPI do Futebol
O deputado foi ainda árduo defensor de que não houvesse a abertura da CPI do Futebol na Câmara, em julho do ano passado, que investiga supostas irregularidades cometidas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em contratos comerciais. E justificou à época o motivo: “Eu, particularmente, não gosto de CPI. Porque sempre é complicado para você ver as coisas que são ditas ali se realizando efetivamente. Por isso que eu acho que não deveria haver”.

R$4 milhões para apoiar nome
Em janeiro de 2012, o “nobre” deputado sofreu mais uma acusação: O ex-presidente da Agência Goiana de Meio Ambiente (com status de secretaria estadual de governo), Osmar Pires Martins Júnior, fez uma denúncia ao Ministério Público de que o deputado Jovair Arantes cobrou R$4 milhões para apoiar sua recondução ao cargo.

A denúncia foi publicada na revista Veja: “Num documento de 24 páginas assinado e entregue formalmente ao Ministério Público em dezembro passado [2011], ele [Osmar Pires] diz que, quando estava de saída da agência ambiental, ouviu uma proposta nada ortodoxa: Jovair, a quem caberia indicar o novo presidente do órgão, pediu R$4 milhões para apoiar sua recondução. ‘O deputado queria R$4 milhões para que o infraescrito fosse indicado para continuar na titularidade do órgão público’, escreveu.”

Milhões
Segundo o atlas político, o deputado Jovair Arantes tem um patrimônio declarado de R$2,75 milhões, pouco menos do que foi gasto em sua campanha à reeleição em 2014 (R$2,3 milhões). A maior doação que o deputado recebeu foi de R$500 mil de uma das maiores indústrias de alimentos do mundo, a JBS S/A, isso mesmo, a Friboi, que não é de propriedade do filho de Lula como já foi inúmeras vezes declarado, mas da família Batista (José Batista Sobrinho – JBS), com sede em Goiás.

***

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Clique aqui para ler a íntegra da matéria.

PERFIL DE JOVAIR ARANTES, O RELATOR DO IMPEACHMENT
Lido no DCM em 7/4/2016

Da Veja, em 2012:

O deputado Jovair Arantes, de Goiás, é um dos principais generais do baixo clero, aquele exército de parlamentares de atuação inexpressiva no plenário, mas de apetite pantagruélico por benesses pagas com verbas públicas. Político experiente, com cinco mandatos de deputado federal no currículo, líder do PTB e presença constante em reuniões no Planalto nas quais é discutida a pauta do Congresso, Jovair se destaca pela luta incansável por cargos e emendas.

Essa obstinação lhe rendeu a simpatia dos colegas e embala os sonhos dele de chegar à presidência da Casa ou ser escolhido ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).

Apesar de tais sonhos não se terem realizado, Jovair nem de longe é um fracassado. Muito pelo contrário. Braço direito do presidente do PTB, o mensaleiro Roberto Jefferson, o deputado é responsável pela indicação e avalista da nomeação do chefe da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e do presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

As indicações para cargos são praxe nos regimes presidencialistas em que o governo é apoiado por uma aliança de partidos, como ocorre no Brasil. Fazem parte do jogo – desde que, é claro, não sejam usadas para que políticos e legendas enriqueçam ou se financiem à custa do contribuinte.

E é essa justamente a suspeita que pesa sobre Jovair Arantes. No escândalo que derrubou Wagner Rossi do Ministério da Agricultura, o líder petebista foi apontado como sócio de um consórcio montado em parceria com o PMDB para desviar dinheiro da Conab, estatal com orçamento anual de R$6 bilhões chefiada desde o ano passado por Evangevaldo Moreira, seu homem de confiança há mais de uma década.

Jovair também já foi investigado por envolvimento com a chamada máfia dos sanguessugas, que desviava dinheiro destinado à compra de ambulâncias, e, mais recentemente, teve seu nome relacionado às fraudes com dinheiro de emendas do Ministério do Turismo.

Isso sem falar nas denúncias que envolvem os órgãos controlados por seus apadrinhados no governo estadual de Goiás, que costuma apoiar sempre, qualquer que seja o governador. Trata-se, portanto, de um personagem recorrente da crônica político-policial.

Agora, o líder do PTB na Câmara é acusado por um ex-aliado de cobrar propina – descaradamente – para chancelar suas indicações. Quem acusa é Osmar Pires Martins Júnior, ex-secretário de Meio Ambiente de Goiânia e presidente da Agência Goiana de Meio Ambiente até 2006.

Num documento de 24 páginas assinado e entregue formalmente ao Ministério Público em dezembro passado, ele diz que, quando estava de saída da agência ambiental, ouviu uma proposta nada ortodoxa: Jovair, a quem caberia indicar o novo presidente do órgão, pediu R$4 milhões para apoiar sua recondução. “O deputado queria R$4 milhões para que o infraescrito fosse indicado para continuar na titularidade do órgão público”, escreveu.

Ex-filiado ao PT, rompido com o grupo de Jovair por causa das conveniências políticas locais, Osmar Pires diz que o portador da proposta milionária foi justamente Evangevaldo Moreira – aquele que Jovair empurrou goela abaixo do governo federal e aboletou há um ano na presidência da poderosa Conab, onde permanece apesar da faxina no Ministério da Agricultura.

O autor da acusação, ao que tudo indica, sabe do que está falando: ele próprio é alvo de quinze processos por malfeitos cometidos no serviço público. Por se tratar de uma suspeita de crime envolvendo um deputado federal, detentor de foro privilegiado, o Ministério Público de Goiás vai enviar os papéis para o procurador-geral da República, Roberto Gurgel.

Procurado por Veja, primeiro Jovair Arantes disse conhecer bem Osmar Pires e teceu elogios ao ex-companheiro: “A gente vive na mesma cidade. Não temos amizade pessoal, de frequentar um a casa do outro, mas o conheço bem. É um quadro muito qualificado, um gestor competente, conhecedor profundo da gestão ambiental e uma pessoa de bem”. Informado da acusação, de repente ele mudou de tom: “Cada um fala o que quer. Se fez isso, agiu indevidamente e deve responder por isso”.

Evangevaldo negou que tenha sido o portador da proposta. “Nunca conversei isso com esse moço”, disse. Ao contrário de seu padrinho político, o presidente da Conab tentou desqualificar o denunciante: “Ele foi afastado da agência porque responde a vários processos. Uma pessoa assim não pode ter credibilidade para fazer denúncia contra ninguém”.

Na ocasião do suposto pedido, Evangevaldo, ou Vange para os amigos, era o diretor financeiro da agência, especialmente interessante aos políticos por seu poder de autorizar ou proibir grandes empreendimentos. Ele ocupava o posto por indicação de Jovair, claro. Aliás, Evangevaldo sempre é o homem escolhido por Jovair para ocupar os cargos relevantes que lhe são disponibilizados.

A Conab é o mais vistoso de todos, mas vários outros vieram antes. Como uma chefia do INSS em Goiás, de onde ele saiu debaixo de investigação da Polícia Federal. A partir da quebra de seu sigilo fiscal, os policiais concluíram que pelas contas de Evangevaldo passava mais dinheiro do que sua renda permitia – 13 vezes mais.

A investigação concluiu ainda que, depois que virou homem de confiança de Jovair, Vange teve uma estrondosa evolução patrimonial, também considerada incompatível com seus rendimentos. Nada, porém, que fosse suficiente para impedir que ele continuasse ocupando cargos públicos – ou que abalasse sua dobradinha com Jovair, o enrolado.

***

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Jovair Arantes, deputado federal pelo PTB/GO.

MINISTÉRIO PÚBLICO ACUSA RELATOR DO IMPEACHMENT DE CRIME ELEITORAL
Ministério Público Federal acusa o deputado relator do impeachment de crime eleitoral. Jovair Arantes vai ler nesta quarta-feira seu parecer sobre o processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff.
Via Congresso em Foco em 6/4/2016

O Ministério Público Federal em Goiás acusa o deputado Jovair Arantes (PTB/GO), que apresenta na quarta-feira, dia 6/4, seu parecer ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, de crime eleitoral. A denúncia é de que Jovair utilizou em sua campanha à reeleição, em 2014, um servidor da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), presidida então por Rubens Rodrigues dos Santos, indicado por ele ao cargo. De acordo com processo em curso no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Goiás, o deputado se valeu do trabalho de um assessor da presidência da Conab, lotado em Brasília, em seu comitê eleitoral por dois meses em seu comitê eleitoral em Goiânia.

Segundo o jornal O Globo, a representação sustenta que o presidente da Conab cedeu o funcionário à campanha sem que houvesse férias ou licença que justificassem a atuação eleitoral do servidor comissionado do governo. O julgamento do processo, iniciado em 2014, estava pautado para a última segunda-feira, dia 4/4, mas acabou adiado.

Conforme a reportagem de Vinícius Sassine, o procurador da República Raphael Perissé pediu aplicação de penalidade tanto ao deputado quanto ao ex-presidente da Conab. O artigo 73 da lei eleitoral proíbe agentes públicos de cederem servidores para comitês de campanha eleitoral durante horário normal de expediente, a não ser que exista uma licença. O ex-presidente da Conab está sujeito a multa. Já o deputado, reeleito em 2014 com 92,4 mil votos para o seu sexto mandato, à cassação do registro eleitoral.

De acordo com O Globo, Jovair controla a Conab desde o primeiro ano do governo Dilma, em 2011. De lá para cá, indicou todos os presidentes da companhia e controla diretorias e 20 cargos de assessoramento no órgão. Após deixar a Conab, Rubens Santos assumiu uma vice-presidência da Caixa Econômica Federal, também por indicação de Jovair.

Relatório da Polícia Civil de Goiás indica que Warllen Aparecido Lucas Lemos, o funcionário da companhia que trabalhou na campanha de Jovair, estava de férias entre 8 e 27 de setembro de 2014. Rastreamento telefônico mostrou que o servidor atuava no comitê eleitoral em dias em que deveria estar em Brasília.

O deputado afirmou a O Globo que Warllen trabalhou em sua campanha apenas no período de suas férias. Já o servidor alegou que esteve no escritório “algumas vezes” para buscar ou deixar uma namorada. O ex-presidente da Conab alega que as provas são “frágeis” e que seu ex-assessor não prestou serviços eleitorais a Jovair.

O deputado apresenta nesta tarde seu relatório à comissão especial do impeachment, que só deve votar seu parecer na próxima segunda-feira, dia 6/4.

Leia também
A inacreditável ficha corrida dos deputados que defendem o impeachment

7 Respostas to “Ficha corrida de Jovair Arantes, o amigo de Eduardo Cunha e relator do impeachment”

  1. Magda Florencio Says:

    Conheço de longa data aqui do estado de goias, para se aliar ao maior ladrao da naçao que é o eduardo cunha, tinha quer farinha do mesmo saco

  2. Anônimo Says:

    Esse também não é permitido compartilhamento

    Date: Sat, 9 Apr 2016 00:03:06 +0000 To: odijfernandes@hotmail.com

  3. Pedro Campos Says:

    Como dirigente do ACG manteve estreitas relações com o Senador preso Luiz Estevão alimentando a parceria do Brasiliense e Atlético Goianiense. Dinheiro de propina do GDF alimentava os cofres das duas equipes. Posteriormente a parceira continuou no Governo José Roberto Arruda com o também dirigente do ACG e secretário da Fazenda do GDF Valdivino Lemes. Recursos de propina da Linknet continuavam abastecendo os cofres atleticanos.

  4. Jose Aparecido Ferreira Says:

    Quando que realmente o Brasil vai acordar e dechar de ser manipulado pelo Pig?

  5. Hermeval Carlos Zanoni Zanoni Says:

    Acredito em tudo. Mas pergunto: E pq ele está aí? Não foi denunciado? Não foi processado? Se foi, houve condenação? Acho que o PT, que sempre foi muito ótimo como fiscal político, deveria questionar na Justiça. Igual a ele está a grande maioria dos políticos. Pq o PT não propôs leis que punam os membros do MP e mesmo da Justiça, quando prevaricam? Ou não existem processos que prescrevem por dormirem demais em certas gavetas? Sabem pq o PT não faz o que propus acima? Pq terá efeito boomerang. Ou não? Afinal, pau que bate em Chico bate em Mané também.

  6. Ironei Bueno Oliveira Says:

    honestos não tem cúmplices!!!!! Esse pessoal que apoiam o golpe são cúmplices em muitas maracutaias…..

  7. Jésus Araújo Says:

    Meu pobre e querido Brasil, em que mãos estás a cair. Lembro, com alma dolorida a confissão feita pelo historiador Afrânio Peixoto: “A mim, o que mais me preocupa é este meu povo brasileiro capado e recapado, sangrado e ressangrado

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