Mais um boimate da Veja: “Atentado” contra Lava-Jato era problema no fogão

Veja_Boimate04

Miguel do Rosário, via Tijolaço em 6/6/2015

Da série: boimates da Veja.

Boimate”, para quem não sabe, foi reportagem em que a Veja levava a sério uma pegadinha de revista britânica que falava da descoberta, por cientistas alemães, de um híbrido genético entre o boi e o tomate (sic).

É incrível o descompromisso absoluto da Veja (e de boa parte da imprensa brasileira) com os fatos…

Polícia Federal: Veja tomou problema no fogão por atentado à sede da Lava-Jato
Via Polícia Federal e lido no DCM em 6/6/2015

Curitiba/PR – Em referência à matéria “Suspeita de atentado” da revista Veja, a Polícia Federal esclarece:

Não houve qualquer tentativa de atentado contra o prédio da Superintendência Regional no Paraná. Ao contrário do que foi publicado, verificou-se que um fogão apresentava vazamento em apenas uma das bocas. Esse aparelho encontra-se localizado na copa do térreo do edifício, justamente no lado oposto ao que funciona os trabalhos da Operação Lava-Jato e ao gabinete do Superintendente Regional;

A PF não instaurou sindicância ou qualquer outro procedimento investigativo, tendo em vista tratar-se de ato isolado que não teria condições de provocar qualquer dano. A Polícia Federal lamenta não ter sido procurada pela revista Veja para esclarecer o fato.

3 Respostas to “Mais um boimate da Veja: “Atentado” contra Lava-Jato era problema no fogão”

  1. Bene Nadal Says:

    Lamentavelmente; o povo sempre é culpado; das traições da imprensa golpista e dos porcos que estão no mando! Especialmente os de direita!!!

  2. gustavo_horta Says:

    he he he
    E conheço gente que cita as páginas amarelas em suas discussões.
    É claro que é fim de papo!

  3. Guimarães Oliveira Advogados Says:

    Caro editor

    Acabei de fazer o comentário abaixo nesta matéria, mas não me recordo se assinei ou não.

    Caso não tenha assinado, autorizo a que coloque o meu nome.

    Afinal, tenho comigo a comprovação do que afirmo.

    Abraço!

    Rogério

    P.S. 1 – Me ocorre uma brincadeira com o texto do Guzzo: ninguém ainda das seitas do governo achou onde fica o (*) do mundo, mas todos já acharam onde está o (*) da Veja. Está na edição impressa de 29/03/2015!

    P.S. 2 – Este seu blog está entrando na categoria dos “impossível-não-ler”. Muito bom, parabéns!

    BOIMATE NÃO É NADA. ACREDITE: VEJA SERVIU UM ÂNUS AOS ASSINANTES NA EDIÇÃO DE MARÇO DE 2015! A Veja sempre foi capaz de publicar muita porcaria. Mas não fica só nisso. Tem agora publicado escatalogia também. Coisas que, em outros tempos, eram chamadas de “impublicáveis”, tamanho o mal-gosto, são agora publicadas pela Veja. Por certo, os editores da revista devem considerar seus leitores tão burrinhos que, para ajudá-los a entender, eles, às vezes…, desenham! Pois quem se der ao (exaustivo) esforço de ler o texto non-sense do editor-chefe da revista, J.R. Guzzo (não vai dar para culpar o estagiário por essa, Guzzo…), cujo título é “Problemas na vista”, na edição impressa de 29/03/2015, pág. 114, enviada aos bobos-assinantes, irá deparar-se – pasmem! – com o desenho de um significativo ânus, bem no meio do texto! Sim, está lá um ânus desenhado, querendo significar aquele sinônimo, bem popular, que começa pela letra “c”. Mas isso só ocorre na versão impressa. Na versão eletrônica, a revista se acovardou (ou “amarelou”?) e então fraudou o próprio texto do editor-mor, retirando o desenho de péssimo e duvidosíssimo gosto e colocando no lugar uma outra palavra, que mudou todo o sentido original da frase (aliás, deixa a frase sem conexão com o resto do texto). Na edição impressa, o ânus desenhado, com pregas e tudo, está nesta frase do segundo parágrafo: “Vale a pena, por ora, lembrar que o Brasil provou no domingo que não é a Venezuela, atual país-modelo para a esquerda nacional e para as seitas do governo que vivem à procura do (> ânus desenhado <) do mundo." Dá para perceber a mensagem pretendida, certo? Li (ou vi?) esta escatalogia, de um estilo literário que se poderia chamar de grudento & mal-cheiroso, quando dei de mão, dias atrás, num exemplar de assinante de Veja que estava na sala de espera da minha dentista, enquanto aguardava atendimento (não havia nada mais para ler ali, então tive que "encarar" uma Veja mesmo – e me dei mal!). Logo que vi o ânus ali no texto, não acreditei, achei que fosse um borrão, mas percebi que aquilo era, na verdade, sim, um ânus! Então, fotografei a página da revista com o meu celular, pois ninguém iria acreditar se eu contasse. Na edição eletrônica, a Veja fraudou este texto, de autoria de seu próprio editor J.R. Guzzo (ou seria mais apropriado dizer que a Veja "arrombou" o texto…?) e não mais reproduziu o ânus enfiado ali, entre as palavras, dando sentido ao palavrório do JR. Por certo, algum fiapo de escrúpulo surgiu de alguém lá no fundo da redação (seria algum estagiário?). Afinal, o próprio editor da Veja "servir" um ânus aos diletos assinantes, assim, daquela forma, se não é uma atitude muito polida, com certeza, não é nada glamourosa. Então, pensaram e decidiram substituir o desenho do ânus colocado no texto da edição impressa pela palavra "fim", colocada estrategicamente na versão eletrônica para, desta forma, cobrir esta parte pudenta da redação original do artigo (e a frase ficou "… à procura do fim do mundo…", enquanto, no exemplar impresso dos assinantes, o sentido pretendido era bem outro: "… à procura do cú do mundo…" (desculpem, acabei escrevendo a palavrinha pensada pelo JR, mas ainda acho melhor escrevê-la de uma vez que desenhá-la!). Vida dura a de assinante da Veja: gente que paga mensalmente à Editora Abril para ser enganado religiosamente toda semana, dentro da própria casa. E ainda recebe, como bônus, um ânus desenhado para apreciar, numa cortesia pessoal enviada pelo editor-chefe, J. R. Guzzo, exclusiva para assinantes! Depois, alguns acham injusto quando acusam a revista de fazer jornalismo marrom… Só ficou uma dúvida disso tudo: no jargão jornalístico, será isto considerado uma "barriga" ou alguma outra parte?

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